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Medical Journal - 22/09/21
A quantificação das consequências potenciais associadas ao uso de anestesia1 epidural2 durante o trabalho de parto pode ajudar a melhorar a segurança e a qualidade do trabalho de parto e da assistência ao parto para parturientes3. Em um estudo publicado no JAMA Network Open, pesquisadores descobriram que o uso de anestesia1 epidural2 em mulheres nulíparas4 a termo submetidas a parto vaginal estava associado a um risco aumentado de infecção5 neonatal. As infecções6 entre os recém-nascidos ocorreram a uma taxa de 4,4% quando as mães receberam anestesia1 epidural2, contra 1,8% sem a anestesia1. As taxas de sepse7 também foram significativamente maiores na coorte8 epidural2. Ainda alguns resultados maternos adversos foram mais comuns com uso de anestesia1 epidural2. Estes incluíram febre9 (15,4% vs 3,8%) e corioamnionite (7,4% vs 1,8%).
1 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
2 Epidural: Mesmo que peridural. Localizado entre a dura-máter e a vértebra (diz-se do espaço do canal raquidiano). Na anatomia geral e na anestesiologia, é o que se localiza ou que se faz em torno da dura-máter.
3 Parturientes: Puérperas. Mulheres que estão prestes a dar à luz ou deram à luz há pouco tempo.
4 Nulíparas: Mulheres que nunca pariram.
5 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
6 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
7 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
8 Coorte: Grupo de indivíduos que têm algo em comum ao serem reunidos e que são observados por um determinado período de tempo para que se possa avaliar o que ocorre com eles. É importante que todos os indivíduos sejam observados por todo o período de seguimento, já que informações de uma coorte incompleta podem distorcer o verdadeiro estado das coisas. Por outro lado, o período de tempo em que os indivíduos serão observados deve ser significativo na história natural da doença em questão, para que haja tempo suficiente do risco se manifestar.
9 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
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Medical Journal - 22/09/21
Um novo estudo indica que uma enzima1 chamada proteína fosfatase 2A (PP2A) parece ser um dos principais fatores que causam a pré-eclâmpsia2, uma perigosa complicação da gravidez3 caracterizada pelo desenvolvimento de pressão alta e excesso de proteína na urina4. A descoberta, publicada na revista Circulation Research, pode levar a novos tratamentos para a pré-eclâmpsia2 além do parto prematuro, que muitas vezes é a única opção. No estudo foi demonstrado que a ativação da proteína fosfatase 2A via ApoER2 em trofoblastos5 estimula a pré-eclâmpsia2 em um modelo de camundongo da síndrome6 antifosfolípide. Os anticorpos7 antifosfolípides circulantes característicos da síndrome6 antifosfolípide alteram a função do trofoblasto8 da placenta para causar pré-eclâmpsia2 e também colocar o feto9 em perigo.
1 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
2 Pré-eclâmpsia: É caracterizada por hipertensão, edema (retenção de líquidos) e proteinúria (presença de proteína na urina). Manifesta-se na segunda metade da gravidez (após a 20a semana de gestação) e pode evoluir para convulsão e coma, mas essas condições melhoram com a saída do feto e da placenta. No meio médico, o termo usado é Moléstia Hipertensiva Específica da Gravidez. É a principal causa de morte materna no Brasil atualmente.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
5 Trofoblastos: Células que revestam a parte externa do BLASTOCISTO. Depois que os trofoblastos se ligam ao ENDOMÉTRIO, desenvolvem duas camadas distintas
6 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
7 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
8 Trofoblasto: Na embriologia, é a camada de células epiteliais que forma a parede externa da blástula dos mamíferos (blastocisto) e atua na implantação e nutrição do embrião. É a camada de células que vem a formar a camada superficial da placenta.
9 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
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Medical Journal - 21/09/21
O hipotireoidismo1 é considerado uma causa ou um forte fator de risco2 para depressão, mas estudos recentes fornecem evidências conflitantes sobre a existência e a extensão da associação. Neste estudo, publicado no JAMA Psychiatry, hipotireoidismo1 e depressão clínica foram associados, com uma associação mais forte com o hipotireoidismo1 evidente do que com o subclínico. Assim, o tamanho do efeito para a associação entre hipotireoidismo1 e depressão clínica foi consideravelmente menor do que o anteriormente assumido, e a associação modesta foi possivelmente restrita ao hipotireoidismo1 evidente e a indivíduos do sexo feminino. A autoimunidade3 por si só pode não ser o fator determinante dessa comorbidade4.
1 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
2 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
3 Autoimunidade: 1. Estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias. 2. Autoalergia.
4 Comorbidade: Coexistência de transtornos ou doenças.
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Medical Journal - 21/09/21
Por centenas de anos, as pessoas observaram que a gravidade da asma1 costuma piorar à noite. Uma questão de longa data tem sido até que ponto o relógio circadiano interno do corpo – em oposição a comportamentos, como sono e atividades físicas – contribui para o agravamento da gravidade da asma1. Agora, em um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, pesquisadores descobriram a influência do sistema circadiano, revelando um papel fundamental do relógio biológico na asma1.
