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Novo estudo, publicado na Cancer1 Research, sugere que as pessoas podem reduzir o risco de desenvolver câncer1 metastático praticando regularmente exercícios aeróbicos de alta intensidade. Descobriu-se que a atividade física aumenta o consumo de glicose2 pelos órgãos internos, o que significa menos energia disponível para o tumor3. Entre os participantes estudados, aqueles que relataram exercícios aeróbicos regulares de alta intensidade tiveram 72% menos câncer1 metastático do que os participantes sedentários. Coletivamente, os dados sugerem um choque4 entre a plasticidade metabólica do câncer1 e a reprogramação metabólica do estroma5 induzida pelo exercício, criando uma oportunidade para bloquear a metástase6 desafiando as necessidades metabólicas do tumor3.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
3 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
4 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
5 Estroma: 1. Na anatomia geral e em patologia, é o tecido conjuntivo vascularizado que forma o tecido nutritivo e de sustentação de um órgão, glândula ou de estruturas patológicas. 2. Na anatomia botânica, é a matriz semifluida dos cloroplastos na qual se encontram os grana, grânulos de amido, ribossomas, etc. 3. Em micologia, é a massa de tecido de um fungo, formada a partir de hifas entrelaçadas e que, nos cogumelos, geralmente corresponde à maior parte do corpo.
6 Metástase: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
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Os tumores sólidos são inervados por fibras nervosas que se originam dos sistemas nervoso periférico autônomo e sensitivo. Neste estudo, publicado na revista Nature, mostrou-se que as células1 de melanoma2 interagem com os neurônios3 nociceptores, levando a aumentos em seu crescimento de neurites4, em sua capacidade de resposta a ligantes nocivos e na liberação de neuropeptídeos. O peptídeo relacionado ao gene da calcitonina5 (CGRP) – um desses neuropeptídeos produzidos por nociceptores – aumenta diretamente o esgotamento das células1 T CD8+ citotóxicas, o que limita sua capacidade de eliminar o melanoma2. No geral, os resultados sugerem que reduzir a liberação de CGRP de nociceptores que inervam tumores pode ser uma estratégia para melhorar a imunidade6 antitumoral, eliminando os efeitos imunomoduladores do CGRP nas células1 T CD8+ citotóxicas.
1 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
2 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
3 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
4 Neurites: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
5 Calcitonina: Hormônio secretado pela glândula tireoide que inibe a perda de cálcio dos ossos.
6 Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
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Em um novo estudo, publicado no The New England Journal of Medicine, uma dose única de 25 mg de psilocibina, o ingrediente ativo dos cogumelos mágicos, teve um efeito significativo na redução dos sintomas1 de depressão em pessoas que até agora não se beneficiaram do tratamento, mostraram os resultados. Entre participantes com depressão resistente ao tratamento, a psilocibina em uma dose única de 25 mg, mas não de 10 mg, reduziu os escores de depressão significativamente mais do que uma dose de 1 mg durante um período de 3 semanas, mas foi associada a efeitos adversos. Ensaios maiores e mais longos, incluindo comparação com tratamentos existentes, são necessários para determinar a eficácia e segurança da psilocibina para esse distúrbio.
1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
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Crianças e adolescentes que sofrem de enxaqueca1 são mais propensos a ter ansiedade e depressão em comparação com aqueles que não têm enxaqueca1, de acordo com uma revisão sistemática e metanálise publicada no JAMA Pediatrics. Em uma metanálise de 51 estudos, surgiram associações entre enxaqueca1 e sintomas2 de ansiedade e sintomas2 depressivos. Além disso, as metanálises mostraram chances significativamente maiores de transtornos de ansiedade e transtornos depressivos entre crianças e adolescentes com enxaqueca1 versus aqueles sem. Pode ser benéfico rastrear rotineiramente crianças e adolescentes com enxaqueca1 para ansiedade e depressão na prática clínica. Não está claro se ter ansiedade e sintomas2 ou distúrbios depressivos afeta os resultados ou a incidência3 da enxaqueca1.
1 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
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Um estudo com quase 2.000 crianças descobriu que aquelas que relataram jogar videogame por três horas por dia ou mais tiveram melhor desempenho em testes de habilidades cognitivas envolvendo controle de impulsos e memória de trabalho1 em comparação com crianças que nunca jogaram videogames. Publicado no JAMA Network Open, o estudo examinou dados de pesquisa, cognitivos2 e de imagens cerebrais de crianças com idades entre 9 e 10 anos. Os pesquisadores descobriram que as crianças que relataram jogar videogame por três ou mais horas por dia eram mais rápidas e precisas em ambas as tarefas cognitivas do que aquelas que nunca jogaram. Eles também observaram que as diferenças na função cognitiva3 observadas entre os dois grupos foram acompanhadas por diferenças na atividade cerebral.
1 Memória de trabalho: Atua no momento em que a informação está sendo adquirida, retendo a informação por alguns segundos e, então, a destinando a ser guardada por períodos mais longos ou a ser descartada. A memória de trabalho pode, ainda, armazenar dados por via inconsciente. Difere da memória de curto prazo pois esta trabalha com as informações por algumas horas até que sejam gravadas de forma definitiva.
