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Medical Journal - 22/07/21
Tomar uma estatina profilática durante o final da gravidez1 não ajudou as mulheres que esperavam reduzir o risco de pré-eclâmpsia2 a termo, descobriu um estudo randomizado3, publicado no periódico Circulation. Uma incidência4 semelhante de parto com pré-eclâmpsia2 foi observada se grávidas de alto risco receberam terapia com pravastatina (de 35-37 semanas de gestação até o parto ou até 41 semanas) ou se receberam placebo5 correspondente. Também não houve diferença significativa entre os grupos na incidência4 de quaisquer resultados secundários. Assim, as grávidas permanecem sem uma intervenção profilática eficaz para reduzir a pré-eclâmpsia2 a termo.
1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Pré-eclâmpsia: É caracterizada por hipertensão, edema (retenção de líquidos) e proteinúria (presença de proteína na urina). Manifesta-se na segunda metade da gravidez (após a 20a semana de gestação) e pode evoluir para convulsão e coma, mas essas condições melhoram com a saída do feto e da placenta. No meio médico, o termo usado é Moléstia Hipertensiva Específica da Gravidez. É a principal causa de morte materna no Brasil atualmente.
3 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
4 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
5 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
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Medical Journal - 22/07/21
Pacientes com insuficiência cardíaca1 apresentam risco aumentado de câncer2 incidente3. Agora, resultados de um estudo de coorte4 retrospectivo5, publicado no European Heart Journal, sugerem que os pacientes com insuficiência cardíaca1 que usam estatinas tinham um risco 16% menor de desenvolver câncer2 e um risco 26% reduzido de mortalidade6 por câncer2 em comparação com aqueles que não usavam terapia com estatinas. Os achados também indicam que o aumento do tempo de uso de estatina foi associado a reduções ainda maiores no risco de desenvolver câncer2.
1 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
2 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
3 Incidente: 1. Que incide, que sobrevém ou que tem caráter secundário; incidental. 2. Acontecimento imprevisível que modifica o desenrolar normal de uma ação. 3. Dificuldade passageira que não modifica o desenrolar de uma operação, de uma linha de conduta.
4 Estudo de coorte: Um estudo de coorte é realizado para verificar se indivíduos expostos a um determinado fator apresentam, em relação aos indivíduos não expostos, uma maior propensão a desenvolver uma determinada doença. Um estudo de coorte é constituído, em seu início, de um grupo de indivíduos, denominada coorte, em que todos estão livres da doença sob investigação. Os indivíduos dessa coorte são classificados em expostos e não-expostos ao fator de interesse, obtendo-se assim dois grupos (ou duas coortes de comparação). Essas coortes serão observadas por um período de tempo, verificando-se quais indivíduos desenvolvem a doença em questão. Os indivíduos expostos e não-expostos devem ser comparáveis, ou seja, semelhantes quanto aos demais fatores, que não o de interesse, para que as conclusões obtidas sejam confiáveis.
5 Retrospectivo: Relativo a fatos passados, que se volta para o passado.
6 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
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Medical Journal - 20/07/21
Um estudo publicado na revista científica Obstetrics & Gynecology buscou avaliar os resultados maternos e fetais entre mulheres com uma única pressão arterial1 elevada antes de 20 semanas de gestação. Os resultados mostraram que mulheres com uma única pressão arterial1 elevada antes de 20 semanas de gestação apresentam risco aumentado de distúrbios hipertensivos da gravidez2 e parto prematuro iatrogênico3.
1 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Iatrogênico: Relativo à ou próprio da iatrogenia, que significa geração de atos ou pensamentos a partir da prática médica. É frequentemente empregado para designar os erros da conduta médica.
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Medical Journal - 20/07/21
Os medicamentos anticonvulsivantes mais antigos apresentam um alto risco de defeitos físicos congênitos1 e déficits cognitivos2 em crianças expostas durante a gravidez3.
Mas os mais novos medicamentos anticonvulsivantes são muito mais seguros para uso durante a gravidez3 e a amamentação4, de acordo com um estudo publicado no JAMA Neurology. O estudo avaliou os resultados cognitivos2 de crianças de dois anos de idade de grávidas com epilepsia5. A exposição a medicamentos anticonvulsivantes em crianças de mães com epilepsia5 não mostrou associação com o domínio da linguagem. No geral, os resultados das crianças aos 2 anos de idade não diferiram entre os filhos de mulheres com epilepsia5 que tomam medicamentos anticonvulsivantes e os filhos de mulheres saudáveis.