1 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
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Medical Journal - 20/09/21
A síncope1 vasovagal, ou síndrome2 vasovagal recorrente é comum, responde mal ao tratamento e causa trauma físico e baixa qualidade de vida. A midodrina previne hipotensão3 e síncope1 durante os testes de inclinação em pacientes com síncope1 vasovagal. O objetivo deste estudo, publicado no Annals of Internal Medicine, foi determinar se a midodrina pode prevenir a síncope1 vasovagal em condições clínicas usuais. Em comparação com os pacientes que receberam placebo4, menos pacientes que receberam midodrina tiveram pelo menos um episódio de síncope1, com uma redução do risco absoluto de 19 pontos percentuais. O estudo concluiu que a midodrina pode reduzir a recorrência5 da síncope1 em pacientes saudáveis e jovens com alta carga de síncope1.
1 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
2 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
3 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
4 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
5 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
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Medical Journal - 20/09/21
Um novo estudo descobriu que medicamentos comuns podem se acumular nas bactérias intestinais, alterando a função bacteriana e reduzindo potencialmente a eficácia da droga. Essas interações – vistas para uma variedade de medicamentos, como para depressão, diabetes1 e asma2 – podem ajudar os pesquisadores a entender melhor as diferenças individuais na eficácia e efeitos colaterais3 dos medicamentos, de acordo com o estudo publicado na Nature. Os resultados mostraram que a bioacumulação por bactérias intestinais pode ser um mecanismo comum que altera a disponibilidade de medicamentos e o metabolismo4 bacteriano, com implicações na composição da microbiota5, farmacocinética, efeitos colaterais3 e respostas aos medicamentos, provavelmente de maneira individual.
1 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
2 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
3 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
4 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
5 Microbiota: Em ecologia, chama-se microbiota ao conjunto dos microrganismos que habitam um ecossistema, principalmente bactérias, protozoários e outros microrganismos que têm funções importantes na decomposição da matéria orgânica e, portanto, na reciclagem dos nutrientes. Fazem parte da microbiota humana uma quantidade enorme de bactérias que vivem em harmonia no organismo e auxiliam a ação do sistema imunológico e a nutrição, por exemplo.
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Medical Journal - 17/09/21
Um ensaio clínico, publicado no JAMA Pediatrics, com 125 adultos jovens mostrou que aqueles que limitaram o tempo de tela por 48 horas imediatamente após sofrer uma concussão tiveram uma duração significativamente menor dos sintomas1 do que aqueles aos quais foi permitido o uso de telas. Aqueles que se abstiveram do tempo de tela durante as primeiras 48 horas de recuperação tiveram uma duração média dos sintomas1 de 3,5 dias, em comparação com uma duração média de 8 dias para aqueles que tiveram tempo de tela permitido. Essas descobertas oferecem a primeira evidência clínica de que restringir o tempo gasto em uma tela de computador, televisão ou telefone no período agudo2 após uma concussão pode reduzir a duração dos sintomas1.
1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
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Medical Journal - 16/09/21
O câncer1 de mama2 é mais comum em pacientes do sexo feminino com esquizofrenia3 do que na população em geral. Não se sabe se o tratamento com antipsicóticos que aumentam a prolactina4 contribui para aumentar as chances de câncer1 de mama2. Neste estudo, publicado no The Lancet Psychiatry, foi demonstrado que a exposição de longo prazo a antipsicóticos que aumentam a prolactina4, mas não a poupadores de prolactina4, está significativamente associada ao aumento da probabilidade de câncer1 de mama2. Assim, o monitoramento da prolactinemia e o tratamento da hiperprolactinemia são fundamentais em mulheres com esquizofrenia3 tratadas com antipsicóticos que aumentam a prolactina4.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
3 Esquizofrenia: Doença mental do grupo das Psicoses, caracterizada por alterações emocionais, de conduta e intelectuais, caracterizadas por uma relação pobre com o meio social, desorganização do pensamento, alucinações auditivas, etc.
4 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
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Medical Journal - 15/09/21
Um terço dos medicamentos contra o câncer1 que receberam aprovação acelerada da Food and Drug Administration (FDA) dos EUA continuam a ser recomendados nas diretrizes clínicas depois que seus testes clínicos confirmatórios falharam em mostrar melhora em seus desfechos primários, descobriu um estudo publicado pelo The Bristish Medical Journal. Os resultados sugerem que são necessárias reformas para promover clareza a respeito da base sobre a qual a FDA aprova ou retira os medicamentos contra o câncer1 e para alterar as recomendações positivas quando os estudos pós-aprovação forem negativos.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
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Medical Journal - 15/09/21
Em 2021, estima-se que 26% dos novos casos de câncer1 não cutâneo2 serão por causa do câncer1 de próstata3, resultando em 11% das mortes relacionadas ao câncer1 nos Estados Unidos, tornando-o a neoplasia4 maligna mais comum em homens e a segunda principal causa de mortalidade5 por câncer1. Em uma revisão publicada na revista científica JCO Oncology Practice, pesquisadores discutem os avanços mais recentes no tratamento do câncer1 de próstata3 metastático e destacam os agentes aprovados recentemente e os ensaios clínicos6 em andamento. O tratamento do câncer1 de próstata3 metastático passou por uma revolução na última década, com a introdução de vários novos agentes e o redirecionamento de outros. Espera-se que essas recentes aprovações, sucessos e a investigação em andamento de vários novos agentes continuem a melhorar drasticamente os resultados de sobrevivência7 de homens com câncer1 de próstata3 metastático nos próximos anos.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
3 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
4 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
5 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
6 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
7 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
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