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Medical Journal
A enxaqueca1 com aura em pessoas de meia-idade ou idosas foi associada a um risco maior de acidente vascular cerebral2 isquêmico3 ao longo de 6 anos, de acordo com um estudo publicado na revista Neurology Open Access. Não houve aumento significativo de AVC em pessoas com enxaqueca1 sem aura. Homens com menos de 72 anos com enxaqueca1, com ou sem aura, apresentaram um risco de AVC acentuadamente maior.
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A associação entre psoríase1 e obesidade2 está bem estabelecida. Neste ensaio clínico randomizado3, publicado no JAMA Dermatology, pacientes com psoríase1 em placas4 e sobrepeso5 ou obesidade2 apresentaram resultados significativamente melhores em termos de resolução das lesões6 cutâneas7 e perda de peso com o uso de ixequizumabe em combinação com tirzepatida, em comparação com o uso isolado de ixequizumabe. Os resultados podem oferecer uma nova abordagem para o tratamento concomitante da obesidade2 e da psoríase1.
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Em um pequeno estudo preliminar, publicado no The New England Journal of Medicine, um tratamento experimental de edição genética reduziu drasticamente os níveis de colesterol1, possivelmente de forma permanente, após apenas uma infusão, relataram cientistas. Nos 35 pacientes, uma única infusão da dose mais alta do tratamento reduziu os níveis de colesterol1 LDL2 em até 62%. A mudança foi sustentada em um subgrupo cujos membros foram tratados há 18 meses.
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A dificuldade em compreender a fala em ambientes ruidosos foi associada a um afinamento mais rápido das redes cerebrais responsáveis pelo processamento da fala. Essas associações persistiram mesmo após o ajuste para limiares auditivos e uso de aparelhos auditivos. Segundo o estudo, publicado na revista JAMA Otolaryngology Head & Neck Surgery, os déficits na compreensão da fala em ambientes ruidosos podem sinalizar uma vulnerabilidade neural mais ampla antes do surgimento do declínio cognitivo1.
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Nova abordagem baseada em CRISPR usa o sistema Cas12a2 para reconhecer transcritos de RNA específicos de células1 cancerígenas e induzir a fragmentação da cromatina2, levando à morte seletiva dessas células1. Em um estudo publicado na revista Nature, a estratégia foi testada contra mutações em p53, presentes em grande parte dos cânceres, e pode abrir caminho para terapias de precisão contra alvos até hoje considerados difíceis ou impossíveis de tratar com fármacos.
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Um novo biomarcador sanguíneo desenvolvido por imunologistas pode prever quais pessoas com certos tipos de câncer1 de mama2 têm maior probabilidade de responder a uma terapia imunológica que estimula as células3 T, tratamento associado à redução dos tumores. As descobertas foram publicadas na revista Science Translational Medicine.
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Sofrer crises convulsivas pela primeira vez foi associado a um maior risco relativo de cânceres neurológicos e não neurológicos no período de 1 ano, de acordo com um estudo publicado no JAMA Neurology. Em comparação com a população geral, a taxa de incidência1 padronizada foi de 76,1 para cânceres neurológicos e 2,32 para cânceres não neurológicos. A crise convulsiva pode ser um marcador clínico precoce de câncer2 oculto, especialmente de doença metastática3 ou avançada.
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Uma terapia gênica experimental para uma forma rara de surdez genética restaurou com sucesso a audição em crianças e adultos, com melhorias que duram pelo menos 2,5 anos, de acordo com um estudo publicado na revista Nature. Pacientes com 18 anos ou menos apresentaram os maiores ganhos em audição e capacidade de reconhecimento da fala. Adultos que receberam a terapia também apresentaram melhorias, embora o efeito tenha sido menor. No geral, 90% dos participantes tiveram melhora na audição, com metade atingindo níveis normais ao final do estudo, após 2,5 anos.
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Em um estudo randomizado1 controlado por placebo2, publicado no The Lancet, adultos com obesidade3 e transtorno por uso de álcool apresentaram uma redução maior nos dias de consumo excessivo de álcool com o uso de semaglutida. A semaglutida também foi associada à diminuição do consumo geral de álcool e dos níveis de fissura4, além de melhorar os marcadores biológicos da saúde5 hepática6. Os pesquisadores sugeriram que o agonista7 do receptor GLP-1 pode ajudar a reduzir a lacuna no tratamento do transtorno por uso de álcool, que atualmente conta com poucos medicamentos eficazes e amplamente utilizados.
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Pacientes que receberam um cardioversor-desfibrilador implantável subcutâneo1 (S-CDI) não apresentaram problemas ao dispensar o teste de desfibrilação, segundo o ensaio randomizado2 PRAETORIAN-DFT, publicado na revista Circulation. A omissão do teste de desfibrilação após o implante3 de S-CDI, guiada pelo escore PRAETORIAN, não aumentou o risco de falha no primeiro choque4 para arritmias5 ventriculares espontâneas e reduziu o risco do procedimento sem aumentar as revisões do S-CDI.
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