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O neurofilamento de cadeia leve (NfL) sérico, uma proteína citoplasmática neuronal que serve como medida de lesão1 axonal, foi associado à doença de Parkinson2 incidente3, sinais4 parkinsonianos e declínio no funcionamento físico, mostrou um estudo longitudinal publicado na revista Neurology. Em comparação com pessoas no quartil mais baixo de NfL sérico na linha de base, aquelas com concentrações mais altas tiveram maiores chances de doença de Parkinson2 clínica em todos os momentos, desde a data do diagnóstico5 até mais de 5 anos antes. Esses resultados sugerem que o NfL pode servir como um potencial biomarcador para neurodegeneração, incluindo os resultados da doença de Parkinson2.
1 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
2 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
3 Incidente: 1. Que incide, que sobrevém ou que tem caráter secundário; incidental. 2. Acontecimento imprevisível que modifica o desenrolar normal de uma ação. 3. Dificuldade passageira que não modifica o desenrolar de uma operação, de uma linha de conduta.
4 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
5 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
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A capacidade pulmonar é um marcador mensurável simples da saúde1 pulmonar. A baixa função pulmonar está associada a alta mortalidade2 e desfechos cardiopulmonares adversos. O presente estudo, publicado pela revista PLOS Medicine, buscou abordar a associação entre o volume expiratório forçado no primeiro segundo3 (VEF1), um indicador da função pulmonar, com marcadores amplos de saúde1 geral, relevantes para a trajetória do envelhecimento na população geral. Observou-se associações graduais entre VEF1 mais baixo com maiores chances de sintomas4 respiratórios incapacitantes, percepção de saúde1 geral ruim e menor desempenho cognitivo5 e físico. Esses achados apoiam as implicações mais amplas da medida da função pulmonar na saúde1 geral e na trajetória do envelhecimento.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
3 Volume Expiratório forçado no primeiro segundo: É o volume de ar expirado num segundo. Ele é reduzido nos doentes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), pois estes necessitam de mais tempo para expirarem completamente.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Desempenho cognitivo: Desempenho dos processos de aprendizagem e de aquisição de conhecimento através da percepção.
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Há muito se suspeita que a vitamina1 D possa ajudar a reduzir o risco de desenvolver uma doença autoimune2, e agora há evidências de que esse é o caso – pelo menos para pessoas com mais de 50 anos. No estudo publicado no The British Medical Journal, pesquisadores dividiram aleatoriamente cerca de 26.000 pessoas nos EUA com 50 anos ou mais em dois grupos, dando-lhes suplementos de vitamina1 D ou placebo3. A equipe acompanhou os participantes por cerca de cinco anos para medir o desenvolvimento de doenças autoimunes4, incluindo artrite reumatoide5, doença autoimune2 da tireoide6 e psoríase7. Os resultados mostraram que uma dose de 2.000 unidades internacionais (UI) de vitamina1 D por dia reduziu o desenvolvimento de doenças autoimunes4 em 22%, em comparação com o placebo3. Os pesquisadores agora estão estendendo o teste para ver quanto tempo os benefícios duram e esperam iniciar um novo teste em pessoas mais jovens.
1 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
2 Autoimune: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
3 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
4 Autoimunes: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
5 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
6 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
7 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
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Pessoas que param de fumar geralmente ganham peso, o que pode fazer com que alguns indivíduos comecem a fumar novamente. Os fatores subjacentes a este tipo de ganho de peso não são totalmente compreendidos. Sabe-se que microorganismos no intestino (microbiota1) podem influenciar aspectos da saúde2 humana e têm sido implicados na obesidade3. Em estudo publicado na revista Nature, pesquisadores relatam evidências de estudos em camundongos e humanos que apontam para a microbiota1 como tendo um papel no ganho de peso associado à cessação do tabagismo. Essas descobertas podem ajudar nos esforços para permitir que as pessoas evitem os efeitos colaterais4 associados a parar de fumar.
1 Microbiota: Em ecologia, chama-se microbiota ao conjunto dos microrganismos que habitam um ecossistema, principalmente bactérias, protozoários e outros microrganismos que têm funções importantes na decomposição da matéria orgânica e, portanto, na reciclagem dos nutrientes. Fazem parte da microbiota humana uma quantidade enorme de bactérias que vivem em harmonia no organismo e auxiliam a ação do sistema imunológico e a nutrição, por exemplo.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
4 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
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Estudo publicado pelo JAMA Network Open mostrou que, entre os pacientes com anemia ferropriva1, os suplementos orais de ferro isoladamente foram equivalentes aos suplementos orais de ferro mais vitamina2 C para melhorar a recuperação da hemoglobina3 e a absorção de ferro.
1 Anemia Ferropriva: Anemia por deficiência de ferro. É o tipo mais comum de anemia. Há redução da quantidade total de ferro corporal até a exaustão das reservas de ferro. O fornecimento de ferro é insuficiente para atingir as necessidades de diferentes tecidos, incluindo as necessidades para a formação de hemoglobina e dos glóbulos vermelhos.
2 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
3 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
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Estudo publicado pelo NEJM demonstrou que o fenilbutirato de sódio – taurursodiol resultou em declínio funcional mais lento do que o placebo1 em pacientes com esclerose2 lateral amiotrófica (ELA), conforme medido pelo escore ALSFRS-R durante um período de 24 semanas.
1 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
2 Esclerose: 1. Em geriatria e reumatologia, é o aumento patológico de tecido conjuntivo em um órgão, que ocorre em várias estruturas como nervos, pulmões etc., devido à inflamação crônica ou por razões desconhecidas. 2. Em anatomia botânica, é o enrijecimento das paredes celulares das plantas, por espessamento e/ou pela deposição de lignina. 3. Em fitopatologia, é o endurecimento anormal de um tecido vegetal, especialemnte da polpa dos frutos.
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O uso de telefones celulares aumentou dramaticamente nos últimos anos, inclusive entre crianças e jovens. Estes telefones liberam energia de radiofrequência (RF). Alguns cientistas acreditam que a energia RF pode afetar a saúde1 humana. Este documento de orientação, do Departamento de Saúde1 Pública da Califórnia, descreve algumas das possíveis preocupações com a saúde1 e fornece orientação sobre como as pessoas podem reduzir sua exposição.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
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O tramadol é um analgésico1 opioide fraco cuja utilização tem aumentado rapidamente. Ele tem sido associado a efeitos adversos como a hipoglicemia2. O objetivo da pesquisa, publicada pelo JAMA Internal Medicine, foi avaliar se o uso de tramadol, quando comparado ao uso de codeína, está associado a um aumento do risco de hospitalização por hipoglicemia2.
1 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
2 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
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A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde1 (MHRA), do Reino Unido, aconselhou os pais a não usarem produtos orais à base de planta Echinacea em menores de 12 anos de idade pelo risco de reações alérgicas. Crianças com 12 anos ou mais e adultos podem continuar a usar estes produtos.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
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Estudo com cobaias de laboratório mostrou que uma dose de apenas 2 mg de Prozac (fluoxetina) ao dia, apenas nos dias em que os sintomas1 da síndrome2 de tensão pré-menstrual (TPM) aparecem, pode ajudar a prevenir os danos causados por esta condição, de acordo com estudo divulgado no British Science Festival.
1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
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