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Medical Journal - 09/08/22
Meninos com hipospádia1 eram várias vezes mais propensos a também ter doença cardíaca congênita2 em comparação com aqueles sem defeito uretral3 de nascença, mostrou um estudo de coorte4 publicado no JAMA Network Open. Programas de vigilância ativa no Texas e Arkansas revelaram que 5,5% a 7,0% dos meninos nascidos com hipospádia1 tinham um defeito cardíaco congênito5 (DCC) concomitante. Meninos com hipospádia1 foram 5,8 vezes mais propensos a ter um DCC concomitante em comparação com meninos sem hipospádia1. Essas associações ocorreram fora das anomalias cromossômicas. A hipospádia1 é um defeito congênito5 do trato urinário6 masculino que resulta no deslocamento da abertura uretral3 em vários graus. Os achados sugerem que exames para defeitos congênitos7 adicionais entre meninos nascidos com hipospádia1 podem ser justificados. Além disso, estudos moleculares são necessários para descobrir a etiologia8 compartilhada de defeitos concomitantes em diferentes campos do desenvolvimento.
1 Hipospádia: Deformação congênita das vias urinárias, na qual a abertura da uretra se encontra na face inferior ou ventral do pênis ou, na mulher, dentro da vagina.
2 Congênita: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
3 Uretral: Relativo ou pertencente à uretra.
4 Estudo de coorte: Um estudo de coorte é realizado para verificar se indivíduos expostos a um determinado fator apresentam, em relação aos indivíduos não expostos, uma maior propensão a desenvolver uma determinada doença. Um estudo de coorte é constituído, em seu início, de um grupo de indivíduos, denominada coorte, em que todos estão livres da doença sob investigação. Os indivíduos dessa coorte são classificados em expostos e não-expostos ao fator de interesse, obtendo-se assim dois grupos (ou duas coortes de comparação). Essas coortes serão observadas por um período de tempo, verificando-se quais indivíduos desenvolvem a doença em questão. Os indivíduos expostos e não-expostos devem ser comparáveis, ou seja, semelhantes quanto aos demais fatores, que não o de interesse, para que as conclusões obtidas sejam confiáveis.
5 Congênito: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
6 Trato Urinário:
7 Defeitos congênitos: Problemas ou condições que estão presentes ao nascimento.
8 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
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Medical Journal - 25/01/22
Indivíduos com câncer1 geralmente têm uma contagem elevada de plaquetas2 no momento do diagnóstico3. A extensão em que uma contagem elevada de plaquetas2 é um indicador de câncer1 não é clara. O objetivo deste estudo, publicado pelo JAMA Network Open, foi avaliar a associação de uma contagem elevada de plaquetas2 com um diagnóstico3 de câncer1. Os resultados mostraram que uma contagem muito alta de plaquetas2 foi associada a cânceres de cólon4, pulmão5, ovário6 e estômago7. Assim, o estudo concluiu que uma contagem elevada de plaquetas2 foi associada ao aumento do risco de câncer1 em vários locais. Esses achados sugerem que uma plaquetose poderia servir como um marcador para a presença de alguns tipos de câncer1.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
4 Cólon:
5 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
6 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
7 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
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Medical Journal - 27/07/22
Quais são as associações entre a alimentação com leite materno e os resultados cognitivos1, acadêmicos e comportamentais de bebês2 prematuros nascidos com menos de 33 semanas de gestação? Neste estudo, publicado no JAMA Network Open, examinou-se até que ponto a alimentação com leite materno após o nascimento muito prematuro está associada a resultados do neurodesenvolvimento na idade escolar. Foi demonstrado que a alimentação com leite materno durante a hospitalização neonatal e após a alta foi associada a um melhor desempenho em idade escolar no QI3, melhor desempenho acadêmico e à redução dos sintomas4 de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), principalmente entre os bebês2 nascidos com menos de 30 semanas de gestação. Esses achados confirmam recomendações para fornecer leite materno a bebês2 muito prematuros hospitalizados com base em potenciais benefícios de longo prazo para o neurodesenvolvimento.
