news.med.br
Um gel pegajoso feito do vegetal quiabo é capaz de parar o sangramento nos corações e fígados feridos de cães e coelhos, de acordo com um estudo publicado no jornal científico Advanced Healthcare Materials. Esta bandagem biodegradável poderia potencialmente ser usada em humanos caso se mostre segura e eficaz. Os pesquisadores criaram um pó liofilizado1 a partir do suco de quiabo que forma um gel após o contato com o sangue2 e sela rapidamente os locais de lesão3. Em experimentos com sangue2 humano, o gel de quiabo pode ativar plaquetas4, aumentar a adesão de plaquetas4 ativadas e liberar fatores de coagulação5 XI e XII. Demonstrou-se, portanto, que o gel desenvolvido é biocompatível, biodegradável, pode promover a cicatrização de feridas e mostra potencial como bioadesivo hemostático sustentável, especialmente no cenário de hemorragia6 significativa.
1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
3 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
4 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
5 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
6 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
   [Mais...]

Dados precisos sobre prevalência1, incidência2, mortalidade3 associada e expectativa de vida4 do diabetes tipo 15 são cruciais para informar as políticas de saúde6 pública, mas esses dados são escassos. Neste estudo, publicado no The Lancet Diabetes7 & Endocrinology, foi desenvolvido um modelo baseado em dados disponíveis para estimar esses valores para 201 países para o ano de 2021 e estimar os casos prevalentes projetados em 2040. Em 2021, havia cerca de 8,4 milhões de indivíduos em todo o mundo com diabetes tipo 15. Em 2040, prevê-se um aumento nos casos prevalentes para 13,5 a 17,4 milhões (60 a 107% a mais do que em 2021), com o maior aumento relativo em relação a 2021 em países de baixa e média renda. A maioria dos casos incidentes8 e prevalentes são adultos. A substancial prevalência1 ausente destaca a mortalidade3 prematura do diabetes tipo 15 e uma oportunidade de salvar e prolongar a vida das pessoas com essa condição.
1 Prevalência: Número de pessoas em determinado grupo ou população que são portadores de uma doença. Número de casos novos e antigos desta doença.
2 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
3 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
4 Expectativa de vida: A expectativa de vida ao nascer é o número de anos que se calcula que um recém-nascido pode viver caso as taxas de mortalidade registradas da população residente, no ano de seu nascimento, permaneçam as mesmas ao longo de sua vida.
5 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
6 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
7 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
8 Incidentes: 1. Que incide, que sobrevém ou que tem caráter secundário; incidental. 2. Acontecimento imprevisível que modifica o desenrolar normal de uma ação. 3. Dificuldade passageira que não modifica o desenrolar de uma operação, de uma linha de conduta.
   [Mais...]

A insônia é comum e foi associada a resultados adversos da gravidez1 e perinatais em estudos observacionais. No entanto, essas associações podem ser vulneráveis a confusão residual ou causalidade reversa. Neste estudo, publicado pela revista PLOS Medicine, observou-se algumas evidências em apoio de uma possível relação causal entre insônia geneticamente prevista e aborto espontâneo, depressão perinatal e baixo peso ao nascer. O estudo também encontrou evidências observacionais em apoio de uma associação entre insônia na gravidez1 e depressão perinatal, sem evidência multivariável clara de uma associação com baixo peso ao nascer. Esses achados destacam a importância do sono saudável em mulheres em idade reprodutiva, embora a replicação em estudos maiores, inclusive com instrumentos genéticos específicos para insônia na gravidez1, seja importante.
1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
   [Mais...]

