news.med.br
Medical Journal - 28/09/21
Estudo recente, publicado na revista Science, apresenta novas evidências sobre como queimamos calorias1. Usando dados previamente coletados de mais de 6.400 indivíduos com idades variando de 8 dias a 95 anos, e ajustando o tamanho do corpo e a quantidade de gordura2 e músculos3 presentes, descobriu-se que o metabolismo4 humano geralmente passa por quatro fases distintas na vida. Os resultados relatam que o gasto energético ajustado pela massa magra5 acelera rapidamente em neonatos6 para ∼50% acima dos valores de adultos em ∼1 ano; diminui lentamente para os níveis de adulto em cerca de 20 anos; permanece estável na idade adulta (20 a 60 anos), mesmo durante a gravidez7; então diminui em idosos. Essas mudanças lançam luz sobre o desenvolvimento humano e o envelhecimento e devem ajudar a moldar as estratégias de nutrição8 e saúde9 ao longo da vida.
1 Calorias: Dizemos que um alimento tem ”x” calorias, para nos referirmos à quantidade de energia que ele pode fornecer ao organismo, ou seja, à energia que será utilizada para o corpo realizar suas funções de respiração, digestão, prática de atividades físicas, etc.
2 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
3 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
4 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
6 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Nutrição: Incorporação de vitaminas, minerais, proteínas, lipídios, carboidratos, oligoelementos, etc. indispensáveis para o desenvolvimento e manutenção de um indivíduo normal.
9 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
   [Mais...]

Medical Journal - 27/09/21
A melhora dos níveis de glicose1 para a faixa normal pode ocorrer em algumas pessoas que vivem com diabetes2, espontaneamente ou após intervenções médicas e, em alguns casos, pode persistir após a suspensão da farmacoterapia para redução da glicose1. Essa melhora sustentada pode agora estar ocorrendo com mais frequência devido a novas formas de tratamento. Para atualizar as discussões anteriores sobre este assunto, um grupo internacional de especialistas foi convocado pela American Diabetes2 Association para propor nomenclatura e princípios para coleta e análise de dados, com o objetivo de estabelecer uma base de informações para apoiar futuras orientações clínicas. Este grupo propôs “remissão” como o termo descritivo mais apropriado e HbA1c3 menor que 6,5% (48 mmol/mol) medida pelo menos 3 meses após a interrupção da farmacoterapia para redução da glicose1 como o critério diagnóstico4 usual.
1 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
2 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
3 HbA1C: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
4 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
   [Mais...]

Medical Journal - 27/09/21
Existem poucos estudos testando a quantidade de perda de peso necessária para atingir a remissão inicial do diabetes mellitus1 tipo 2 (DM2) após a cirurgia bariátrica2 e nenhum estudo publicado com o uso da perda de peso para prever a remissão inicial do DM2 em pacientes que passaram por gastrectomia vertical, ou sleeve gástrico. Neste estudo, publicado na revista Diabetes3 Care, foi demonstrado que a perda de peso após a cirurgia bariátrica2 está fortemente associada à remissão inicial do diabetes tipo 24; no entanto, acima de um limiar de 20% de perda de peso total, as taxas de remissão inicial do diabetes3 não aumentaram substancialmente. Atingir esse limiar também está associado à remissão inicial, mesmo em pacientes que tradicionalmente apresentam taxas mais baixas de remissão, como pacientes que tomam insulina5.
1 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
2 Cirurgia Bariátrica:
3 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
4 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
5 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
   [Mais...]

Saúde - 24/09/21
Apesar de ser responsável por causar 35% das mortes em mulheres a cada ano, as doenças cardiovasculares1 em mulheres permanecem pouco estudadas, pouco reconhecidas, pouco diagnosticadas e pouco tratadas, com mulheres sub-representadas nos ensaios clínicos2. Para enfrentar essas desigualdades, 17 especialistas de 11 países criaram o primeiro relatório global sobre doenças cardiovasculares1 em mulheres, publicado pelo The Lancet. A comissão liderada por mulheres apresenta 10 novas recomendações ambiciosas para enfrentar as discrepâncias no diagnóstico3, tratamento e prevenção para reduzir as doenças cardiovasculares1 em mulheres.
1 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
2 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
   [Mais...]

Medical Journal - 23/09/21
Novo estudo, publicado na revista Science, revelou um mecanismo cerebral específico da cocaína, que tem a particularidade de desencadear um aumento maciço da serotonina além do aumento da dopamina1 comum a todas as drogas. A serotonina atua como um freio intrínseco à superexcitação do sistema de recompensa provocado pela dopamina1, o neurotransmissor que causa o vício. O estudo mostrou que níveis elevados de serotonina podem prevenir o desenvolvimento da busca compulsiva de cocaína e do vício em camundongos. Assim, os resultados sugerem que a serotonina desempenha um papel essencial na modulação do risco de desenvolver dependência.
1 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
   [Mais...]

