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Medical Journal
Enquanto alguns teorizam que a terapia com testosterona pode neutralizar os efeitos do envelhecimento nas artérias1, os resultados de uma nova pesquisa, publicada no periódico Hypertension, da American Heart Association, indicam que melhorias na saúde2 e função das artérias1 estão relacionadas ao aumento da atividade física, e não à terapia com testosterona.
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Pesquisa publicada na revista científica Genetics in Medicine mostra que pessoas hospitalizadas com COVID-19, em geral, eram mais propensas a ter uma variação genética que causa a deleção do gene KLRC2, que codifica os receptores NKG2C, que, por sua vez, ajudam no combate de infecções1 virais. Essa variação genética é encontrada em cerca de 4% da população, em que a expressão desses receptores está ausente, e outros 30% que apresentam nível de expressão significativamente menor dos receptores.
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Nova pesquisa, publicada na Nature Communications, descreve a descoberta de uma dependência única das células1 cancerosas em uma proteína específica, o que pode levar a tratamentos para cânceres difíceis de tratar. O estudo demonstrou como células1 tumorais cromossomicamente instáveis requerem especificamente a proteína KIF18A para proliferação. Assim, essa característica pode ser explorada para reduzir a capacidade proliferativa dessas células1.
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Pesquisadores identificaram uma ligação causal entre o consumo excessivo de álcool e os genes do relógio circadiano em uma região do cérebro1 anteriormente implicada no uso perigoso de álcool. O estudo foi publicado na revista Alcoholism: Clinical and Experimental Research. O consumo excessivo de álcool é responsável por mais da metade das mortes relacionadas ao álcool.
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Um estudo publicado no periódico Pediatrics avaliou a incidência1 de distúrbios de saúde2 mental em crianças com doença cardíaca congênita3. Descobriu-se que todos os jovens do estudo com cardiopatia congênita3 de todas as gravidades tiveram chances significativamente maiores de ansiedade e/ou depressão ou transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, destacando que a triagem para essas condições deve ser considerada em todos os pacientes com cardiopatia congênita3.
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Um novo estudo de modelagem publicado pelo The Lancet estimou o impacto da vacinação na saúde1 contra dez patógenos em 98 países de baixa e média renda de 2000 a 2030. Os aumentos na cobertura de vacinas e a introdução de novas vacinas nesses países tiveram um grande impacto na redução da mortalidade2. Sem vacinação, a mortalidade2 em crianças menores de 5 anos seria 45% maior nesses países.
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Estudo publicado pelo periódico Diabetes1 Care e realizado com o objetivo de investigar o efeito da metformina2 sobre os níveis de testosterona em homens com diabetes mellitus3 tipo 2 mostrou que o uso de metformina2 oral pode diminuir os níveis de testosterona sérica, independentemente do controle da glicose4 no sangue5.
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A lesão1 da medula espinhal2 induz instabilidade hemodinâmica3 que ameaça a sobrevivência4, prejudica a recuperação neurológica, aumenta o risco de doença cardiovascular e reduz a qualidade de vida. Estudo publicado pela Nature mostra que uma "neuroprótese barorreflexa" controla a hemodinâmica3 durante longos períodos de tempo após lesões5 da medula espinhal2, podendo eventualmente no futuro substituir os tratamentos atualmente disponíveis.
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Uma análise post hoc para investigar a associação entre as alterações apresentadas durante um ano na albuminúria1 e o risco subsequente de eventos cardiovasculares e renais em pacientes diabéticos foi publicada pelo Diabetes2 Care e mostrou que uma redução na albuminúria1 foi associada a menos desfechos cardiovasculares e renais, independentemente do tratamento.
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Neste estudo de coorte1, publicado pelo JAMA Cardiology, diabetes2 e resistência à insulina3, além de hipertensão4, obesidade5 e tabagismo, pareciam ser os fatores de risco mais fortes para o início prematuro de doença arterial coronariana. Mulheres com diabetes tipo 26, por exemplo, correm um risco dez vezes maior de desenvolver doença coronariana7 nos próximos 20 anos. A maioria dos fatores de risco atenuou as taxas relativas em idades mais avançadas.
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