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Um estudo com quase 2.000 crianças descobriu que aquelas que relataram jogar videogame por três horas por dia ou mais tiveram melhor desempenho em testes de habilidades cognitivas envolvendo controle de impulsos e memória de trabalho1 em comparação com crianças que nunca jogaram videogames. Publicado no JAMA Network Open, o estudo examinou dados de pesquisa, cognitivos2 e de imagens cerebrais de crianças com idades entre 9 e 10 anos. Os pesquisadores descobriram que as crianças que relataram jogar videogame por três ou mais horas por dia eram mais rápidas e precisas em ambas as tarefas cognitivas do que aquelas que nunca jogaram. Eles também observaram que as diferenças na função cognitiva3 observadas entre os dois grupos foram acompanhadas por diferenças na atividade cerebral.
1 Memória de trabalho: Atua no momento em que a informação está sendo adquirida, retendo a informação por alguns segundos e, então, a destinando a ser guardada por períodos mais longos ou a ser descartada. A memória de trabalho pode, ainda, armazenar dados por via inconsciente. Difere da memória de curto prazo pois esta trabalha com as informações por algumas horas até que sejam gravadas de forma definitiva.
2 Cognitivos: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
3 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
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Segundo um novo estudo, publicado no JAMA Network Open, crianças cujas mães consumiram produtos contendo cafeína em taxas bem acima da média durante a gravidez1 acabaram sendo mais baixas do que filhos de mulheres com menor ingestão de cafeína. Em duas coortes acompanhadas prospectivamente, com cerca de 2.400 crianças no total, os filhos de mulheres com o maior consumo tiveram em média 1,5 a 2,2 cm a menos nas idades de 7 a 8 anos. O estudo demonstrou que a exposição intrauterina a níveis crescentes de cafeína e paraxantina, mesmo em baixas quantidades, foi associada a menor estatura na primeira infância. A implicação clínica das reduções na altura e no peso não é clara; no entanto, as reduções foram aparentes mesmo com níveis de consumo de cafeína abaixo das diretrizes clinicamente recomendadas de menos de 200 mg por dia.
1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
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Se a redução da pressão arterial1 tem efeito sobre o risco de demência2 ou não, continua sendo uma questão importante na elaboração de políticas de saúde3 pública e diretrizes clínicas. Nesta metanálise, publicada no European Heart Journal, os pesquisadores mostraram que há um efeito significativo do tratamento da pressão arterial1 na redução das chances de demência2 em uma população idosa com histórico de hipertensão4. A regressão logística multinível relatou uma razão de chances ajustada de 0,87 a favor do tratamento anti-hipertensivo, reduzindo o risco de demência2 incidente5 com uma redução média da pressão arterial1 de 10/4 mmHg. Esses achados apoiam os benefícios do tratamento anti-hipertensivo no final da meia idade e na velhice para reduzir o risco de demência2.
1 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
2 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
5 Incidente: 1. Que incide, que sobrevém ou que tem caráter secundário; incidental. 2. Acontecimento imprevisível que modifica o desenrolar normal de uma ação. 3. Dificuldade passageira que não modifica o desenrolar de uma operação, de uma linha de conduta.
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A associação de ooforectomia1 bilateral na pré-menopausa2 com parkinsonismo e doença de Parkinson3 permanece controversa. Neste estudo, publicado no JAMA Network Open, mulheres na pré-menopausa2 submetidas à ooforectomia1 bilateral antes dos 43 anos de idade tiveram um risco aumentado de parkinsonismo e doença de Parkinson3 em comparação com mulheres que não foram submetidas à ooforectomia1 bilateral. Esses achados sugerem que uma redução na prática de ooforectomia1 bilateral profilática em mulheres na pré-menopausa2 com risco médio de câncer4 de ovário5 pode ter um benefício substancial na redução do risco de parkinsonismo e doença de Parkinson3.
1 Ooforectomia: Ablação ou retirada de um ou dos dois ovários.
2 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
3 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
4 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
5 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
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Aderir a uma dieta pobre em carboidratos ajudou as pessoas com pré-diabetes1 a reduzir sua HbA1c2 em apenas alguns meses, segundo um ensaio clínico randomizado3 publicado no JAMA Network Open. Em comparação com aqueles comendo sua dieta típica, as pessoas com HbA1c2 elevada e não tratada que ingeriram uma dieta baixa em carboidratos tiveram uma melhora significativamente maior na glicemia de jejum4 (-10,3 mg/dL5) no mês 6. Aqueles na dieta low carb, que também incluiu aconselhamento dietético, também viram uma queda 0,23% maior na HbA1c2. Embora os pesquisadores reconhecessem que essa redução da HbA1c2 era “modesta”, eles explicaram que ainda era um pouco maior do que a redução de 0,17% observada no braço de intervenção no estilo de vida, e que posteriormente levou a uma redução de 58% no risco de progressão para o diabetes tipo 26 ao longo de 2,8 anos.
1 Pré-diabetes: Condição em que um teste de glicose, feito após 8 a 12 horas de jejum, mostra um nível de glicose mais alto que o normal mas não tão alto para um diagnóstico de diabetes. A medida está entre 100 mg/dL e 125 mg/dL. A maioria das pessoas com pré-diabetes têm um risco aumentado de desenvolver diabetes tipo 2.
