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Um escore de risco poligênico foi capaz de detectar uma alta proporção de câncer1 de próstata2 clinicamente significativo, de acordo com um estudo publicado no The New England Journal of Medicine. O câncer1 não teria sido detectado em 71,8% dos pacientes com o uso de PSA ou rastreamento por ressonância magnética3. As estimativas de sobrediagnóstico4 com o escore de risco poligênico foram semelhantes às relatadas em estudos anteriores de rastreamento por PSA.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
3 Ressonância magnética: Exame que fornece imagens em alta definição dos órgãos internos do corpo através da utilização de um campo magnético.
4 Sobrediagnóstico: Diagnóstico de uma doença que nunca provocará sintomas ou a morte de um(a) paciente.
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A FDA dos Estados Unidos concedeu autorização ao primeiro programa de inteligência artificial (IA) para auxiliar na previsão do risco de câncer1 de mama2 a partir de mamografias de rastreamento. O programa, chamado Clairity Breast, analisa mamografias em busca de características sutis que se correlacionam com o risco futuro de câncer1 de mama2, de acordo com um comunicado à imprensa da empresa Clairity. A pontuação de risco de aprendizado profundo detectou 8,6 cânceres por 1.000 pacientes, em comparação com 4,4 e 3,8 cânceres por 1.000 com os outros modelos de risco.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
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Um estudo publicado na revista Science Translational Medicine aponta que medicamentos utilizando a tecnologia de RNA mensageiro (RNAm) podem ser capazes de proteger contra uma ampla gama de vírus1, ativando partes essenciais de nossas defesas inatas contra infecções2.
1 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
2 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
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Resultados de um ensaio clínico em estágio inicial, publicados na revista Science Translational Medicine, mostram que 80% dos participantes que receberam uma vacina1 candidata contra o HIV2 produziram anticorpos3 contra proteínas4 virais.
1 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
2 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
3 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
4 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
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Um novo estudo, publicado na revista Nature Communications, mostra como a tecnologia de RNAm utilizada nas vacinas contra a Covid ajudou os cientistas a fazer o vírus1 HIV2 sair de seu esconderijo, um passo crucial para livrar o corpo completamente dele.
1 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
2 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
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A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aprovou o Wegovy (semaglutida) para uso entre o crescente número de americanos com MASH (esteato hepatite1 associada à disfunção metabólica), uma doença hepática2 grave. Em um ensaio clínico, cerca de 63% das pessoas que tomaram o medicamento apresentaram melhora da gordura3 e da inflamação4 no fígado5, sem agravamento das cicatrizes6 hepáticas7.
1 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
2 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
3 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
4 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
5 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
6 Cicatrizes: Formação de um novo tecido durante o processo de cicatrização de um ferimento.
7 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
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Comer batatas fritas várias vezes por semana foi associado a um risco maior de diabetes tipo 21, embora este não tenha sido o caso para batatas assadas, cozidas ou amassadas, de acordo com um estudo publicado no The British Medical Journal. Para cada aumento de três porções semanais de batatas fritas, a taxa de diabetes tipo 21 aumentou em 20%, e para cada aumento de três porções semanais de batata total, a taxa aumentou em 5%.
1 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
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Quase 100 especialistas em neurologia colaboraram na criação de um novo método de avaliação de pacientes com lesões1 cerebrais traumáticas. A nova estrutura, publicada no The Lancet Neurology, vai além da Escala de Coma2 de Glasgow para avaliar a gravidade do TCE, e pode levar a melhores diagnósticos e tratamentos e, em alguns casos, evitar discussões prematuras sobre a interrupção dos suportes de vida.
1 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
2 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo ”comer.”
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Estudo publicado no The Lancet Diabetes1 & Endocrinology revela que em jovens da África Subsaariana diagnosticados com diabetes tipo 12, 65% não têm anticorpos3 ou riscos genéticos associados à doença, o que sugere que têm um novo subtipo não autoimune4 da doença. A descoberta abre caminho para diagnóstico5 e tratamento mais precisos.
1 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
2 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
3 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
4 Autoimune: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
5 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
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Quando adolescentes no TikTok dizem “Se arrume comigo”, isso pode ser mais prejudicial do que imaginam. O primeiro estudo a examinar esses tipos de vídeos, publicado na revista científica Pediatrics, descobriu que eles colocam os adolescentes em risco de alergia1 de pele2 para o resto da vida. Meninas de 7 a 18 anos usam, em média, seis produtos diferentes no rosto, com algumas delas usando mais de uma dúzia de produtos.
1 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
2 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
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