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Medical Journal
Estudos destacam que a ultrassonografia1 de alta resolução e alta frequência é cada vez mais utilizada em dermatologia para a visualização não invasiva e em tempo real das estruturas e patologias da pele2, sendo capaz de fornecer informações cruciais que complementam o exame clínico. Ela permite avaliar com precisão a gravidade e a atividade de diversas dermatoses inflamatórias. Também é útil no diagnóstico3 e planejamento pré-operatório de tumores de pele2. Além disso, pode reduzir a necessidade de biópsia4 cutânea5 em algumas situações, o que é especialmente útil na população pediátrica e em distúrbios das unhas6 e do cabelo7.
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Pessoas que consomem mais conservantes alimentares podem ter um risco maior de desenvolver diabetes tipo 21, de acordo com um estudo publicado na revista Nature Communications. Dos 17 conservantes utilizados por pelo menos 10% da população estudada, 12 foram associados a uma maior incidência2 de diabetes tipo 21. Isso incluiu tanto aditivos não antioxidantes, como o sorbato de potássio, quanto aditivos antioxidantes, como o ácido cítrico.
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Um estudo publicado pelo The BMJ sugeriu que o maior consumo de conservantes alimentares, amplamente utilizados em alimentos e bebidas processados, está associado a um risco aumentado de câncer1. A maioria dos conservantes ligados a esse risco aumentado eram não antioxidantes. Considerando o uso disseminado desses aditivos, o estudo tem importantes implicações para a saúde2 pública, afirmaram os pesquisadores.
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Pequenas mudanças nos hábitos de sono, alimentação e exercícios podem ter um grande impacto na longevidade. De acordo com uma análise de dados de quase 60.000 pessoas, publicada no periódico eClinicalMedicine, alguns minutos extras de sono por dia, ou cerca de 2 minutos a mais de atividade física moderada a vigorosa, ou meia porção extra de vegetais no jantar podem adicionar um ano às nossas vidas. Os resultados corroboram um segundo estudo, publicado no The Lancet, que aponta que a prática de 5 minutos extras de exercícios moderados a vigorosos por dia poderia evitar cerca de 10% das mortes em um acompanhamento de 8 anos.
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O sequestro de organelas produtoras de energia das células1 imunológicas parece ajudar tumores em camundongos a infiltrar os linfonodos2. De acordo com um estudo publicado na revista Cell Metabolism, células1 cancerígenas usam mitocôndrias3 roubadas de células1 imunológicas para se espalhar e escapar da detecção.
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Pesquisadores descobriram, em camundongos, que múltiplos nutrientes e características das células1 cancerígenas atuam em conjunto para controlar a disseminação do câncer2 de mama3 para outros órgãos. Em estudo publicado na revista Nature, a equipe relata que as células1 cancerígenas da mama3 necessitam do nutriente purina para metastatizar, independentemente de sua localização. As descobertas esclarecem o processo de metástase4 do câncer2 e podem levar a terapias mais personalizadas para o câncer2 de mama3.
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Novo estudo publicado no The Lancer Gastroenterology & Hepatology demonstrou que a apendicectomia como adjuvante à terapia avançada em pacientes expostos a biológicos com retocolite ulcerativa ativa foi associada a taxas de remissão clínica mais altas em 12 meses em comparação com a troca para um inibidor de JAK, sugerindo eficácia potencial, e o procedimento pode ser realizado com segurança nesse grupo de pacientes.
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Em um artigo publicado na revista Nature, pesquisadores investigaram caminhos alternativos para aliviar a experiência emocional negativa da dor, mantendo o processamento sensorial intacto. Eles identificaram os neurônios1 envolvidos no sofrimento emocional associado à dor e desenvolveram uma abordagem genética que pode aliviar o sofrimento sem o uso de opioides.
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Mulheres vacinadas contra o HPV apresentaram um risco 37% menor de desenvolver lesões1 vulvovaginais de alto grau em comparação com mulheres não vacinadas. Essa redução aumentou para 55% entre as mulheres vacinadas entre os 10 e 16 anos de idade, o que reforça os benefícios da imunização2 precoce. Os benefícios foram observados mesmo em mulheres que receberam apenas uma dose da vacina3. As descobertas são de um estudo publicado no periódico JAMA Oncology.
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Cientistas desenvolveram um novo medicamento promissor que parece ser eficaz em retardar a progressão da doença de Alzheimer1 antes mesmo de ela se instalar. As descobertas foram publicadas na revista Alzheimers & Dementia. O medicamento se chama NU-9 e foi testado em modelos de camundongos com Alzheimer2. Descobriu-se que ele é capaz de reduzir significativamente os níveis de moléculas de proteína tóxicas chamadas oligômeros beta-amiloides, que podem se agregar formando as placas3 nocivas associadas ao Alzheimer2.
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