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Medical Journal - 01/06/21
Uma marca registrada da doença de Alzheimer1 é o acúmulo de peptídeo β-amiloide (Aβ). O donanemab, um anticorpo2 que tem como alvo uma forma modificada de Aβ depositado, está sendo investigado para o tratamento da doença de Alzheimer1 precoce. Em estudo publicado no The New England Journal of Medicine, o donanemab resultou em uma pontuação composta melhor para a cognição3 e para a capacidade de realizar atividades da vida diária do que o placebo4 em 76 semanas, embora os resultados para desfechos secundários tenham sido mistos. Ensaios mais longos e maiores são necessários para estudar a eficácia e segurança de donanemab na doença de Alzheimer1.
1 Doença de Alzheimer: É uma doença progressiva, de causa e tratamentos ainda desconhecidos que acomete preferencialmente as pessoas idosas. É uma forma de demência. No início há pequenos esquecimentos, vistos pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. Os pacientes tornam-se confusos e por vezes agressivos, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmos quando colocados frente a um espelho. Tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as atividades elementares como alimentação, higiene, vestuário, etc..
2 Anticorpo: Proteína circulante liberada pelos linfócitos em reação à presença no organismo de uma substância estranha (antígeno).
3 Cognição: É o conjunto dos processos mentais usados no pensamento, percepção, classificação, reconhecimento e compreensão para o julgamento através do raciocínio para o aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas.
4 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
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Medical Journal - 01/06/21
Pesquisadores desenvolveram uma droga experimental que reverteu os principais sintomas1 da doença de Alzheimer2 em camundongos. A droga funciona revigorando um mecanismo de limpeza celular que elimina proteínas3 indesejadas, digerindo-as e reciclando-as. O estudo foi publicado online na revista Cell, e revela uma interação dinâmica entre esse processo conhecido como autofagia mediada por chaperonas (CMA) e a doença de Alzheimer2. As descobertas sugerem que as drogas para acelerar a CMA podem oferecer esperança para o tratamento de doenças neurodegenerativas.
1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Doença de Alzheimer: É uma doença progressiva, de causa e tratamentos ainda desconhecidos que acomete preferencialmente as pessoas idosas. É uma forma de demência. No início há pequenos esquecimentos, vistos pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. Os pacientes tornam-se confusos e por vezes agressivos, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmos quando colocados frente a um espelho. Tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as atividades elementares como alimentação, higiene, vestuário, etc..
3 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
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Medical Journal - 31/05/21
A depressão é um dos principais contribuintes para o fardo de doenças em todo o mundo. As intervenções digitais de saúde1 mental podem resolver a lacuna de tratamento em países de baixa e média renda, mas a eficácia nesses países é desconhecida. Neste estudo, publicado pelo JAMA, uma proporção significativamente maior de participantes que receberam a intervenção digital, em comparação com o tratamento usual aprimorado, experimentou pelo menos 50% de redução nos sintomas2 depressivos em 3 meses (40,7% vs 28,6% no Brasil; 52,7% vs 34,1% no Peru), embora as diferenças não fossem mais estatisticamente significativas em 6 meses.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
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Medical Journal - 31/05/21
Pacientes com diabetes tipo 11 e tipo 2 têm uma alta prevalência2 de sintomas3 depressivos, com ∼30% tendo sintomas3 depressivos e 11% tendo depressão maior. Assim, sabe-se que a depressão é comum em pessoas com diabetes4, mas os dados dos países em desenvolvimento são escassos. Neste estudo, publicado na revista Diabetes4 Care, sintomas3 depressivos foram relatados em 30,7% das pessoas com diabetes tipo 11. Em pacientes com diabetes tipo 25, os respectivos valores para os subgrupos de acordo com o tipo de tratamento utilizado foram 29,0% para medicamentos orais para redução da glicose6 apenas, 36,6% para medicamentos orais para redução da glicose6 mais insulina7 e 46,7% para insulina7 apenas.
1 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
2 Prevalência: Número de pessoas em determinado grupo ou população que são portadores de uma doença. Número de casos novos e antigos desta doença.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
5 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
6 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
7 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
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Medical Journal - 28/05/21
Em uma pesquisa publicada na revista Molecular Therapy, pesquisadores descrevem o desenvolvimento de uma droga experimental contra a COVID-19, que se mostrou capaz de reduzir em mais de 90% a carga viral em testes. O estudo apresenta uma terapêutica1 com pequeno RNA de interferência (siRNA) altamente eficaz contra a infecção2 por SARS-CoV-2 usando um novo sistema de entrega de nanopartículas lipídicas. Em ensaios com camundongos, o medicamento intravenoso conseguiu atacar o genoma do coronavírus e impedir sua replicação no órgão respiratório dos animais, através de uma abordagem chamada “silenciamento de genes”. O estudo sugere que essa abordagem poderia se provar altamente útil no tratamento da COVID-19 como uma terapia adjuvante para estratégias de vacinas atuais.