2 Cognitivos: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
3 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
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Segundo um novo estudo, publicado no JAMA Network Open, crianças cujas mães consumiram produtos contendo cafeína em taxas bem acima da média durante a gravidez1 acabaram sendo mais baixas do que filhos de mulheres com menor ingestão de cafeína. Em duas coortes acompanhadas prospectivamente, com cerca de 2.400 crianças no total, os filhos de mulheres com o maior consumo tiveram em média 1,5 a 2,2 cm a menos nas idades de 7 a 8 anos. O estudo demonstrou que a exposição intrauterina a níveis crescentes de cafeína e paraxantina, mesmo em baixas quantidades, foi associada a menor estatura na primeira infância. A implicação clínica das reduções na altura e no peso não é clara; no entanto, as reduções foram aparentes mesmo com níveis de consumo de cafeína abaixo das diretrizes clinicamente recomendadas de menos de 200 mg por dia.
1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
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Se a redução da pressão arterial1 tem efeito sobre o risco de demência2 ou não, continua sendo uma questão importante na elaboração de políticas de saúde3 pública e diretrizes clínicas. Nesta metanálise, publicada no European Heart Journal, os pesquisadores mostraram que há um efeito significativo do tratamento da pressão arterial1 na redução das chances de demência2 em uma população idosa com histórico de hipertensão4. A regressão logística multinível relatou uma razão de chances ajustada de 0,87 a favor do tratamento anti-hipertensivo, reduzindo o risco de demência2 incidente5 com uma redução média da pressão arterial1 de 10/4 mmHg. Esses achados apoiam os benefícios do tratamento anti-hipertensivo no final da meia idade e na velhice para reduzir o risco de demência2.
1 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
2 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
5 Incidente: 1. Que incide, que sobrevém ou que tem caráter secundário; incidental. 2. Acontecimento imprevisível que modifica o desenrolar normal de uma ação. 3. Dificuldade passageira que não modifica o desenrolar de uma operação, de uma linha de conduta.
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A associação de ooforectomia1 bilateral na pré-menopausa2 com parkinsonismo e doença de Parkinson3 permanece controversa. Neste estudo, publicado no JAMA Network Open, mulheres na pré-menopausa2 submetidas à ooforectomia1 bilateral antes dos 43 anos de idade tiveram um risco aumentado de parkinsonismo e doença de Parkinson3 em comparação com mulheres que não foram submetidas à ooforectomia1 bilateral. Esses achados sugerem que uma redução na prática de ooforectomia1 bilateral profilática em mulheres na pré-menopausa2 com risco médio de câncer4 de ovário5 pode ter um benefício substancial na redução do risco de parkinsonismo e doença de Parkinson3.
1 Ooforectomia: Ablação ou retirada de um ou dos dois ovários.
2 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
3 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
4 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
5 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
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Aderir a uma dieta pobre em carboidratos ajudou as pessoas com pré-diabetes1 a reduzir sua HbA1c2 em apenas alguns meses, segundo um ensaio clínico randomizado3 publicado no JAMA Network Open. Em comparação com aqueles comendo sua dieta típica, as pessoas com HbA1c2 elevada e não tratada que ingeriram uma dieta baixa em carboidratos tiveram uma melhora significativamente maior na glicemia de jejum4 (-10,3 mg/dL5) no mês 6. Aqueles na dieta low carb, que também incluiu aconselhamento dietético, também viram uma queda 0,23% maior na HbA1c2. Embora os pesquisadores reconhecessem que essa redução da HbA1c2 era “modesta”, eles explicaram que ainda era um pouco maior do que a redução de 0,17% observada no braço de intervenção no estilo de vida, e que posteriormente levou a uma redução de 58% no risco de progressão para o diabetes tipo 26 ao longo de 2,8 anos.
1 Pré-diabetes: Condição em que um teste de glicose, feito após 8 a 12 horas de jejum, mostra um nível de glicose mais alto que o normal mas não tão alto para um diagnóstico de diabetes. A medida está entre 100 mg/dL e 125 mg/dL. A maioria das pessoas com pré-diabetes têm um risco aumentado de desenvolver diabetes tipo 2.
2 HbA1C: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
3 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
4 Glicemia de jejum: Teste que checa os níveis de glicose após um período de jejum de 8 a 12 horas (frequentemente dura uma noite). Este teste é usado para diagnosticar o pré-diabetes e o diabetes. Também pode ser usado para monitorar pessoas com diabetes.
5 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
6 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
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Além da intervenção no estilo de vida, tomar 2,4 mg de semaglutida (Wegovy) uma vez por semana levou a maiores reduções no índice de massa corporal1 (IMC2) e no peso corporal para adolescentes com obesidade3, mostrou um estudo randomizado4 publicado no The New England Journal of Medicine. Às 68 semanas, a alteração média no IMC2 da linha de base foi uma redução de 16,1% com o agonista5 do receptor de peptídeo-1 semelhante ao glucagon6 (GLP-1) e um aumento de 0,6% com placebo7. Além disso, 73% dos participantes do grupo semaglutida tiveram perda de peso de 5% ou mais em comparação com 18% dos participantes do grupo placebo7; enquanto isso, 62% versus 8%, respectivamente, tiveram perda de peso de 10% ou mais, e 37% versus 3% tiveram perda de peso de 20% ou mais. Em média, os participantes recebendo semaglutida perderam 15,3 kg, enquanto aqueles recebendo placebo7 ganharam 2,4 kg em 68 semanas.
1 Índice de massa corporal: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
2 IMC: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
3 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
4 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
5 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
6 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
7 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
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