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Um grupo "oculto" de bactérias intestinais pode ser essencial para a boa saúde

Um grupo "oculto" de bactérias intestinais pode ser essencial para a boa saúde

Cientistas identificaram um misterioso grupo de bactérias que aparecem consistentemente em grande número no microbioma1 intestinal de pessoas saudáveis, sugerindo que elas podem ser cruciais para a boa saúde2 e poderiam um dia ser alvo de intervenções por meio da dieta ou de probióticos3. As descobertas foram publicadas na revista Cell Host & Microbe.
1 Microbioma: Comunidade ecológica de microrganismos comensais, simbióticos e patogênicos que compartilham nosso espaço corporal. Microbioma humano é o conjunto de microrganismos que reside no corpo do Homo sapiens, mantendo uma relação simbiótica com o hospedeiro. O conceito vai além do termo microbiota, incluindo também a relação entre as células microbianas e as células e sistemas humanos, por meio de seus genomas, transcriptomas, proteomas e metabolomas.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Probióticos: Suplemento alimentar, rico em micro-organismos vivos, que afeta de forma benéfica seu consumidor, através da melhoria do balanço microbiano intestinal.
INCA estima 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028 no Brasil

INCA estima 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028 no Brasil

Estudo publicado na Revista Brasileira de Cancerologia projeta incidência1 para o triênio 2026-2028 e revela desigualdades regionais importantes. Cânceres colorretal e de pulmão2 apresentam tendências preocupantes.
1 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
2 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
Um único exame de PSA na meia-idade pode identificar o risco de câncer de próstata a longo prazo

Um único exame de PSA na meia-idade pode identificar o risco de câncer de próstata a longo prazo

O rastreio oportunista do câncer1 de próstata2 pode levar ao sobrediagnóstico3 de doenças indolentes e a procedimentos invasivos. Um estudo de coorte4, publicado no JAMA Network Open, sugeriu que um nível basal baixo de PSA na meia-idade estava associado a um risco reduzido de câncer1 de próstata2 a longo prazo. A incidência5 cumulativa de câncer1 de próstata2 foi significativamente diferente entre os grupos com níveis de PSA baixo, intermediário e alto.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
3 Sobrediagnóstico: Diagnóstico de uma doença que nunca provocará sintomas ou a morte de um(a) paciente.
4 Estudo de coorte: Um estudo de coorte é realizado para verificar se indivíduos expostos a um determinado fator apresentam, em relação aos indivíduos não expostos, uma maior propensão a desenvolver uma determinada doença. Um estudo de coorte é constituído, em seu início, de um grupo de indivíduos, denominada coorte, em que todos estão livres da doença sob investigação. Os indivíduos dessa coorte são classificados em expostos e não-expostos ao fator de interesse, obtendo-se assim dois grupos (ou duas coortes de comparação). Essas coortes serão observadas por um período de tempo, verificando-se quais indivíduos desenvolvem a doença em questão. Os indivíduos expostos e não-expostos devem ser comparáveis, ou seja, semelhantes quanto aos demais fatores, que não o de interesse, para que as conclusões obtidas sejam confiáveis.
5 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
Diabetes materno foi associado ao risco de epilepsia em crianças

Diabetes materno foi associado ao risco de epilepsia em crianças

Crianças nascidas de mães com qualquer tipo de diabetes1 em Ontário, Canadá, apresentaram maior risco de desenvolver epilepsia2, de acordo com um estudo publicado na revista Pediatrics. Para filhos de mães com diabetes tipo 13 ou tipo 2, o risco de epilepsia2 tendeu a aumentar com a duração da doença. Crianças expostas ao diabetes1 materno durante a gestação podem necessitar de monitoramento mais rigoroso para detecção precoce de sinais4 de epilepsia2.
1 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
2 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
3 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
4 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
Medicamentos GLP-1 para perda de peso e diabetes podem ter potencial para tratar o vício

Medicamentos GLP-1 para perda de peso e diabetes podem ter potencial para tratar o vício

Um amplo estudo americano publicado pelo The BMJ traz novas evidências de que os agonistas do receptor do peptídeo-1 semelhante ao glucagon1 (GLP-1), usados para tratar diabetes tipo 22 e obesidade3, também podem ajudar a reduzir o risco de dependência de diversas substâncias, incluindo álcool, cannabis, cocaína, nicotina e opioides.
1 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
2 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
3 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.

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