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Em novo estudo, publicado no The American Journal of Gastroenterology, buscou-se determinar se a exposição precoce à terapia com mebendazol (um anti-parasitário, anti-helmíntico1) aumentaria a chance futura de desenvolver alguma doença inflamatória intestinal. De acordo com os achados do estudo, a exposição ao mebendazol para tratar infestações por helmintos2 antes dos 5 anos de idade aumenta o risco de colite3 ulcerativa de início na idade adulta, mas não de início pediátrico. Descobriu-se que o mebendazol, um derivado do benzimidazol, previne a formação de tubulina celular, provocando alterações degenerativas4 nos intestinos5 dos vermes helmintos2 parasitas encontrados no hospedeiro. Esses achados sugerem a importância das exposições precoces na formação do risco de doença inflamatória intestinal mais tarde na vida.
1 Anti-helmíntico: Diz-se da substância ou produto que combate vermes.
2 Helmintos: Designação comum a diversas espécies de vermes endoparasitas, pertencentes aos filos dos platelmintos, asquelmintos e outros de afinidade taxonômica incerta; verme.
3 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
4 Degenerativas: Relativas a ou que provocam degeneração.
5 Intestinos: Seção do canal alimentar que vai do ESTÔMAGO até o CANAL ANAL. Inclui o INTESTINO GROSSO e o INTESTINO DELGADO.
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A fibromialgia1 pode ser influenciada pelo status da microbiota2 intestinal, apontam dois estudos publicados no jornal científico PAIN. A fibromialgia1 é uma síndrome3 caracterizada por dores generalizadas, fadiga4, alterações de sono, alterações do hábito intestinal e diminuição da memória ou concentração. Essas características implicam a existência de uma “assinatura” inflamatória na doença. Embora multifatorial, hoje se sabe que a microbiota2 pode influenciar na gravidade da doença. Em um dos estudos, pesquisadores relatam como o perfil alterado de ácidos biliares séricos na fibromialgia1 está associado a alterações específicas do microbioma5 intestinal e gravidade dos sintomas6. No outro estudo, pesquisadores exploraram a composição alterada do microbioma5 em indivíduos com fibromialgia1.
1 Fibromialgia:
2 Microbiota: Em ecologia, chama-se microbiota ao conjunto dos microrganismos que habitam um ecossistema, principalmente bactérias, protozoários e outros microrganismos que têm funções importantes na decomposição da matéria orgânica e, portanto, na reciclagem dos nutrientes. Fazem parte da microbiota humana uma quantidade enorme de bactérias que vivem em harmonia no organismo e auxiliam a ação do sistema imunológico e a nutrição, por exemplo.
3 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
4 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
5 Microbioma: Comunidade ecológica de microrganismos comensais, simbióticos e patogênicos que compartilham nosso espaço corporal. Microbioma humano é o conjunto de microrganismos que reside no corpo do Homo sapiens, mantendo uma relação simbiótica com o hospedeiro. O conceito vai além do termo microbiota, incluindo também a relação entre as células microbianas e as células e sistemas humanos, por meio de seus genomas, transcriptomas, proteomas e metabolomas.
6 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
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A cirurgia bariátrica1 aumentou o risco de epilepsia2, mostrou um estudo canadense retrospectivo3 publicado no jornal científico Neurology. Durante um acompanhamento mínimo de 3 anos, os pacientes de cirurgia bariátrica1 tiveram um risco 45% maior de desenvolver epilepsia2 em comparação com pessoas que não fizeram cirurgia bariátrica1. Ocorrência de AVC durante o período de acompanhamento aumentou o risco de epilepsia2 para pacientes4 de cirurgia bariátrica1. Um estudo anterior já havia relatado que o risco de epilepsia2 é elevado após cirurgia bariátrica1 para perda de peso; no entanto, esta associação não havia sido adequadamente explorada. Esses novos achados sugerem que a epilepsia2 é um risco a longo prazo associado à cirurgia bariátrica1 para perda de peso.
