news.med.br
Um estudo recente, publicado no Headache: The Journal of Head and Face1 Pain, relata que a ingestão dietética de vitamina2 B1, a tiamina, pode ajudar a prevenir a enxaqueca3 em algumas pessoas. Maiores quantidades de tiamina na dieta estavam associadas a menores chances de dor de cabeça4 severa ou enxaqueca3, e isso foi particularmente verdadeiro entre as mulheres. No entanto, os pesquisadores não encontraram uma diminuição significativa no risco relacionado à ingestão de riboflavina (vitamina2 B2). Este estudo fornece dados importantes para apoiar que os fatores nutricionais podem influenciar a indução da enxaqueca3. No futuro, mais estudos clínicos são necessários para confirmar essas conclusões, e experimentos adicionais são necessários para explorar os possíveis mecanismos de prevenção e tratamento da enxaqueca3.
1 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
2 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
3 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
4 Cabeça:
   [Mais...]

A cirurgia bariátrica1 aumentou o risco de epilepsia2, mostrou um estudo canadense retrospectivo3 publicado no jornal científico Neurology. Durante um acompanhamento mínimo de 3 anos, os pacientes de cirurgia bariátrica1 tiveram um risco 45% maior de desenvolver epilepsia2 em comparação com pessoas que não fizeram cirurgia bariátrica1. Ocorrência de AVC durante o período de acompanhamento aumentou o risco de epilepsia2 para pacientes4 de cirurgia bariátrica1. Um estudo anterior já havia relatado que o risco de epilepsia2 é elevado após cirurgia bariátrica1 para perda de peso; no entanto, esta associação não havia sido adequadamente explorada. Esses novos achados sugerem que a epilepsia2 é um risco a longo prazo associado à cirurgia bariátrica1 para perda de peso.
1 Cirurgia Bariátrica:
2 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
3 Retrospectivo: Relativo a fatos passados, que se volta para o passado.
4 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
   [Mais...]

Uma histerectomia1 precoce pode servir como um fator de risco2 independente para o desenvolvimento de diabetes3 no futuro, de acordo com um estudo apresentado na reunião anual da Associação Europeia para o Estudo do Diabetes3 (EASD), com resumo publicado na revista Diabetologia. Comparadas com mulheres com útero4 intacto, aquelas que foram submetidas à histerectomia1 tiveram um risco 20% maior de desenvolver diabetes tipo 25 incidente6 ao longo de 16 anos de acompanhamento, após ajuste para idade da menarca7, status de menopausa8 e idade da menopausa8, uso de dispositivos contraceptivos e terapia de reposição hormonal, e número de gestações. No entanto, quando analisadas por idade na histerectomia1, esse risco elevado de diabetes3 parecia se aplicar apenas a mulheres que fizeram uma histerectomia1 antes dos 50 anos. Além da idade, a ooforectomia9 foi outro fator que parecia contribuir para o risco de desenvolver diabetes tipo 25.
1 Histerectomia: Cirurgia através da qual se extrai o útero. Pode ser realizada mediante a presença de tumores ou hemorragias incontroláveis por outras formas. Quando se acrescenta à retirada dos ovários e trompas de Falópio (tubas uterinas) a esta cirurgia, denomina-se anexo-histerectomia.
2 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
3 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
4 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
5 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
6 Incidente: 1. Que incide, que sobrevém ou que tem caráter secundário; incidental. 2. Acontecimento imprevisível que modifica o desenrolar normal de uma ação. 3. Dificuldade passageira que não modifica o desenrolar de uma operação, de uma linha de conduta.
7 Menarca: Refere-se à ocorrência da primeira menstruação.
8 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
9 Ooforectomia: Ablação ou retirada de um ou dos dois ovários.
   [Mais...]

Novos estudos confirmaram que exercícios vigorosos, caminhadas e até mesmo tarefas domésticas podem beneficiar muito o cérebro1. Três grandes estudos de longo prazo divulgados nos últimos meses tentaram caracterizar os tipos, intensidades e durações de atividade física que conferem a maior proteção geral contra a demência2. Esses estudos, que acompanharam milhares e até centenas de milhares de pessoas por anos, confirmam que a atividade física regular, em muitas formas, desempenha um papel substancial na diminuição do risco de desenvolver demência2. O exercício vigoroso parece ser o melhor, mas mesmo o exercício não tradicional, como fazer tarefas domésticas, pode oferecer um benefício significativo. E, surpreendentemente, é igualmente eficaz na redução do risco em pessoas com histórico familiar de demência2. Os estudos foram publicados na revista Neurology e no Journal of Science and Medicine in Sport.
1 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
2 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
   [Mais...]

Este estudo de coorte1 publicado pelo JAMA Cardiology estudou a associação entre níveis muito elevados de colesterol2 HDL3 (>80 mg/dL4) e mortalidade5 em pacientes com doença arterial coronariana. Os resultados mostraram que indivíduos com níveis de HDL3 superiores a 80 mg/dL4 tiveram um risco 96% maior de mortalidade5 por todas as causas e um risco 71% maior de mortalidade5 cardiovascular após ajuste para covariáveis, em comparação com aqueles com níveis de HDL3 na faixa de 40 a 60 mg/dL4. Análises de sensibilidade demonstraram que o risco de mortalidade5 por todas as causas no grupo de HDL3 muito alto foi maior entre homens do que mulheres. Estes achados sugerem que níveis muito elevados de colesterol2 HDL3 estão paradoxalmente associados a maior risco de mortalidade5 em indivíduos com doença arterial coronariana. Essa associação foi independente dos polimorfismos comuns associados a níveis elevados de colesterol2 HDL3.
1 Estudo de coorte: Um estudo de coorte é realizado para verificar se indivíduos expostos a um determinado fator apresentam, em relação aos indivíduos não expostos, uma maior propensão a desenvolver uma determinada doença. Um estudo de coorte é constituído, em seu início, de um grupo de indivíduos, denominada coorte, em que todos estão livres da doença sob investigação. Os indivíduos dessa coorte são classificados em expostos e não-expostos ao fator de interesse, obtendo-se assim dois grupos (ou duas coortes de comparação). Essas coortes serão observadas por um período de tempo, verificando-se quais indivíduos desenvolvem a doença em questão. Os indivíduos expostos e não-expostos devem ser comparáveis, ou seja, semelhantes quanto aos demais fatores, que não o de interesse, para que as conclusões obtidas sejam confiáveis.
2 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
3 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
4 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
5 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
   [Mais...]

