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Saúde - 25/09/14
Estudos realizados no Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), pelos pesquisadores Marco Aurélio Martins e Patrícia Silva investigam alternativas para o alívio dos sintomas1 da asma2. O uso preventivo3 da mangiferina (substância com propriedades anti-inflamatórias e antiespasmódicas presente na casca de árvores como a mangueira) e do ômega 3 (ácido graxo essencial encontrado em peixes como o atum e o salmão) podem ajudar no controle e na prevenção da asma2, com resultados da etapa de testes com animais publicados recentemente na revista científica Plos One.
1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
3 Preventivo: 1. Aquilo que previne ou que é executado por medida de segurança; profilático. 2. Na medicina, é qualquer exame ou grupo de exames que têm por objetivo descobrir precocemente lesão suscetível de evolução ameaçadora da vida, como as lesões malignas. 3. Em ginecologia, é o exame ou conjunto de exames que visa surpreender a presença de lesão potencialmente maligna, ou maligna em estágio inicial, especialmente do colo do útero.
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Medical Journal - 04/01/10
Publicado no periódico Clinical Gastroenterology and Hepatology, estudo avaliou os efeitos de longo prazo das terapias para casos mais graves de doença do refluxo gastroesofágico1 com esofagite2. Em doze anos de seguimento, foram comparados os efeitos da terapia com omeprazol e da cirurgia antirefluxo. Ambas foram efetivas e bem toleradas. A cirurgia é superior para controlar as manifestações gerais da doença, mas o omeprazol evita o aparecimento de sintomas3 decorrentes desta intervenção cirúrgica.
1 Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).
2 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
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Medical Journal - 26/12/05
O grego Hipócrates, pai da medicina, já recomendava o vinho por seus benefícios à saúde1. Confira este artigo publicado na Revista Wine Style, número 1, em 2005, escrito pelo Dr. Gustavo Andrade de Paula (médico e diretor de Degustação da ABS-SP/Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo).
Email para contato: gustavoap@usa.net
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
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Saúde - 15/04/19
The Lancet Child & Adolescent Health publicou online uma revisão sobre os impactos do diabetes tipo 11 no cérebro2 em desenvolvimento. As análises indicam que a cetoacidose diabética3 e a hiperglicemia4 crônica parecem ser mais prejudiciais do que se suspeitava anteriormente.
1 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
2 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
3 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
4 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
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Saúde - 05/04/19
Dieta subótima é um importante fator de risco1 evitável para doenças não transmissíveis (DNTs); no entanto, seu impacto sobre as DNTs não foi sistematicamente avaliado. Este estudo, publicado pelo periódico The Lancet, teve como objetivo avaliar o consumo dos principais alimentos e nutrientes em 195 países e quantificar o impacto de sua ingestão na mortalidade2 e morbidade3 das DNTs.
1 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
2 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
3 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
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Saúde - 14/10/05
A Associação Médica Brasileira, o Conselho Federal de Medicina e a Federação Nacional dos Médicos, em conjunto com as Sociedades de Especialidade, acabam de lançar a quarta edição da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM), totalmente revisada e atualizada.   [Mais...]
Medical Journal - 14/12/18
Um antidepressivo tricíclico de baixa dose é eficaz no tratamento da dor lombar crônica? Os resultados deste ensaio clínico publicado pelo JAMA Internal Medicine sugerem que amitriptilina em baixas doses pode ser um tratamento efetivo para dor lombar crônica, especialmente se a alternativa for o uso de um opióide.   [Mais...]
Medical Journal - 06/10/16
Uma revisão sistemática foi publicada pelo periódico The Journal of the American Medical Association (JAMA), sobre as opções de tratamento em casos leves, moderados ou graves de hiperêmese gravídica.   [Mais...]
Medical Journal - 26/06/15
Com o objetivo de investigar a associação entre o tipo de parto e o transtorno do espectro autista (TEA) foi realizado um estudo de base populacional com irmãos como controles. O trabalho teve publicação online pelo JAMA Psychiatry.   [Mais...]
Medical Journal - 12/05/15
Pesquisadores da University of Ottawa, Canadá, e da University of Alabama, em Birmingham, EUA, fizeram uma revisão sistemática e meta-análise de infecções1 graves em portadores de artrite reumatoide2 tratados com medicamentos biológicos em comparação com aqueles tratados com DMARDs tradicionais.
1 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
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