1 Cirurgia Bariátrica:
2 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
3 Retrospectivo: Relativo a fatos passados, que se volta para o passado.
4 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
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A osteoporose1, uma condição em que os ossos se tornam porosos e mais fracos devido à perda de densidade óssea, é um importante problema de saúde2 durante o envelhecimento. Em um novo estudo publicado na revista eLife, foi demonstrado que os suplementos de cálcio em pessoas com menos de 35 anos podem melhorar significativamente os níveis de densidade mineral óssea total do corpo e do colo do fêmur3 e aumentar ligeiramente a densidade mineral óssea do colo do fêmur3, total do corpo e da coluna lombar. Essa melhora foi mais pronunciada em pessoas com idades entre 20 e 35 anos em comparação com aquelas com menos de 20 anos. Essas descobertas fornecem novas ideias e evidências sobre a suplementação4 de cálcio, mostrando que ela melhora significativamente a massa óssea, o que implica que a suplementação4 preventiva de cálcio antes ou perto de atingir o pico de massa óssea pode ser uma mudança na janela de intervenção para a osteoporose1.
1 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Colo do Fêmur: Porção comprimida do osso da coxa entre cabeça do fêmur e trocanter.
4 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
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O risco de suicídio foi maior em pessoas recentemente diagnosticadas com demência1, especialmente pacientes mais jovens, mostrou um estudo publicado no JAMA Neurology. Em comparação com pessoas que não tinham demência1, os suicídios aumentaram em pessoas que receberam um diagnóstico2 de demência1 nos últimos 3 meses. Para pessoas com menos de 65 anos, o risco de suicídio dentro de 3 meses após o diagnóstico2 foi 6,69 vezes maior do que em pacientes sem demência1. Em qualquer momento após o diagnóstico2, o risco de suicídio permaneceu elevado para pessoas mais jovens com demência1. E em qualquer momento e em qualquer idade, pessoas com comorbidades3 psiquiátricas tiveram um risco 1,52 vezes maior de suicídio. Dados os esforços atuais para melhorar as taxas de diagnóstico2 de demência1, esses achados enfatizam a importância da implementação concomitante da avaliação de risco de suicídio para os grupos de alto risco identificados.
1 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
2 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
3 Comorbidades: Coexistência de transtornos ou doenças.
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As empresas farmacêuticas Biogen e Eisai anunciaram que um medicamento que estão desenvolvendo para a doença de Alzheimer1 diminuiu a taxa de declínio cognitivo2 em um grande ensaio clínico em estágio avançado. O declínio cognitivo2 no grupo de voluntários que recebeu lecanemabe, um anticorpo3 de protofibrila anti beta-amiloide, foi reduzido em 27% em comparação com o grupo que recebeu placebo4 no ensaio clínico, que envolveu quase 1.800 participantes com comprometimento cognitivo2 leve ou doença de Alzheimer1 leve. Alguns especialistas disseram que a capacidade do medicamento de retardar o declínio cognitivo2 – em 0,45 em uma escala de 18 pontos – era modesta na melhor das hipóteses e pode não ser uma diferença que os pacientes nos estágios iniciais leves da doença notariam.
1 Doença de Alzheimer: É uma doença progressiva, de causa e tratamentos ainda desconhecidos que acomete preferencialmente as pessoas idosas. É uma forma de demência. No início há pequenos esquecimentos, vistos pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. Os pacientes tornam-se confusos e por vezes agressivos, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmos quando colocados frente a um espelho. Tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as atividades elementares como alimentação, higiene, vestuário, etc..
2 Cognitivo: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
3 Anticorpo: Proteína circulante liberada pelos linfócitos em reação à presença no organismo de uma substância estranha (antígeno).
4 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
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O monitoramento contínuo da pressão intraocular1, particularmente durante o sono, continua sendo um grande desafio no tratamento do glaucoma2. Neste estudo, publicado na revista Nature Communications, pesquisadores apresentam uma classe de lentes de contato gelatinosas inteligentes, que permitem o monitoramento contínuo da pressão intraocular1 por 24 horas, mesmo durante o sono. Foi demonstrado que as lentes inteligentes podem se encaixar perfeitamente em diferentes curvaturas e espessuras da córnea3 em olhos4 humanos e, portanto, medir com precisão a pressão intraocular1 absoluta em condições ambulatoriais. Avaliações in vivo confirmaram a precisão, repetibilidade e conforto da lentes. Os pesquisadores preveem que as lentes de contato gelatinosas inteligentes serão eficazes no tratamento do glaucoma2.
