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Medical Journal - 11/08/21
Crianças com diabetes tipo 21 correm alto risco de desenvolver complicações graves – variando de hipertensão2 a doença renal3 – por volta dos 20 ou 30 anos, de acordo com um estudo de 15 anos com centenas de jovens com a doença, publicado no The New England Journal of Medicine. Os pesquisadores descobriram que, ao final do período de estudo, 60% dos participantes – que tinham em média 26 anos na época – desenvolveram pelo menos uma complicação relacionada ao diabetes4. Assim, o estudo concluiu que, para pessoas que tiveram início de diabetes tipo 21 na juventude, o risco de complicações, incluindo complicações microvasculares, aumentou de forma constante ao longo do tempo e afetou a maioria dos participantes no início da idade adulta.
1 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
2 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
3 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
4 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
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Medical Journal - 11/08/21
O diabetes tipo 21 é um fator de risco2 estabelecido para demência3. No entanto, os papéis do controle glicêmico e das complicações diabéticas no desenvolvimento da demência3 foram menos fundamentados. Este estudo, publicado na revista Diabetes4 Care, examinou as associações de níveis longitudinais de HbA1c5 e complicações diabéticas com o risco de incidência6 de demência3 entre pacientes com diabetes tipo 21. Os resultados mostraram que níveis de HbA1c5 mais altos ou instáveis e a presença de complicações diabéticas em pacientes com diabetes tipo 21 estão associados a um risco aumentado de demência3. Assim, o controle eficaz da glicemia7 pode ter um papel significativo na manutenção da saúde8 cognitiva9 entre idosos com diabetes4.
1 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
2 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
3 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
4 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
5 HbA1C: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
6 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
7 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
8 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
9 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
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Medical Journal - 28/07/21
O diabetes tipo 11 resulta da destruição autoimune2 de células3 β. O inibidor da tirosina4 quinase imatinibe pode afetar as vias imunológicas e metabólicas relevantes, e estudos pré-clínicos mostram que ele reverte e previne o diabetes5. Neste estudo, publicado pelo The Lancet Diabetes5 & Endocrinology, um curso de 26 semanas com imatinibe preservou a função das células3 β em 12 meses em adultos com diabetes tipo 11 de início recente. Dessa forma, o imatinibe pode oferecer um novo meio de alterar o curso do diabetes tipo 11. Considerações futuras são definir a dose ideal e a duração da terapia, entre outras avaliações; no entanto, é necessário um monitoramento cuidadoso para possíveis toxicidades.
1 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
2 Autoimune: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
3 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
4 Tirosina: É um dos aminoácidos polares, sem carga elétrica, que compõem as proteínas, caracterizado pela cadeia lateral curta na qual está presente um anel aromático e um grupamento hidroxila.
5 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
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Medical Journal - 28/07/21
A tirzepatida é um antidiabético de ação dual por atuar como um agonista1 no receptor do polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose2 (GIP) e no receptor do peptídeo 1 semelhante ao glucagon3 (GLP-1), que está em desenvolvimento para o tratamento do diabetes tipo 24. Em um ensaio clínico de adultos com diabetes tipo 24, publicado no The New England Journal of Medicine, a tirzepatida em todas as doses (5 mg, 10 mg e 15 mg) foi não inferior – e ainda se mostrou superior – na redução dos níveis de hemoglobina glicada5 ao longo de 40 semanas, quando comparada à semaglutida injetável.
1 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
2 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
3 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
4 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
5 Hemoglobina glicada: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
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Medical Journal - 15/07/21
Uma pesquisa publicada na revista Diabetes1 Care buscou determinar o risco de cetoacidose diabética2 e mortalidade3 por todas as causas entre adolescentes e adultos jovens com diabetes tipo 14 com e sem transtorno alimentar. Na base populacional avaliada, de Ontário, Canadá, dentre as pessoas com 10 a 39 anos de idade com diabetes tipo 14, 0,8% tinham histórico de transtornos alimentares. A pesquisa demonstrou que adolescentes e adultos jovens com diabetes tipo 14 e transtornos alimentares têm mais do que o triplo do risco de cetoacidose diabética2 e quase seis vezes mais risco de morte em comparação com seus pares sem transtornos alimentares.