Medical Journal - 22/09/21
A quantificação das consequências potenciais associadas ao uso de anestesia1 epidural2 durante o trabalho de parto pode ajudar a melhorar a segurança e a qualidade do trabalho de parto e da assistência ao parto para parturientes3. Em um estudo publicado no JAMA Network Open, pesquisadores descobriram que o uso de anestesia1 epidural2 em mulheres nulíparas4 a termo submetidas a parto vaginal estava associado a um risco aumentado de infecção5 neonatal. As infecções6 entre os recém-nascidos ocorreram a uma taxa de 4,4% quando as mães receberam anestesia1 epidural2, contra 1,8% sem a anestesia1. As taxas de sepse7 também foram significativamente maiores na coorte8 epidural2. Ainda alguns resultados maternos adversos foram mais comuns com uso de anestesia1 epidural2. Estes incluíram febre9 (15,4% vs 3,8%) e corioamnionite (7,4% vs 1,8%).
1 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
2 Epidural: Mesmo que peridural. Localizado entre a dura-máter e a vértebra (diz-se do espaço do canal raquidiano). Na anatomia geral e na anestesiologia, é o que se localiza ou que se faz em torno da dura-máter.
3 Parturientes: Puérperas. Mulheres que estão prestes a dar à luz ou deram à luz há pouco tempo.
4 Nulíparas: Mulheres que nunca pariram.
5 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
6 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
7 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
8 Coorte: Grupo de indivíduos que têm algo em comum ao serem reunidos e que são observados por um determinado período de tempo para que se possa avaliar o que ocorre com eles. É importante que todos os indivíduos sejam observados por todo o período de seguimento, já que informações de uma coorte incompleta podem distorcer o verdadeiro estado das coisas. Por outro lado, o período de tempo em que os indivíduos serão observados deve ser significativo na história natural da doença em questão, para que haja tempo suficiente do risco se manifestar.
9 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
   [Mais...]

Medical Journal - 22/09/21
Um novo estudo indica que uma enzima1 chamada proteína fosfatase 2A (PP2A) parece ser um dos principais fatores que causam a pré-eclâmpsia2, uma perigosa complicação da gravidez3 caracterizada pelo desenvolvimento de pressão alta e excesso de proteína na urina4. A descoberta, publicada na revista Circulation Research, pode levar a novos tratamentos para a pré-eclâmpsia2 além do parto prematuro, que muitas vezes é a única opção. No estudo foi demonstrado que a ativação da proteína fosfatase 2A via ApoER2 em trofoblastos5 estimula a pré-eclâmpsia2 em um modelo de camundongo da síndrome6 antifosfolípide. Os anticorpos7 antifosfolípides circulantes característicos da síndrome6 antifosfolípide alteram a função do trofoblasto8 da placenta para causar pré-eclâmpsia2 e também colocar o feto9 em perigo.
1 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
2 Pré-eclâmpsia: É caracterizada por hipertensão, edema (retenção de líquidos) e proteinúria (presença de proteína na urina). Manifesta-se na segunda metade da gravidez (após a 20a semana de gestação) e pode evoluir para convulsão e coma, mas essas condições melhoram com a saída do feto e da placenta. No meio médico, o termo usado é Moléstia Hipertensiva Específica da Gravidez. É a principal causa de morte materna no Brasil atualmente.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
5 Trofoblastos: Células que revestam a parte externa do BLASTOCISTO. Depois que os trofoblastos se ligam ao ENDOMÉTRIO, desenvolvem duas camadas distintas
6 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
7 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
8 Trofoblasto: Na embriologia, é a camada de células epiteliais que forma a parede externa da blástula dos mamíferos (blastocisto) e atua na implantação e nutrição do embrião. É a camada de células que vem a formar a camada superficial da placenta.
9 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
   [Mais...]

Medical Journal - 21/09/21
O hipotireoidismo1 é considerado uma causa ou um forte fator de risco2 para depressão, mas estudos recentes fornecem evidências conflitantes sobre a existência e a extensão da associação. Neste estudo, publicado no JAMA Psychiatry, hipotireoidismo1 e depressão clínica foram associados, com uma associação mais forte com o hipotireoidismo1 evidente do que com o subclínico. Assim, o tamanho do efeito para a associação entre hipotireoidismo1 e depressão clínica foi consideravelmente menor do que o anteriormente assumido, e a associação modesta foi possivelmente restrita ao hipotireoidismo1 evidente e a indivíduos do sexo feminino. A autoimunidade3 por si só pode não ser o fator determinante dessa comorbidade4.
1 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
2 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
3 Autoimunidade: 1. Estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias. 2. Autoalergia.
4 Comorbidade: Coexistência de transtornos ou doenças.
   [Mais...]

Medical Journal - 21/09/21
Por centenas de anos, as pessoas observaram que a gravidade da asma1 costuma piorar à noite. Uma questão de longa data tem sido até que ponto o relógio circadiano interno do corpo – em oposição a comportamentos, como sono e atividades físicas – contribui para o agravamento da gravidade da asma1. Agora, em um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, pesquisadores descobriram a influência do sistema circadiano, revelando um papel fundamental do relógio biológico na asma1.
1 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
   [Mais...]

Medical Journal - 20/09/21
A síncope1 vasovagal, ou síndrome2 vasovagal recorrente é comum, responde mal ao tratamento e causa trauma físico e baixa qualidade de vida. A midodrina previne hipotensão3 e síncope1 durante os testes de inclinação em pacientes com síncope1 vasovagal. O objetivo deste estudo, publicado no Annals of Internal Medicine, foi determinar se a midodrina pode prevenir a síncope1 vasovagal em condições clínicas usuais. Em comparação com os pacientes que receberam placebo4, menos pacientes que receberam midodrina tiveram pelo menos um episódio de síncope1, com uma redução do risco absoluto de 19 pontos percentuais. O estudo concluiu que a midodrina pode reduzir a recorrência5 da síncope1 em pacientes saudáveis e jovens com alta carga de síncope1.
1 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
2 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
3 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
4 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
5 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
   [Mais...]

Mostrar: 10
<< - « Anteriores - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 - Próximos » - >>
71 a 80 (Total: 2951)
  • Entrar
  • Receber conteúdos