1 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
2 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
3 Córnea: Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.
4 Olhos:
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Pesquisadores descobriram que células1 de alguns tipos de câncer2 escaparam da destruição pelo sistema imunológico3 escondendo-se dentro de outras células1 cancerígenas. A descoberta, eles sugeriram em um artigo publicado na revista eLife, pode explicar por que alguns cânceres podem ser resistentes a tratamentos que deveriam tê-los destruído. No estudo, demonstrou-se em modelos de camundongos e amostras clínicas humanas que as células1 tumorais evitam a imunoterapia gerando estruturas célula4-em-célula4 transitórias únicas, que são resistentes à morte por células1 T e quimioterapias. Enquanto as células1 externas nesta formação célula4-em-célula4 são frequentemente mortas por células1 T reativas, as células1 internas permanecem intactas e se disseminam em células1 tumorais únicas quando as células1 T não estão mais presentes.
1 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
2 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
3 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
4 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
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Pesquisas anteriores já mostraram que os tumores abrigam várias misturas de bactérias. Agora, dois novos estudos, publicados na revista Cell, descobriram que os tumores também abrigam muitas espécies de fungos. Esse chamado microbioma1 tumoral está se mostrando tão distinto em cada tipo de câncer2 que alguns cientistas esperam encontrar sinais3 precoces de tumores ocultos medindo o DNA microbiano que eles derramam no sangue4. E algumas pesquisas sugerem que os micróbios podem tornar os tumores mais agressivos ou resistentes aos tratamentos. Se for esse o caso, pode ser possível combater o câncer2 atacando o microbioma1 de um tumor5 junto com o próprio tumor5. Em um dos novos estudos, análises pan-câncer2 revelam ecologias fúngicas6 específicas do tipo de câncer2 e interações de bacteriomas. Enquanto no outro estudo, uma análise pan-câncer2 de micobioma revela envolvimento fúngico7 em tumores gastrointestinais e pulmonares.
1 Microbioma: Comunidade ecológica de microrganismos comensais, simbióticos e patogênicos que compartilham nosso espaço corporal. Microbioma humano é o conjunto de microrganismos que reside no corpo do Homo sapiens, mantendo uma relação simbiótica com o hospedeiro. O conceito vai além do termo microbiota, incluindo também a relação entre as células microbianas e as células e sistemas humanos, por meio de seus genomas, transcriptomas, proteomas e metabolomas.
2 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
3 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
4 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
5 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
6 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
7 Fúngico: Relativo à ou produzido por fungo.
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‘Superidosos’ – pessoas com 80 anos ou mais com memórias excepcionalmente boas – podem ter neurônios1 maiores do que o esperado em seu córtex entorrinal, uma região do cérebro2 que é crítica para a memória. Um novo estudo, publicado no Journal of Neuroscience, mostrou que, entre os superidosos, seus neurônios1 do córtex entorrinal eram cerca de 10% maiores do que os das pessoas que morreram em uma idade semelhante com uma memória a ser esperada. Os neurônios1 dos superidosos também eram cerca de 5% maiores do que os das pessoas que morreram 40 anos mais jovens, sugerindo que neurônios1 maiores que a média podem contribuir para uma memória excepcional aos 80 anos ou mais. Os superidosos também tinham substancialmente menos emaranhados de tau dentro de seus neurônios1 do que suas contrapartes que morreram em uma idade semelhante. Um acúmulo anormal de tau foi sugerido como causa da doença de Alzheimer3.
1 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
2 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
3 Doença de Alzheimer: É uma doença progressiva, de causa e tratamentos ainda desconhecidos que acomete preferencialmente as pessoas idosas. É uma forma de demência. No início há pequenos esquecimentos, vistos pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. Os pacientes tornam-se confusos e por vezes agressivos, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmos quando colocados frente a um espelho. Tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as atividades elementares como alimentação, higiene, vestuário, etc..
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