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Ter ciclos menstruais irregulares ou longos pode sinalizar um risco maior de doenças cardiovasculares1 futuras, de acordo com uma nova pesquisa publicada no JAMA Network Open. Nesse estudo de coorte2 retrospectivo3, os resultados indicam que mulheres com ciclos menstruais irregulares ou sem menstruação4 em intervalos de tempo diferentes nas idades de 14 a 49 anos viram seu risco cardiovascular aumentar em 15% ou mais em comparação com aquelas com ciclos muito regulares nas mesmas idades em análises multivariáveis ajustadas. Além disso, descobriu-se que apenas uma pequena proporção da relação entre as características do ciclo e o risco de doença cardiovascular foi impulsionada pela hipercolesterolemia5, hipertensão6 crônica e diabetes tipo 27. Os resultados sugerem que a disfunção do ciclo menstrual pode ser um marcador útil para identificar mulheres com maior probabilidade de desenvolver eventos cardiovasculares mais tarde na vida.
1 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
2 Estudo de coorte: Um estudo de coorte é realizado para verificar se indivíduos expostos a um determinado fator apresentam, em relação aos indivíduos não expostos, uma maior propensão a desenvolver uma determinada doença. Um estudo de coorte é constituído, em seu início, de um grupo de indivíduos, denominada coorte, em que todos estão livres da doença sob investigação. Os indivíduos dessa coorte são classificados em expostos e não-expostos ao fator de interesse, obtendo-se assim dois grupos (ou duas coortes de comparação). Essas coortes serão observadas por um período de tempo, verificando-se quais indivíduos desenvolvem a doença em questão. Os indivíduos expostos e não-expostos devem ser comparáveis, ou seja, semelhantes quanto aos demais fatores, que não o de interesse, para que as conclusões obtidas sejam confiáveis.
3 Retrospectivo: Relativo a fatos passados, que se volta para o passado.
4 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
5 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
6 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
7 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
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Uma pílula robótica que pode se impulsionar através do muco no intestino pode permitir que alguns medicamentos apenas para injeção1, como insulina2 ou certos antibióticos, sejam administrados por via oral. A cápsula de transporte de medicamentos com um motor protege os medicamentos do ácido e enzimas estomacais antes de liberá-los no intestino delgado3. O estudo descrevendo o desenvolvimento da cápsula, chamada de RoboCap, foi publicado na revista Science Robotics. Em um teste fornecendo insulina2 em porcos, a RoboCap aumentou a quantidade de medicamento absorvido em 20 a 40 por cento e reduziu o açúcar4 no sangue5 em comparação com o grupo controle, apoiando seu potencial para facilitar a entrega oral de medicamentos que normalmente são impedidos por limitações de absorção.
1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
3 Intestino delgado: O intestino delgado é constituído por três partes: duodeno, jejuno e íleo. A partir do intestino delgado, o bolo alimentar é transformado em um líquido pastoso chamado quimo. Com os movimentos desta porção do intestino e com a ação dos sucos pancreático e intestinal, o quimo é transformado em quilo, que é o produto final da digestão. Depois do alimento estar transformado em quilo, os produtos úteis para o nosso organismo são absorvidos pelas vilosidades intestinais, passando para os vasos sanguíneos.
4 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
5 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
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O uso precoce de oseltamivir (Tamiflu) em crianças hospitalizadas com influenza1 foi associado a melhores resultados, de acordo com uma análise publicada no JAMA Pediatrics. Entre mais de 55.000 crianças, o tratamento com oseltamivir na chegada ou no dia 1 foi associado a um menor tempo de permanência hospitalar em comparação com o tratamento no dia 2 ou posterior ou nenhum (mediana de 3 vs 4 dias). O tratamento precoce também foi associado a menores chances de readmissão em 7 dias (3,5% vs 4,8%), transferência tardia para a unidade de terapia intensiva2 (2,4% vs 5,5%), e do resultado composto de morte ou uso de oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO) (0,9% vs 1,4%,). Esses achados apoiam as recomendações atuais para o uso de oseltamivir em crianças hospitalizadas com gripe3.
1 Influenza: Doença infecciosa, aguda, de origem viral que acomete o trato respiratório, ocorrendo em epidemias ou pandemias e frequentemente se complicando pela associação com outras infecções bacterianas.