1 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
2 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
3 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
4 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
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Medical Journal - 15/07/21
Estudo publicado na revista Diabetes1 Care buscou determinar se a interrupção do tempo sentado com breves sessões de atividades de resistência simples em diferentes frequências melhora a glicose2 pós-prandial, a insulina3 e os triglicerídeos em adultos com diabetes tipo 24 controlado por medicação. Foi demonstrado que a interrupção do tempo sentado prolongado com atividades de resistência simples de 6 minutos a cada 60 minutos reduziu as respostas da glicose2 pós-prandial e da insulina3, tanto em comparação com estar sentado ininterruptamente por 7h, quanto em comparação com atividades de resistência simples de 3 minutos a cada 30 minutos. Não houve efeito estatisticamente significativo quanto aos triglicerídeos.
1 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
2 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
3 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
4 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
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Medical Journal - 01/07/21
Internacionalmente, estudos têm mostrado associações entre lipídios e glicemia1. A doença cardiovascular é atualmente a causa mais importante de mortalidade2 e incapacidade em pessoas com ou sem diabetes3 em todo o mundo. Hiperglicemia4 e dislipidemia estão entre os principais contribuintes para o risco de doença cardiovascular. Neste estudo, publicado na revista Scientific Reports, foi demonstrado que, entre aqueles com pré-diabetes5, o aumento da glicemia1 está associado a um declínio adverso significativo no colesterol6 HDL7, especificamente em mulheres.
1 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
2 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
3 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
4 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
5 Pré-diabetes: Condição em que um teste de glicose, feito após 8 a 12 horas de jejum, mostra um nível de glicose mais alto que o normal mas não tão alto para um diagnóstico de diabetes. A medida está entre 100 mg/dL e 125 mg/dL. A maioria das pessoas com pré-diabetes têm um risco aumentado de desenvolver diabetes tipo 2.
6 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
7 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
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Medical Journal - 01/07/21
Os avanços na tecnologia do diabetes1 transformaram o paradigma do tratamento para o diabetes tipo 12, mas o fardo da doença é significativo. Em artigo publicado na revista Diabetes1 Care, pesquisadores relatam um estudo de segurança fundamental do primeiro sistema de administração de insulina3 automatizado, sem câmara, no corpo, com alvos glicêmicos personalizáveis. O sistema automatizado de administração de insulina3 se mostrou seguro e permitiu aos participantes melhorar significativamente os níveis de HbA1c4 e o tempo na faixa de glicose5 alvo com uma ocorrência muito baixa de hipoglicemia6.
1 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
2 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
3 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
4 HbA1C: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
5 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
6 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
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Medical Journal - 21/06/21
A adesão aos medicamentos é baixa por vários motivos, incluindo o custo suportado pelos pacientes. Em um ensaio clínico randomizado1 realizado no Canadá, com resultados publicados na revista PLOS Medicine, observou-se que a distribuição gratuita de medicamentos essenciais para pacientes2 com não adesão relacionada ao custo aumentou substancialmente a adesão, não afetou os desfechos de saúde3 substitutos e reduziu os custos totais de saúde3 ao longo de 2 anos. A adesão a todos os medicamentos prescritos apropriados foi de 38,7% no grupo de distribuição gratuita e 28,6% no grupo de acesso usual após 2 anos.
1 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
2 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
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Medical Journal - 31/05/21
A depressão é um dos principais contribuintes para o fardo de doenças em todo o mundo. As intervenções digitais de saúde1 mental podem resolver a lacuna de tratamento em países de baixa e média renda, mas a eficácia nesses países é desconhecida. Neste estudo, publicado pelo JAMA, uma proporção significativamente maior de participantes que receberam a intervenção digital, em comparação com o tratamento usual aprimorado, experimentou pelo menos 50% de redução nos sintomas2 depressivos em 3 meses (40,7% vs 28,6% no Brasil; 52,7% vs 34,1% no Peru), embora as diferenças não fossem mais estatisticamente significativas em 6 meses.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
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