Bloqueadores dos canais de cálcio e losartan estão associados a um menor risco de gota1 entre pessoas com hipertensão arterial2. Já os diuréticos3, bloqueadores β, inibidores da enzima4 conversora da angiotensina (IECA), bloqueadores dos receptores da angiotensina II não-losartan podem aumentar o risco de ter a doença.
1 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
2 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
3 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
4 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
   [Mais...]

Os tumores sólidos são inervados por fibras nervosas que se originam dos sistemas nervoso periférico autônomo e sensitivo. Neste estudo, publicado na revista Nature, mostrou-se que as células1 de melanoma2 interagem com os neurônios3 nociceptores, levando a aumentos em seu crescimento de neurites4, em sua capacidade de resposta a ligantes nocivos e na liberação de neuropeptídeos. O peptídeo relacionado ao gene da calcitonina5 (CGRP) – um desses neuropeptídeos produzidos por nociceptores – aumenta diretamente o esgotamento das células1 T CD8+ citotóxicas, o que limita sua capacidade de eliminar o melanoma2. No geral, os resultados sugerem que reduzir a liberação de CGRP de nociceptores que inervam tumores pode ser uma estratégia para melhorar a imunidade6 antitumoral, eliminando os efeitos imunomoduladores do CGRP nas células1 T CD8+ citotóxicas.
1 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
2 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
3 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
4 Neurites: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
5 Calcitonina: Hormônio secretado pela glândula tireoide que inibe a perda de cálcio dos ossos.
6 Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
   [Mais...]

Se a redução da pressão arterial1 tem efeito sobre o risco de demência2 ou não, continua sendo uma questão importante na elaboração de políticas de saúde3 pública e diretrizes clínicas. Nesta metanálise, publicada no European Heart Journal, os pesquisadores mostraram que há um efeito significativo do tratamento da pressão arterial1 na redução das chances de demência2 em uma população idosa com histórico de hipertensão4. A regressão logística multinível relatou uma razão de chances ajustada de 0,87 a favor do tratamento anti-hipertensivo, reduzindo o risco de demência2 incidente5 com uma redução média da pressão arterial1 de 10/4 mmHg. Esses achados apoiam os benefícios do tratamento anti-hipertensivo no final da meia idade e na velhice para reduzir o risco de demência2.
1 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
2 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
5 Incidente: 1. Que incide, que sobrevém ou que tem caráter secundário; incidental. 2. Acontecimento imprevisível que modifica o desenrolar normal de uma ação. 3. Dificuldade passageira que não modifica o desenrolar de uma operação, de uma linha de conduta.
   [Mais...]

Além da intervenção no estilo de vida, tomar 2,4 mg de semaglutida (Wegovy) uma vez por semana levou a maiores reduções no índice de massa corporal1 (IMC2) e no peso corporal para adolescentes com obesidade3, mostrou um estudo randomizado4 publicado no The New England Journal of Medicine. Às 68 semanas, a alteração média no IMC2 da linha de base foi uma redução de 16,1% com o agonista5 do receptor de peptídeo-1 semelhante ao glucagon6 (GLP-1) e um aumento de 0,6% com placebo7. Além disso, 73% dos participantes do grupo semaglutida tiveram perda de peso de 5% ou mais em comparação com 18% dos participantes do grupo placebo7; enquanto isso, 62% versus 8%, respectivamente, tiveram perda de peso de 10% ou mais, e 37% versus 3% tiveram perda de peso de 20% ou mais. Em média, os participantes recebendo semaglutida perderam 15,3 kg, enquanto aqueles recebendo placebo7 ganharam 2,4 kg em 68 semanas.
1 Índice de massa corporal: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
2 IMC: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
3 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
4 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
5 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
6 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
7 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
   [Mais...]

Um novo estudo, com publicação no Journal of the National Cancer1 Institute, sugeriu que o uso de alisadores químicos de cabelo2 com frequência pode representar um pequeno risco de câncer1 uterino. As taxas da doença ainda são relativamente baixas, e a pesquisa também não mostrou definitivamente que os alisadores de cabelo2 causam câncer1. Mas as descobertas são motivo de preocupação. Para as mulheres do estudo que nunca usaram alisadores de cabelo2, o risco de desenvolver câncer1 uterino aos 70 anos foi de 1,64%, enquanto a taxa para usuárias frequentes de alisadores foi mais que o dobro, chegando a 4,05%. Embora o risco aumentado tenha sido encontrado entre mulheres de todas as origens raciais e étnicas, as mulheres negras podem ser desproporcionalmente afetadas: 60% das participantes que relataram usar alisadores de cabelo2 se identificaram como mulheres negras.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
   [Mais...]

Mostrar: 10
<< - « Anteriores - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - Próximos » - >>
41 a 50 (Total: 1512)
  • Entrar
  • Receber conteúdos