1 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
2 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
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Medical Journal - 27/05/21
A conservação da mama1 oferece um benefício de sobrevivência2 em comparação com a mastectomia3 quando os resultados são ajustados para os principais fatores de confusão, como comorbidade4 e status socioeconômico? Neste grande estudo de coorte5 baseado em dados nacionais coletados prospectivamente de 48.986 pacientes com câncer6 de mama1, publicado pelo JAMA Surgery, a sobrevida7 geral e específica ao câncer6 de mama1 foi significativamente melhor após a cirurgia conservadora da mama1 seguida de radioterapia8 do que após a mastectomia3 com ou sem radioterapia8, apesar do ajuste gradual para as características do tumor9, tratamento, demografia, comorbidade4 e histórico socioeconômico. Assim, se ambas as intervenções forem opções válidas, a mastectomia3 não deve ser considerada igual à conservação da mama1.
1 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
2 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
3 Mastectomia: Cirurgia através da qual extirpa-se parte ou a totalidade da mama. Pode estar indicada como tratamento do câncer de mama.
4 Comorbidade: Coexistência de transtornos ou doenças.
5 Estudo de coorte: Um estudo de coorte é realizado para verificar se indivíduos expostos a um determinado fator apresentam, em relação aos indivíduos não expostos, uma maior propensão a desenvolver uma determinada doença. Um estudo de coorte é constituído, em seu início, de um grupo de indivíduos, denominada coorte, em que todos estão livres da doença sob investigação. Os indivíduos dessa coorte são classificados em expostos e não-expostos ao fator de interesse, obtendo-se assim dois grupos (ou duas coortes de comparação). Essas coortes serão observadas por um período de tempo, verificando-se quais indivíduos desenvolvem a doença em questão. Os indivíduos expostos e não-expostos devem ser comparáveis, ou seja, semelhantes quanto aos demais fatores, que não o de interesse, para que as conclusões obtidas sejam confiáveis.
6 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
7 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
8 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
9 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
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Medical Journal - 26/05/21
Uma análise de 60 estudos que examinaram o diabetes tipo 21 pediátrico está detalhando o risco de hipertensão2 e albuminúria3 entre essa população de pacientes – sugerindo que uma ou ambas as comorbidades4 estavam presentes entre quase 1 em 5 pacientes. No estudo, publicado no JAMA Network Open, os marcadores de nefropatia5 relacionada ao diabetes6 foram comumente detectados em pacientes pediátricos com diabetes tipo 21 (25% tinham hipertensão2 e 22% tinham albuminúria3), com uma carga desproporcional observada entre os jovens indígenas e das ilhas do Pacífico. Estratégias de manejo personalizadas para direcionar os resultados renais são urgentemente necessárias em pacientes pediátricos com diabetes tipo 21 para aliviar os danos desta condição nos rins7.
1 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
2 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
3 Albuminúria: Presença de albumina na urina. A albuminúria pode ser um sinal de nefropatia diabética (doença nos rins causada pelas complicações do diabetes mal controlado) ou aparecer em infecções urinárias.
4 Comorbidades: Coexistência de transtornos ou doenças.
5 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
6 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
7 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
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Medical Journal - 26/05/21
Estudos epidemiológicos mostraram resultados contraditórios em relação à tendência temporal da doença renal1 em estágio terminal (DRET) em pessoas com diabetes2. Este estudo, publicado na revista Diabetes2 Care, teve como objetivo analisar a incidência3 de DRET, definida como terapia renal1 substitutiva (TRS) crônica, para investigar as tendências de tempo entre pessoas com e sem diabetes2 na Alemanha. Foi identificado que a taxa da incidência3 da TRS crônica entre pessoas com diabetes2 foi quase seis vezes maior do que entre pessoas sem diabetes2. Porém, um declínio consistente na taxa de incidência3 foi observado entre as pessoas com diabetes2 (3% de redução anual).
1 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
2 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
3 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
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Medical Journal - 25/05/21
Em um passo importante para a aprovação médica, o MDMA, uma droga ilegal popularmente conhecida como Ecstasy ou Molly, mostrou trazer alívio para aqueles que sofrem de transtorno de estresse pós-traumático grave quando combinada com psicoterapia. Das 90 pessoas que participaram do novo estudo, que foi publicado na revista Nature Medicine, aqueles que receberam MDMA durante a terapia experimentaram uma redução significativamente maior na gravidade de seus sintomas1 em comparação com aqueles que receberam terapia e um placebo2 inativo, e não experimentaram efeitos colaterais3 adversos graves. Dois meses após o tratamento, 67% dos participantes no grupo de MDMA não se qualificaram mais para o diagnóstico4 de TEPT, em comparação com 32% no grupo de placebo2.
1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
3 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
4 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
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Medical Journal - 25/05/21
O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é diagnosticado em aproximadamente 2,4% das crianças em idade pré-escolar. Os estimulantes são recomendados como tratamento medicamentoso de primeira linha. No entanto, até 25% das crianças em idade pré-escolar com TDAH são tratadas com medicamentos agonistas α2-adrenérgicos1, apesar das evidências mínimas sobre sua eficácia ou efeitos adversos nessa faixa etária. Essa nova pesquisa científica, publicada no JAMA, avaliou o tratamento com ambas as classes de medicamentos e identificou que a melhora dos sintomas2 foi observada em 66% das crianças que receberam agonistas α2-adrenérgicos1 e 78% das crianças que receberam estimulantes, com vários efeitos adversos sendo comumente mais relatados para os estimulantes.
1 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
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