1 Cognitivos: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
2 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
3 QI: O QI é utilizado para dimensionar a inteligência humana em relação à faixa etária a que um sujeito pertence. Em 1905, os franceses Alfred Binet e Theodore Simon desenvolveram uma ferramenta para avaliar os potenciais cognitivos dos estudantes, tentando detectar entre eles aqueles que precisavam de um auxílio maior de seus mestres, criando a Escala de Binet-Simon. Outros estudiosos aperfeiçoaram esta metodologia. William Stern foi quem, em 1912, propôs o termo “QI“. O Quociente de Inteligência é a razão entre a Idade Mental e a Cronológica, multiplicada por 100 para se evitar a utilização dos decimais. Seguindo-se este indicador, é possível avaliar se um infante é precoce ou se apresenta algum retardamento no aprendizado. Os que apresentam o quociente em torno de 100 são considerados normais, os acima deste resultado revelam-se precoces e os que alcançam um valor mais inferior (cerca de 70) são classificados como retardados. Uma alta taxa de QI não indica que o indivíduo seja mentalmente são, ou mesmo feliz, e também não avalia outros potenciais e capacidades, tais como as artísticas e as de natureza espiritual. O QI mede bem os talentos linguísticos, os pensamentos lógicos, matemáticos e analíticos, a facilidade de abstração em construções teóricas, o desenvolvimento escolar, o saber acadêmico acumulado ao longo do tempo. Os grandes gênios do passado, avaliados dessa forma, apresentavam uma taxa de aproximadamente 180, o que caracteriza um superdotado.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
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Medical Journal - 01/08/22
A quimioterapia1 nem sempre consegue combater um tumor2. Compreender como o crescimento do câncer3 é retomado após a quimioterapia1 será fundamental para encontrar novos tratamentos que possam levar a curas sustentáveis. Em um novo estudo, publicado na revista Nature, os pesquisadores descobriram alguns detalhes que faltavam sobre as células4 que impulsionam essas recidivas5 tumorais. Um olhar mais atento às células4 que impulsionam o crescimento do câncer3 após a quimioterapia1 e, portanto, contribuem para a progressão fatal do tumor2, fornece novos conhecimentos sobre a identidade das células4 que conseguem sobreviver ao tratamento. Identificou-se células-tronco6 tumorais LGR5+ que exibem um comportamento inativo em um estado sem experiência de quimioterapia1. Explorando os mecanismos dessas células4, os resultados oferecem uma abordagem terapêutica7 viável para superar a refratariedade do câncer3 colorretal humano à quimioterapia1 convencional.
1 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
2 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
3 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
4 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
5 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
6 Células-tronco: São células primárias encontradas em todos os organismos multicelulares que retêm a habilidade de se renovar por meio da divisão celular mitótica e podem se diferenciar em uma vasta gama de tipos de células especializadas.
7 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
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Medical Journal - 26/07/22
Um tratamento comumente usado para pessoas com osteoartrite1 do joelho é pouco mais eficaz do que o efeito placebo2 na redução da dor e melhora da função, descobriu uma nova revisão de 50 anos de dados publicada no The British Medical Journal. No entanto, apesar de décadas de evidências crescentes mostrando que as injeções de ácido hialurônico não ajudam a maioria dos pacientes com osteoartrite1, as injeções se tornaram mais amplamente utilizadas. O estudo demonstrou que a injeção3 de ácido hialurônico – chamada viscossuplementação – oferece uma redução tão pequena na dor e rigidez da osteoartrite1 do joelho quando comparada a injeções de placebo2 que não faz diferença significativa na vida dos pacientes. Além disso, as injeções também foram associadas a um risco maior de experimentar uma ampla gama de efeitos colaterais4 negativos. Dessa forma, os resultados não suportam o amplo uso de viscossuplementação para o tratamento da osteoartrite1 do joelho.
1 Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também denominado artrose.
2 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
3 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
4 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
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Pharma News - 09/05/08
Aprovado, em 30 de abril de 2008, o único tratamento disponível para a síndrome1 do intestino irritável com constipação2 nos Estados Unidos. O Food and Drug Administration (FDA) aprovou o Amitiza (lubiprostone) para mulheres adultas com idade igual ou maior que 18 anos.