1 Congênitos: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
2 Cognitivos: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
5 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
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Medical Journal - 19/07/21
Até que ponto a arquitetura genética da esquizofrenia1 é compartilhada com a área de superfície e espessura cortical do cérebro2? Neste estudo, publicado no JAMA Psychiatry, os conjuntos de dados revelaram que 94% das variantes genéticas associadas à área de superfície cortical total e todas as variantes associadas à espessura cortical média também foram associadas ao risco genético de esquizofrenia1, apesar das correlações genéticas não significativas. Dessa forma, a quantidade de variantes genéticas compartilhadas entre a esquizofrenia1 e a estrutura cortical do cérebro2 sugere mecanismos genéticos moleculares sobrepostos entre o desenvolvimento cortical e a esquizofrenia1.
1 Esquizofrenia: Doença mental do grupo das Psicoses, caracterizada por alterações emocionais, de conduta e intelectuais, caracterizadas por uma relação pobre com o meio social, desorganização do pensamento, alucinações auditivas, etc.
2 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
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Medical Journal - 19/07/21
Em novo estudo, publicado no periódico Hypertension, os pesquisadores avaliaram a relação entre o uso de drogas voltadas para o sistema renina-angiotensina que atravessam a barreira hematoencefálica e a cognição1 em idosos. Os resultados da metanálise de 14 estudos sugerem que o uso de agentes anti-hipertensivos conhecidos por cruzarem a barreira hematoencefálica foi associado a uma melhora na recordação da memória ao longo do tempo em comparação com agentes não penetrantes em idosos com hipertensão2, apesar de apresentarem uma carga de risco vascular3 mais elevada. Essas descobertas representam a evidência mais poderosa até o momento ligando os inibidores da ECA penetrantes no cérebro4 e os bloqueadores do receptor da angiotensina a um menor declínio da memória.
1 Cognição: É o conjunto dos processos mentais usados no pensamento, percepção, classificação, reconhecimento e compreensão para o julgamento através do raciocínio para o aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas.
2 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
3 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
4 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
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Medical Journal - 16/07/21
A clamídia retal é uma infecção1 bacteriana sexualmente transmissível comum entre homens que fazem sexo com homens. Os dados de ensaios clínicos2 randomizados e controlados são necessários para orientar o tratamento. Neste estudo, publicado pelo The New England Journal of Medicine, os resultados indicaram que um curso de 7 dias de doxiciclina foi superior à azitromicina em dose única no tratamento da infecção1 retal assintomática por clamídia, com a cura biológica ocorrendo em 96,9% dos homens no grupo da doxiciclina, e em 76,4% dos homens no grupo de azitromicina.
1 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
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Medical Journal - 15/07/21
Uma pesquisa publicada na revista Diabetes1 Care buscou determinar o risco de cetoacidose diabética2 e mortalidade3 por todas as causas entre adolescentes e adultos jovens com diabetes tipo 14 com e sem transtorno alimentar. Na base populacional avaliada, de Ontário, Canadá, dentre as pessoas com 10 a 39 anos de idade com diabetes tipo 14, 0,8% tinham histórico de transtornos alimentares. A pesquisa demonstrou que adolescentes e adultos jovens com diabetes tipo 14 e transtornos alimentares têm mais do que o triplo do risco de cetoacidose diabética2 e quase seis vezes mais risco de morte em comparação com seus pares sem transtornos alimentares.
1 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
2 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
3 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
4 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
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Medical Journal - 15/07/21
Estudo publicado na revista Diabetes1 Care buscou determinar se a interrupção do tempo sentado com breves sessões de atividades de resistência simples em diferentes frequências melhora a glicose2 pós-prandial, a insulina3 e os triglicerídeos em adultos com diabetes tipo 24 controlado por medicação. Foi demonstrado que a interrupção do tempo sentado prolongado com atividades de resistência simples de 6 minutos a cada 60 minutos reduziu as respostas da glicose2 pós-prandial e da insulina3, tanto em comparação com estar sentado ininterruptamente por 7h, quanto em comparação com atividades de resistência simples de 3 minutos a cada 30 minutos. Não houve efeito estatisticamente significativo quanto aos triglicerídeos.
1 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
2 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
3 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
4 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
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Medical Journal - 14/07/21
Transtornos de ansiedade, obsessivo-compulsivo e relacionados ao estresse frequentemente co-ocorrem, e os pacientes frequentemente apresentam sintomas1 em vários domínios. O tratamento envolve o uso de inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs) e inibidores seletivos da recaptação da serotonina e norepinefrina (ISRSNs), mas faltam dados sobre eficácia comparativa e aceitabilidade. Neste estudo, publicado na revista PLOS Medicine, observou-se que todos os ISRSs e ISRSNs foram eficazes para múltiplos domínios de sintomas1 e em pacientes de todas as categorias diagnósticas incluídas. Foram encontradas diferenças mínimas entre os medicamentos em relação à eficácia e aceitabilidade. Essa metanálise de rede de três níveis contribui para uma discussão em andamento sobre o verdadeiro benefício dos antidepressivos com evidências robustas.
1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
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