2 Terapia intensiva: Tratamento para diabetes no qual os níveis de glicose são mantidos o mais próximo do normal possível através de injeções freqüentes ou uso de bomba de insulina, planejamento das refeições, ajuste em medicamentos hipoglicemiantes e exercícios baseados nos resultados de testes de glicose além de contatos freqüentes entre o diabético e o profissional de saúde.
3 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
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Pacientes que tiveram um ataque isquêmico1 transitório ou acidente vascular cerebral2 menor têm um risco aumentado de eventos cardiovasculares nos 5 anos seguintes. O objetivo deste estudo, publicado no The Lancet Neurology, foi avaliar os resultados funcionais de 5 anos em pacientes com ataque isquêmico1 transitório ou acidente vascular cerebral2 isquêmico1 menor e determinar os fatores associados à incapacidade a longo prazo. Encontrou-se uma carga substancial de incapacidade em 5 anos após ataque isquêmico1 transitório ou acidente vascular cerebral2 isquêmico1 menor, e a maioria dos preditores dessa incapacidade foram fatores de risco modificáveis. Os pacientes que fizeram exercício físico regular antes do evento índice tiveram um risco significativamente reduzido de incapacidade em 5 anos em comparação com os pacientes que não fizeram exercício.
1 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
2 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
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A preservação da fertilidade com ou sem estimulação hormonal não foi associada à mortalidade1 específica da doença ou recidiva2 em mulheres com câncer3 de mama4, segundo um estudo de coorte5 prospectivo6 nacional sueco publicado no JAMA Oncology. Entre mais de 1.200 mulheres, a mortalidade1 específica da doença foi semelhante em mulheres submetidas à preservação hormonal da fertilidade, mulheres submetidas à preservação não hormonal da fertilidade e aquelas que não foram expostas à preservação da fertilidade após o ajuste para possíveis fatores de confusão. Além disso, na subcoorte de 723 mulheres com informações detalhadas sobre recidiva2, não houve diferença estatisticamente significativa na taxa de recidiva2 ou morte entre as mulheres submetidas à preservação hormonal da fertilidade e aquelas que foram submetidas a tratamento não hormonal de preservação da fertilidade. Os resultados deste estudo podem influenciar a prática atual de cuidados de saúde7 em benefício de mulheres jovens que desejam preservar sua fertilidade.
1 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
2 Recidiva: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
3 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
4 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
5 Estudo de coorte: Um estudo de coorte é realizado para verificar se indivíduos expostos a um determinado fator apresentam, em relação aos indivíduos não expostos, uma maior propensão a desenvolver uma determinada doença. Um estudo de coorte é constituído, em seu início, de um grupo de indivíduos, denominada coorte, em que todos estão livres da doença sob investigação. Os indivíduos dessa coorte são classificados em expostos e não-expostos ao fator de interesse, obtendo-se assim dois grupos (ou duas coortes de comparação). Essas coortes serão observadas por um período de tempo, verificando-se quais indivíduos desenvolvem a doença em questão. Os indivíduos expostos e não-expostos devem ser comparáveis, ou seja, semelhantes quanto aos demais fatores, que não o de interesse, para que as conclusões obtidas sejam confiáveis.
6 Prospectivo: 1. Relativo ao futuro. 2. Suposto, possível; esperado. 3. Relativo à preparação e/ou à previsão do futuro quanto à economia, à tecnologia, ao plano social etc. 4. Em geologia, é relativo à prospecção.
7 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
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A Society for Cardiovascular Angiography and Interventions (SCAI) divulgou uma declaração de consenso atualizada para a classificação do choque1 cardiogênico. Lançada em 31 de janeiro, a declaração fornece um modelo de 3 eixos para classificação de choque1 e representa a primeira atualização desde que a declaração original foi lançada em 2019. Desde então, novos estudos foram adicionados à base de conhecimento existente relacionada ao manejo e resultados de pacientes com choque1 cardiogênico. Com o objetivo de aprimorar o modelo de classificação, os autores incorporaram um modelo mais abrangente, alavancando dados relacionados a preditores de mortalidade2 e fatores de risco não modificáveis. Confira aqui a tabela de classificação de choque1 SCAI atualizada.