1 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
2 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
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Medical Journal - 09/08/22
A sepse1 neonatal de início precoce é uma doença grave, principalmente em prematuros. O diagnóstico2 oportuno pode ser desafiador devido à apresentação inespecífica e desempenho questionável dos marcadores comuns de infecção3. Nesta revisão sistemática e metanálise de 12 estudos e 828 recém-nascidos, publicada no JAMA Pediatrics, a presepsina mostrou alta sensibilidade e especificidade combinadas para diagnóstico2 da sepse1 neonatal de início precoce. A especificidade da presepsina foi influenciada pela inclusão de apenas sepse1 de início precoce ou de todas as sepses neonatais. A precisão não foi afetada pela idade gestacional, tipo de teste, país do estudo ou risco de viés dos estudos incluídos. Os achados demonstram que a presepsina parece ser um biomarcador preciso de sepse1 neonatal precoce e deve ser estudada em ensaios clínicos4 para reduzir a exposição precoce aos antibióticos.
1 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
2 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
3 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
4 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
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Medical Journal - 28/07/22
Duas séries de casos, publicadas no The New England Journal of Medicine, de crianças com hepatite1 aguda inexplicada dos EUA e do Reino Unido apontaram para a viremia do adenovírus humano na maioria e fortaleceram o caso do adenovírus 41 como uma causa potencial. Entre nove crianças vistas no Alabama, EUA, de outubro de 2021 a fevereiro de 2022, oito deram positivo para adenovírus humano. Já entre 44 crianças com hepatite1 aguda de causa desconhecida em um dos três centros pediátricos de transplante de fígado2 no Reino Unido de 1º de janeiro a 11 de abril de 2022, 27 das 30 que tiveram testes moleculares para adenovírus humano deram positivo. Embora o adenovírus humano 41 tenha sido amplamente associado à gastroenterite3 aguda, 14% das crianças da série do Reino Unido e duas das nove da série dos EUA precisaram de transplante de fígado2. Porém, os pesquisadores em ambas as séries de casos reconheceram que os dados retrospectivos não podiam provar a causa.
1 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
2 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
3 Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
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Medical Journal - 26/07/22
A fisioterapia1 baseada em exercícios permaneceu não inferior à meniscectomia parcial artroscópica para o tratamento de lesões2 meniscais degenerativas3, de acordo com dados de longo prazo do estudo ESCAPE, publicados no JAMA Network Open, sugerindo que a fisioterapia1 deve ser o tratamento preferencial em relação à cirurgia. Da linha de base até o acompanhamento de 5 anos, a melhora média na função do joelho relatada pelo paciente foi de 29,6 pontos no grupo de cirurgia e 25,1 pontos no grupo de fisioterapia1. A diferença bruta entre os grupos foi de 3,5 pontos, não ultrapassando o limite de não inferioridade de 11 pontos. Taxas comparáveis de progressão da osteoartrite4 do joelho demonstrada radiograficamente foram observadas entre os dois tratamentos. Esses resultados podem auxiliar no desenvolvimento e atualização das recomendações atuais das diretrizes sobre o tratamento de pacientes com lesão5 meniscal degenerativa6.
1 Fisioterapia: Especialidade paramédica que emprega agentes físicos (água doce ou salgada, sol, calor, eletricidade, etc.), massagens e exercícios no tratamento de doenças.
2 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
3 Degenerativas: Relativas a ou que provocam degeneração.
4 Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também denominado artrose.
5 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
6 Degenerativa: Relativa a ou que provoca degeneração.
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Pharma News - 04/05/16
A Food and Drug Administration (FDA) alerta que impulsos compulsivos ou incontroláveis como jogar, comer, fazer compras e ter relações sexuais de maneira excessiva e fora do controle foram relatados com o uso do antipsicótico aripiprazol (Abilify, Abilify Maintena, Aristada e genéricos). Estes impulsos incontroláveis cessam quando o medicamento é interrompido ou a dose é reduzida.   [Mais...]
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