Algumas doenças autoimunes1 estão associadas a um risco aumentado de doença cardiovascular. Nesse estudo, publicado no The Lancet, o objetivo foi determinar se isso é verdade ou não, e em que medida, para uma ampla gama de condições autoimunes1. Os resultados demonstram que a taxa de incidência2 de doença cardiovascular foi de 23,3 eventos por 1.000 pacientes-ano entre pacientes com doença autoimune3 e 15,0 eventos por 1.000 pacientes-ano entre aqueles sem doença autoimune3. Um risco aumentado de doença cardiovascular com doença autoimune3 foi observado para cada doença cardiovascular individual e aumentou progressivamente com o número de doenças autoimunes1 presentes e em grupos etários mais jovens. Entre as doenças autoimunes1, esclerose4 sistêmica, doença de Addison, lúpus5 eritematoso6 sistêmico7 e diabetes tipo 18 tiveram o maior risco cardiovascular global. Esses achados justificam medidas de prevenção cardiovascular direcionadas, em particular em pacientes mais jovens com doenças autoimunes1.
1 Autoimunes: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
2 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
3 Autoimune: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
4 Esclerose: 1. Em geriatria e reumatologia, é o aumento patológico de tecido conjuntivo em um órgão, que ocorre em várias estruturas como nervos, pulmões etc., devido à inflamação crônica ou por razões desconhecidas. 2. Em anatomia botânica, é o enrijecimento das paredes celulares das plantas, por espessamento e/ou pela deposição de lignina. 3. Em fitopatologia, é o endurecimento anormal de um tecido vegetal, especialemnte da polpa dos frutos.
5 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
6 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
7 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
8 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
   [Mais...]

Uma nova pesquisa revela o papel que uma variante genética associada à doença de Alzheimer1, APOE4, desempenha na proteção contra o glaucoma2. No novo estudo, publicado na revista Immunity, os pesquisadores também usaram um tratamento farmacológico para prevenir com sucesso a destruição de neurônios3 nos olhos4 de camundongos com glaucoma2, visando a via de sinalização APOE (apolipoproteína E). Especificamente, os cientistas demonstraram que a variante do gene APOE4, que aumenta o risco de Alzheimer5, mas diminui o risco de glaucoma2 em humanos, bloqueia uma cascata da doença que leva à destruição das células6 ganglionares da retina7 no glaucoma2. Além disso, eles mostraram em modelos separados de camundongos que a morte das células6 ganglionares da retina7 – a causa da perda de visão8 no glaucoma2 – pode ser evitada usando medicamentos para inibir uma molécula chamada Galectina-3, que é regulada pelo gene APOE. Esses achados em conjunto enfatizam o papel crítico da APOE no glaucoma2 e sugerem que os inibidores da Galectina-3 são promissores como tratamento para o glaucoma2.
1 Doença de Alzheimer: É uma doença progressiva, de causa e tratamentos ainda desconhecidos que acomete preferencialmente as pessoas idosas. É uma forma de demência. No início há pequenos esquecimentos, vistos pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. Os pacientes tornam-se confusos e por vezes agressivos, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmos quando colocados frente a um espelho. Tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as atividades elementares como alimentação, higiene, vestuário, etc..
2 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
3 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
4 Olhos:
5 Alzheimer: Doença degenerativa crônica que produz uma deterioração insidiosa e progressiva das funções intelectuais superiores. É uma das causas mais freqüentes de demência. Geralmente começa a partir dos 50 anos de idade e tem incidência similar entre homens e mulheres.
6 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
7 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
8 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
   [Mais...]

A lipoproteína (a) é um fator de risco1 presumido para doença cardiovascular aterosclerótica. O olpasiran é um pequeno RNA de interferência que reduz a síntese de lipoproteína (a) no fígado2. Neste estudo, publicado no The New England Journal of Medicine, foi demonstrado que o olpasiran reduz significativa e substancialmente a concentração de lipoproteína (a) de maneira dependente da dose, com reduções de até 101% observadas. O estudo concluiu que a terapia com olpasiran reduziu significativamente as concentrações de lipoproteína (a) em pacientes com doença cardiovascular aterosclerótica estabelecida. Ensaios mais longos e maiores serão necessários para determinar o efeito da terapia com olpasiran nas doenças cardiovasculares3.
1 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
2 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
3 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
   [Mais...]

