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Medical Journal - 07/06/19
Em estudo publicado pelo The Lancet Diabetes1 & Endocrinology, a intervenção no estilo de vida em pessoas com tolerância diminuída à glicose2 atrasou o início do diabetes tipo 23 e reduziu a incidência4 de eventos cardiovasculares, complicações microvasculares, mortalidade5 cardiovascular e mortalidade5 por todas as causas, e aumentou a expectativa de vida6.
1 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
2 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
3 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
4 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
5 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
6 Expectativa de vida: A expectativa de vida ao nascer é o número de anos que se calcula que um recém-nascido pode viver caso as taxas de mortalidade registradas da população residente, no ano de seu nascimento, permaneçam as mesmas ao longo de sua vida.
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Medical Journal - 06/06/19
Um novo composto desenvolvido por especialistas da Universidade de Sheffield matou bactérias gram-negativas resistentes a antibióticos, incluindo E. coli, durante testes. Novos tratamentos para bactérias gram-negativas são vitais, pois elas estão se tornando rapidamente imunes às medicações disponíveis atualmente.   [Mais...]
Medical Journal - 05/06/19
O objetivo deste estudo, publicado pelo BMJ, foi comparar a eficácia e segurança de intervenções cirúrgicas para mulheres com incontinência urinária1 de esforço, através de uma revisão sistemática e metanálise de rede.
1 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
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Medical Journal - 04/06/19
As mulheres que fumaram cigarros durante a gravidez1 e tomaram doses mais altas de suplementos de ácido fólico tiveram bebês2 com melhor crescimento fetal do que as fumantes que tomaram a dose padrão de ácido fólico, de acordo com um estudo publicado no JAMA Pediatrics.
1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
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Medical Journal - 03/06/19
Um estudo publicado pelo The New England Journal of Medicine (NEJM) mostrou que em pacientes com diabetes tipo 21 e doença renal2, o risco de insuficiência renal3 e eventos cardiovasculares foi menor no grupo que recebeu canagliflozina, um inibidor oral de SGLT2, do que no grupo que recebeu placebo4.
1 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
2 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
3 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
4 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
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Medical Journal - 31/05/19
A iluminação elétrica alterou fundamentalmente a maneira como o relógio circadiano humano sincroniza com o ciclo dia/noite. Um trabalho publicado pelo periódico PNAS avaliou a sensibilidade do sistema circadiano em nível de grupo à luz noturna e o grau em que a sensibilidade varia entre os indivíduos.   [Mais...]
Medical Journal - 30/05/19
A infecção1 pelo vírus2 da febre amarela3 resulta em morte em cerca de 30% dos indivíduos sintomáticos. O objetivo deste estudo, publicado pelo The Lancet Infectious Diseases, foi identificar os preditores de morte medidos na admissão hospitalar em uma coorte4 de pacientes internados em hospital durante o surto de febre amarela3 de 2018 na periferia da cidade de São Paulo, Brasil.
1 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
3 Febre Amarela: Doença infecciosa aguda, de curta duração (no máximo 10 dias), gravidade variável, causada pelo vírus da febre amarela, que ocorre na América do Sul e na África. Os sintomas são: febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (a pele e os olhos ficam amarelos) e hemorragias (de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina). A única forma de prevenção é a vacinação contra a doença.
4 Coorte: Grupo de indivíduos que têm algo em comum ao serem reunidos e que são observados por um determinado período de tempo para que se possa avaliar o que ocorre com eles. É importante que todos os indivíduos sejam observados por todo o período de seguimento, já que informações de uma coorte incompleta podem distorcer o verdadeiro estado das coisas. Por outro lado, o período de tempo em que os indivíduos serão observados deve ser significativo na história natural da doença em questão, para que haja tempo suficiente do risco se manifestar.
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Medical Journal - 27/05/19
A infecção1 por malária durante a gravidez2 está associada ao crescimento da cabeça3 fetal? Em dois estudos de coorte4, a malária falciparum durante a gravidez2 e a malária placentária foram significativamente associadas à ocorrência de circunferência da cabeça3 diminuída em recém-nascidos. A infecção1 pelo Plasmodium falciparum durante a gestação foi associada ao desenvolvimento alterado da cabeça3 do feto5, com possíveis consequências para o desenvolvimento neurológico fetal.
1 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Cabeça:
4 Estudos de coorte: Um estudo de coorte é realizado para verificar se indivíduos expostos a um determinado fator apresentam, em relação aos indivíduos não expostos, uma maior propensão a desenvolver uma determinada doença. Um estudo de coorte é constituído, em seu início, de um grupo de indivíduos, denominada coorte, em que todos estão livres da doença sob investigação. Os indivíduos dessa coorte são classificados em expostos e não-expostos ao fator de interesse, obtendo-se assim dois grupos (ou duas coortes de comparação). Essas coortes serão observadas por um período de tempo, verificando-se quais indivíduos desenvolvem a doença em questão. Os indivíduos expostos e não-expostos devem ser comparáveis, ou seja, semelhantes quanto aos demais fatores, que não o de interesse, para que as conclusões obtidas sejam confiáveis.
5 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
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Medical Journal - 23/05/19
Em estudo publicado pelo JAHA, identificou-se que o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) não é um fator de risco1 independente para doença cardiovascular (DCV). Condições físicas e psiquiátricas e tabagismo que coocorrem com o TEPT explicam por que essa população de pacientes tem um risco aumentado de DCV.
1 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
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Medical Journal - 21/05/19
Em estudo publicado pelo JAMA que investigou a associação entre o consumo de bebidas açucaradas e a mortalidade1, cada dose adicional de 12 oz/dia, tanto de bebidas açucaradas, como de suco de frutas, foi associada a um risco de mortalidade1 por todas as causas 11% e 24% maiores, respectivamente.
1 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
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