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Infecções1 estão sendo cada vez mais associadas a um risco maior de demência2. Um estudo com centenas de milhares de pessoas na Finlândia, publicado na revista PLOS Medicine, descobriu que aquelas que foram tratadas em hospitais por infecções1 graves como cistite3, pneumonia4 ou cárie dentária tinham uma probabilidade significativamente maior de desenvolver demência2 incluindo uma forma precoce da doença nos cinco a seis anos seguintes.
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O estudo AWARE, com resultados publicados na revista Obstetrics & Gynecology, avaliou recentemente como os níveis de movimento impactam os resultados da gravidez1 em pacientes com colo uterino2 curto. Utilizando acelerômetros de pulso para monitorar a contagem diária de passos, foi demonstrado que as participantes sedentárias (menos de 3.500 passos por dia) deram à luz com uma idade gestacional significativamente menor, de 34,9 semanas. Em contraste, aquelas que deram 3.500 passos ou mais deram à luz, em média, com 37,7 semanas.
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Um índice de idade cerebral derivado de EEG previu o risco de demência1 em cinco grupos de participantes. Cada aumento de 10 anos no índice de idade cerebral foi associado a um risco 39% maior de demência1. Os resultados, publicados no JAMA Network Open, indicam que o valor preditivo do índice deve ser avaliado mais a fundo, afirmaram os pesquisadores.
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Em estudo publicado na revista Nature Metabolism, pesquisadores descrevem a descoberta de um metabólito1 presente em cobras do gênero Python que foi capaz de suprimir o apetite em camundongos obesos, sem alguns dos efeitos colaterais2 observados com medicamento GLP-1.
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Uma nova revisão sistemática e metanálise, publicada na revista Nature Mental Health, apresenta evidências sugestivas, embora ainda com graus variados de certeza, de que a aptidão cardiorrespiratória (ACR) pode se correlacionar inversamente com o risco de desenvolver transtornos mentais e demência1. Entre os principais achados, adultos com alta ACR apresentaram risco reduzido de depressão, demência1 por todas as causas e transtornos psicóticos em comparação com aqueles com baixa ACR.
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Os tratamentos com antibióticos podem afetar a composição da comunidade de bactérias que vivem no intestino, conhecida como microbiota1 intestinal, por um longo período. Um novo estudo, publicado na revista Nature Medicine, mostra que certos tipos de antibióticos podem estar ligados a alterações na microbiota1 intestinal até quatro a oito anos após o tratamento.
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A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aprovou a primeira terapia oral direcionada à interleucina (IL)-23 para psoríase1 em placas2, anunciou a Johnson & Johnson em um comunicado à imprensa. A aprovação da icotrokinra (Icotyde) estipula o uso em adultos e crianças com 12 anos ou mais que pesam ao menos 40 kg com psoríase1 moderada/grave que sejam candidatos à terapia sistêmica ou fototerapia.
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Um estudo publicado na revista Gastroenterology oferece uma nova perspectiva sobre como o câncer1 de pâncreas2 pode começar a se desenvolver anos antes de ser detectado clinicamente, sugerindo um possível sinal de alerta precoce da doença. A pesquisa mostra que as células3 pancreáticas pré-cancerosas iniciais se organizam em nichos espaciais distintos e interagem de forma direcionada com células3 imunológicas, potencialmente criando um ambiente imunossupressor4 nos estágios iniciais do desenvolvimento da doença.
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Os psicodélicos podem não ser mais eficazes do que os antidepressivos tradicionais no tratamento da depressão, sugere uma revisão das evidências, publicada no JAMA Psychiatry. Drogas como psilocibina, LSD e DMT têm demonstrado, recentemente, grande potencial no tratamento de diversas condições de saúde1 mental, mas um problema persistente nessas pesquisas é que as pessoas geralmente conseguem identificar se receberam essas drogas ou um placebo2, com base nos efeitos alucinógenos das primeiras. Quando isso é levado em consideração, parece que os psicodélicos podem ser eficazes para a depressão, mas não mais do que os antidepressivos.
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Um estudo observacional publicado no Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry avaliou a associação entre o envelhecimento cerebral e a dieta MIND, que enfatiza vegetais, frutas vermelhas, aves e peixes, e limita o consumo de carne vermelha e doces. Os resultados apontam que melhor adesão à dieta se correlacionou com menor perda de substância cinzenta ao longo de 12 anos de acompanhamento, desacelerando o envelhecimento cerebral.
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