2 HbA1C: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
3 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
4 Glicemia de jejum: Teste que checa os níveis de glicose após um período de jejum de 8 a 12 horas (frequentemente dura uma noite). Este teste é usado para diagnosticar o pré-diabetes e o diabetes. Também pode ser usado para monitorar pessoas com diabetes.
5 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
6 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
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Além da intervenção no estilo de vida, tomar 2,4 mg de semaglutida (Wegovy) uma vez por semana levou a maiores reduções no índice de massa corporal1 (IMC2) e no peso corporal para adolescentes com obesidade3, mostrou um estudo randomizado4 publicado no The New England Journal of Medicine. Às 68 semanas, a alteração média no IMC2 da linha de base foi uma redução de 16,1% com o agonista5 do receptor de peptídeo-1 semelhante ao glucagon6 (GLP-1) e um aumento de 0,6% com placebo7. Além disso, 73% dos participantes do grupo semaglutida tiveram perda de peso de 5% ou mais em comparação com 18% dos participantes do grupo placebo7; enquanto isso, 62% versus 8%, respectivamente, tiveram perda de peso de 10% ou mais, e 37% versus 3% tiveram perda de peso de 20% ou mais. Em média, os participantes recebendo semaglutida perderam 15,3 kg, enquanto aqueles recebendo placebo7 ganharam 2,4 kg em 68 semanas.
1 Índice de massa corporal: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
2 IMC: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
3 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
4 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
5 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
6 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
7 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
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Mulheres com histórico de infertilidade1, especialmente aquelas que nunca tiveram filhos, eram mais propensas a desenvolver depressão e ansiedade na meia-idade do que mulheres sem infertilidade1, segundo um novo estudo apresentado no encontro anual da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva. Mulheres com infertilidade1, incluindo aquelas que não engravidaram depois de tentar por pelo menos 1 ano, tiveram um risco aumentado de sintomas2 depressivos antes da menopausa3. Mulheres incapazes de ter filhos – que não tiveram filhos involuntariamente – enfrentaram um risco ainda maior de depressão que antecedeu a menopausa3. Mulheres com histórico de infertilidade1 também tiveram um risco aumentado de ansiedade durante a transição da menopausa3, assim como aquelas que não tiveram filhos involuntariamente.
1 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
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Folículos capilares1 maduros foram cultivados em laboratório pela primeira vez, em um movimento que poderia um dia tratar a perda de cabelo2. Ao modificar as células3 embrionárias da pele4 de camundongos, os pesquisadores criaram folículos capilares1 que cresceram até 3 milímetros de comprimento ao longo de um mês, segundo relatado no estudo publicado na revista Science Advances. Foi realizada a reprogramação de microambientes tridimensionais para indução de folículo piloso5 in vitro. Uma abordagem chave é modular as distribuições espaciais de células3 epiteliais e mesenquimais6 em sua organização espontânea. Os folículos capilares1 criados do zero com características morfológicas típicas emergiram em agregados dos dois tipos de células3, denominados folicloides capilares1, e hastes capilares1 brotaram com eficiência próxima de 100% in vitro.
1 Capilares: Minúsculos vasos que conectam as arteríolas e vênulas.
2 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
3 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
4 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
5 Folículo Piloso: Invaginação (forma de tubo) da EPIDERME, a partir da qual se desenvolve o folículo piloso e se abrem as GLÂNDULAS SEBÁCEAS. O folículo é revestido por uma bainha (radicular interna e externa) de células de origem epidérmica e revestido por uma bainha fibrosa originada da derme. (Tradução livre do original
6 Mesenquimais: Relativo ao mesênquima; mesenquimático, mesenquimatoso. Mesênquima, na embriologia, é o tecido mesodérmico embrionário dos vertebrados, pouco diferenciado, que origina os tecidos conjuntivos no adulto. Na anatomia geral, no adulto, é o tecido conjuntivo comum e indiferenciado.
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Um novo estudo, com publicação no Journal of the National Cancer1 Institute, sugeriu que o uso de alisadores químicos de cabelo2 com frequência pode representar um pequeno risco de câncer1 uterino. As taxas da doença ainda são relativamente baixas, e a pesquisa também não mostrou definitivamente que os alisadores de cabelo2 causam câncer1. Mas as descobertas são motivo de preocupação. Para as mulheres do estudo que nunca usaram alisadores de cabelo2, o risco de desenvolver câncer1 uterino aos 70 anos foi de 1,64%, enquanto a taxa para usuárias frequentes de alisadores foi mais que o dobro, chegando a 4,05%. Embora o risco aumentado tenha sido encontrado entre mulheres de todas as origens raciais e étnicas, as mulheres negras podem ser desproporcionalmente afetadas: 60% das participantes que relataram usar alisadores de cabelo2 se identificaram como mulheres negras.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
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O tratamento com os medicamentos relatlimabe e nivolumabe antes da remoção cirúrgica de um tipo de câncer1 chamado melanoma2 resultou na inviabilidade dos tumores em 57% dos indivíduos, e não foram observados efeitos adversos graves. Pessoas com uma resposta favorável ao tratamento tiveram um melhor resultado de sobrevida3 do que aquelas que não responderam. O artigo relatando o uso de terapia neoadjuvante com relatlimabe e nivolumabe no melanoma2 ressecável foi publicado na revista Nature. Os resultados indicam que essa imunoterapia combinada induz uma alta taxa de resposta completa patológica, com a segurança durante a terapia neoadjuvante sendo favorável em comparação com outros regimes de imunoterapia combinada.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
3 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
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