1 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
2 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
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Pessoas com 50 anos ou mais que relataram dormir 5 horas ou menos por noite tinham um risco maior de várias doenças crônicas no futuro, mostrou um estudo longitudinal publicado na revista PLoS Medicine. Aos 50 anos, o risco aumenta em 30%; aos 60, o percentual passa para 32%; aos 70, o risco é 40% maior. O maior risco de multimorbidade futura ao longo de 25 anos foi observado em pessoas saudáveis que dormiam 5 ou menos horas por noite, em comparação com aquelas que dormiam 7 horas. A duração do sono maior ou igual a 9 horas aos 60 anos e aos 70 anos, mas não aos 50 anos foi associada à multimorbidade incidente1. Observou-se, assim, que a curta duração do sono está associada ao risco de doença crônica e multimorbidade subsequente, mas não à progressão para óbito2.
1 Incidente: 1. Que incide, que sobrevém ou que tem caráter secundário; incidental. 2. Acontecimento imprevisível que modifica o desenrolar normal de uma ação. 3. Dificuldade passageira que não modifica o desenrolar de uma operação, de uma linha de conduta.
2 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
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Em novo estudo, publicado no The American Journal of Gastroenterology, buscou-se determinar se a exposição precoce à terapia com mebendazol (um anti-parasitário, anti-helmíntico1) aumentaria a chance futura de desenvolver alguma doença inflamatória intestinal. De acordo com os achados do estudo, a exposição ao mebendazol para tratar infestações por helmintos2 antes dos 5 anos de idade aumenta o risco de colite3 ulcerativa de início na idade adulta, mas não de início pediátrico. Descobriu-se que o mebendazol, um derivado do benzimidazol, previne a formação de tubulina celular, provocando alterações degenerativas4 nos intestinos5 dos vermes helmintos2 parasitas encontrados no hospedeiro. Esses achados sugerem a importância das exposições precoces na formação do risco de doença inflamatória intestinal mais tarde na vida.
1 Anti-helmíntico: Diz-se da substância ou produto que combate vermes.
2 Helmintos: Designação comum a diversas espécies de vermes endoparasitas, pertencentes aos filos dos platelmintos, asquelmintos e outros de afinidade taxonômica incerta; verme.
3 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
4 Degenerativas: Relativas a ou que provocam degeneração.
5 Intestinos: Seção do canal alimentar que vai do ESTÔMAGO até o CANAL ANAL. Inclui o INTESTINO GROSSO e o INTESTINO DELGADO.
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O rituximabe é uma opção de terceira linha para miastenia1 gravis generalizada refratária com base em evidências empíricas, mas seu efeito na doença de início recente é desconhecido. O objetivo deste estudo, publicado no JAMA Neurology, foi investigar a eficácia e segurança do rituximabe em comparação com placebo2 como um complemento ao tratamento padrão para miastenia1 gravis. Neste ensaio clínico randomizado3 de 47 indivíduos, a proporção de indivíduos com manifestações mínimas da doença com apenas baixas doses de corticosteroides e sem necessidade de tratamento de resgate em 4 meses foi de 71% com rituximabe e 29% com placebo2, indicando uma diferença significativa. Dessa forma, o tratamento com rituximabe pode ser considerado precocemente após o início da miastenia1 gravis generalizada para reduzir o risco de agravamento da doença e/ou necessidade de terapias adicionais.
1 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
2 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
3 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
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Tomar altas doses de vitamina1 D e óleo de peixe durante a gravidez2 reduziu o risco de crupe em crianças pequenas, mostrou um estudo controlado randomizado3 dinamarquês apresentado na reunião da European Respiratory Society. Entre mais de 600 mulheres grávidas, tomar óleo de peixe levou a uma redução de 38% no risco de crupe em crianças menores de 3 anos em comparação com placebo4, enquanto tomar altas doses de vitamina1 D levou a uma redução de 40% no risco de crupe versus a dose padrão de vitamina1 D. Não houve evidência de interação entre os suplementos. Os níveis de redução de risco foram semelhantes com ambos os suplementos, mas não houve efeito aditivo. Este estudo é o primeiro a demonstrar os efeitos protetores da suplementação5 de LCPUFA n-3 e de altas doses de vitamina1 D durante a gravidez2 sobre o risco de crupe na primeira infância.
1 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
4 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
5 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
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