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Aceleração do IMC, principalmente entre 2 e 6 anos de idade, e risco de obesidade na adolescência

Aceleração do IMC, principalmente entre 2 e 6 anos de idade, e risco de obesidade na adolescência

Para estudar a dinâmica do índice de massa corporal1 (IMC2) em crianças, desde o nascimento até a adolescência, e a susceptibilidade3 para o desenvolvimento de obesidade4 sustentada foi realizado um trabalho na University of Leipzig, o qual foi publicado pelo periódico The New England Journal of Medicine (NEJM).
1 Índice de massa corporal: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
2 IMC: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
3 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
4 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
- 10/10/2018
Terapia endócrina adjuvante a longo prazo e risco de doença cardiovascular em mulheres que sobreviveram ao câncer de mama: revisão sistemática no BMJ

Terapia endócrina adjuvante a longo prazo e risco de doença cardiovascular em mulheres que sobreviveram ao câncer de mama: revisão sistemática no BMJ

Com o objetivo de investigar o efeito das terapias endócrinas em uma ampla gama de resultados clínicos específicos de doenças cardiovasculares1, em mulheres com história de câncer2 de mama3 não metastático, foi realizada uma revisão sistemática e metanálise de ensaios clínicos4 randomizados e estudos observacionais, publicada pelo BMJ.
1 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
2 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
3 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
4 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
- 09/10/2018
Metronidazol em dose única versus dose de 7 dias para o tratamento da tricomoníase em mulheres: o que é melhor?

Metronidazol em dose única versus dose de 7 dias para o tratamento da tricomoníase em mulheres: o que é melhor?

A professora Patricia Kissinger, do Departamento de Epidemiologia da Escola de Saúde1 Pública e Medicina Tropical da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, EUA, e demais colaboradores estudaram o tratamento da tricomoníase vaginal com dose única ou com dose de 7 dias de metronidazol e mediram os resultados em estudo controlado e randomizado2.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
- 08/10/2018
JAMA: beber mais água pode colaborar para a prevenção de cistite recorrente

JAMA: beber mais água pode colaborar para a prevenção de cistite recorrente

Por décadas, tem sido dito que o aumento da ingestão de líquidos pode ajudar a prevenir ou curar infecções1 do trato urinário2. Nesta edição da JAMA Internal Medicine, um ensaio clínico randomizado3 confirma essa sabedoria popular.
1 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Trato Urinário:
3 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
- 15/10/2018

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