O hipertireoidismo1 subclínico pode ser um fator de risco2 independente para fraturas, segundo um estudo de coorte3 baseado na comunidade, publicado no JAMA Network Open. Adultos com níveis suprimidos de tireotropina, mas tiroxina livre normal, tiveram maior risco de fratura4. Na análise de quase 11.000 indivíduos de meia-idade, ter hipertireoidismo1 subclínico foi associado a um risco 34% maior de fratura4 subsequente em comparação com aqueles com eutireoidismo durante um acompanhamento médio de 21 anos. Comparado com aqueles com níveis normais de tireotropina e tiroxina livre, no entanto, o risco de fratura4 não foi associado ao hipotireoidismo5 subclínico. Os locais de fratura4 mais comuns foram quadril (14,1%) e coluna vertebral6 (13,8%). Hospitalizações relacionadas a fraturas também foram muito mais comuns entre aqueles com níveis de tireotropina abaixo de 0,56 mIU/L.
1 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
2 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
3 Estudo de coorte: Um estudo de coorte é realizado para verificar se indivíduos expostos a um determinado fator apresentam, em relação aos indivíduos não expostos, uma maior propensão a desenvolver uma determinada doença. Um estudo de coorte é constituído, em seu início, de um grupo de indivíduos, denominada coorte, em que todos estão livres da doença sob investigação. Os indivíduos dessa coorte são classificados em expostos e não-expostos ao fator de interesse, obtendo-se assim dois grupos (ou duas coortes de comparação). Essas coortes serão observadas por um período de tempo, verificando-se quais indivíduos desenvolvem a doença em questão. Os indivíduos expostos e não-expostos devem ser comparáveis, ou seja, semelhantes quanto aos demais fatores, que não o de interesse, para que as conclusões obtidas sejam confiáveis.
4 Fratura: Solução de continuidade de um osso. Em geral é produzida por um traumatismo, mesmo que possa ser produzida na ausência do mesmo (fratura patológica). Produz como sintomas dor, mobilidade anormal e ruídos (crepitação) na região afetada.
5 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
6 Coluna vertebral:
   [Mais...]

Um estudo com quase 2.000 crianças descobriu que aquelas que relataram jogar videogame por três horas por dia ou mais tiveram melhor desempenho em testes de habilidades cognitivas envolvendo controle de impulsos e memória de trabalho1 em comparação com crianças que nunca jogaram videogames. Publicado no JAMA Network Open, o estudo examinou dados de pesquisa, cognitivos2 e de imagens cerebrais de crianças com idades entre 9 e 10 anos. Os pesquisadores descobriram que as crianças que relataram jogar videogame por três ou mais horas por dia eram mais rápidas e precisas em ambas as tarefas cognitivas do que aquelas que nunca jogaram. Eles também observaram que as diferenças na função cognitiva3 observadas entre os dois grupos foram acompanhadas por diferenças na atividade cerebral.
1 Memória de trabalho: Atua no momento em que a informação está sendo adquirida, retendo a informação por alguns segundos e, então, a destinando a ser guardada por períodos mais longos ou a ser descartada. A memória de trabalho pode, ainda, armazenar dados por via inconsciente. Difere da memória de curto prazo pois esta trabalha com as informações por algumas horas até que sejam gravadas de forma definitiva.
2 Cognitivos: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
3 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
   [Mais...]

A associação de ooforectomia1 bilateral na pré-menopausa2 com parkinsonismo e doença de Parkinson3 permanece controversa. Neste estudo, publicado no JAMA Network Open, mulheres na pré-menopausa2 submetidas à ooforectomia1 bilateral antes dos 43 anos de idade tiveram um risco aumentado de parkinsonismo e doença de Parkinson3 em comparação com mulheres que não foram submetidas à ooforectomia1 bilateral. Esses achados sugerem que uma redução na prática de ooforectomia1 bilateral profilática em mulheres na pré-menopausa2 com risco médio de câncer4 de ovário5 pode ter um benefício substancial na redução do risco de parkinsonismo e doença de Parkinson3.
1 Ooforectomia: Ablação ou retirada de um ou dos dois ovários.
2 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
3 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
4 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
5 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
   [Mais...]

O tratamento com os medicamentos relatlimabe e nivolumabe antes da remoção cirúrgica de um tipo de câncer1 chamado melanoma2 resultou na inviabilidade dos tumores em 57% dos indivíduos, e não foram observados efeitos adversos graves. Pessoas com uma resposta favorável ao tratamento tiveram um melhor resultado de sobrevida3 do que aquelas que não responderam. O artigo relatando o uso de terapia neoadjuvante com relatlimabe e nivolumabe no melanoma2 ressecável foi publicado na revista Nature. Os resultados indicam que essa imunoterapia combinada induz uma alta taxa de resposta completa patológica, com a segurança durante a terapia neoadjuvante sendo favorável em comparação com outros regimes de imunoterapia combinada.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
3 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
   [Mais...]

Mostrar: 10
<< - « Anteriores - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - Próximos » - >>
51 a 60 (Total: 1512)
  • Entrar
  • Receber conteúdos