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Medical Journal
Um escore de risco poligênico foi capaz de detectar uma alta proporção de câncer1 de próstata2 clinicamente significativo, de acordo com um estudo publicado no The New England Journal of Medicine. O câncer1 não teria sido detectado em 71,8% dos pacientes com o uso de PSA ou rastreamento por ressonância magnética3. As estimativas de sobrediagnóstico4 com o escore de risco poligênico foram semelhantes às relatadas em estudos anteriores de rastreamento por PSA.
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Um estudo publicado na revista Science Translational Medicine aponta que medicamentos utilizando a tecnologia de RNA mensageiro (RNAm) podem ser capazes de proteger contra uma ampla gama de vírus1, ativando partes essenciais de nossas defesas inatas contra infecções2.
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Resultados de um ensaio clínico em estágio inicial, publicados na revista Science Translational Medicine, mostram que 80% dos participantes que receberam uma vacina1 candidata contra o HIV2 produziram anticorpos3 contra proteínas4 virais.
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Um novo estudo, publicado na revista Nature Communications, mostra como a tecnologia de RNAm utilizada nas vacinas contra a Covid ajudou os cientistas a fazer o vírus1 HIV2 sair de seu esconderijo, um passo crucial para livrar o corpo completamente dele.
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Comer batatas fritas várias vezes por semana foi associado a um risco maior de diabetes tipo 21, embora este não tenha sido o caso para batatas assadas, cozidas ou amassadas, de acordo com um estudo publicado no The British Medical Journal. Para cada aumento de três porções semanais de batatas fritas, a taxa de diabetes tipo 21 aumentou em 20%, e para cada aumento de três porções semanais de batata total, a taxa aumentou em 5%.
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Quase 100 especialistas em neurologia colaboraram na criação de um novo método de avaliação de pacientes com lesões1 cerebrais traumáticas. A nova estrutura, publicada no The Lancet Neurology, vai além da Escala de Coma2 de Glasgow para avaliar a gravidade do TCE, e pode levar a melhores diagnósticos e tratamentos e, em alguns casos, evitar discussões prematuras sobre a interrupção dos suportes de vida.
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Estudo publicado no The Lancet Diabetes1 & Endocrinology revela que em jovens da África Subsaariana diagnosticados com diabetes tipo 12, 65% não têm anticorpos3 ou riscos genéticos associados à doença, o que sugere que têm um novo subtipo não autoimune4 da doença. A descoberta abre caminho para diagnóstico5 e tratamento mais precisos.
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Quando adolescentes no TikTok dizem Se arrume comigo, isso pode ser mais prejudicial do que imaginam. O primeiro estudo a examinar esses tipos de vídeos, publicado na revista científica Pediatrics, descobriu que eles colocam os adolescentes em risco de alergia1 de pele2 para o resto da vida. Meninas de 7 a 18 anos usam, em média, seis produtos diferentes no rosto, com algumas delas usando mais de uma dúzia de produtos.
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Nos seres humanos, os óvulos precisam sobreviver por cerca de cinco décadas, muito mais do que a maioria dos outros tipos de células1, e podem atingir essa vida útil excepcionalmente longa desacelerando seus processos celulares naturais. Um estudo publicado no periódico científico The EMBO Journal mostra que os óvulos humanos parecem eliminar seus resíduos mais lentamente do que outras células1, o que pode ajudá-los a evitar o desgaste e explicar por que vivem mais.
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Embora a maioria dos tipos conhecidos de danos ao DNA sejam corrigidos pelos mecanismos internos de reparo de DNA de nossas células1, algumas formas de danos ao DNA escapam ao reparo e podem persistir por muitos anos, segundo novas descobertas. Isso significa que o dano tem múltiplas chances de gerar mutações prejudiciais, que podem levar ao câncer2. A pesquisa, publicada na revista Nature, muda a maneira como pensamos sobre mutações e tem implicações para a compreensão do desenvolvimento de vários tipos de câncer2.
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