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O tratamento com o fármaco1 experimental elecoglipron levou à perda de peso em pessoas com obesidade2 e melhorou o controle glicêmico naquelas com diabetes tipo 23, segundo dois estudos globais de fase II randomizados, publicados no The Lancet. No estudo VISTA, a perda média de peso corporal na 26ª semana variou de 2,6% no grupo que recebeu 5 mg de elecoglipron a 10,5% no grupo que recebeu 75 mg com etapas de titulação semanal, em comparação com uma perda de 0,6% com placebo4. No estudo SOLSTICE, a redução média da HbA1c5 na 26ª semana variou de 0,91% com 5 mg de elecoglipron a 1,88% com 75 mg de elecoglipron (utilizando um esquema de escalonamento de dose a cada duas semanas), em comparação com uma redução de 0,15% com placebo4.
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Um medicamento utilizado para tratar o diabetes tipo 21 pode reduzir significativamente o risco de insuficiência cardíaca2 em indivíduos geneticamente predispostos à cardiomiopatia, segundo um estudo publicado na Nature Medicine. As descobertas apontam a dapagliflozina como um possível tratamento preventivo3, especificamente para pacientes4 que apresentam certas variantes genéticas raras conhecidas por causar cardiomiopatia. O tratamento com dapagliflozina reduziu as internações por insuficiência cardíaca2 em mais de 80% entre os participantes do estudo que possuíam essas variantes genéticas. Nos participantes que não as possuíam, o medicamento reduziu as internações em 32%.
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A semana de 25 a 31 de maio trouxe novidades relevantes em obstetrícia, pediatria, neurologia, cardiologia, cirurgia, entre outras especialidades. Destacaram-se alguns estudos de maior apelo clínico, como um publicado pelo JAMA cujos dados associaram menos tempo sentado e mais movimento leve na gestação a menor risco de complicações; e um publicado no JAMA Neurology que apresentou um modelo de estadiamento biológico da doença de Alzheimer1 por biomarcadores plasmáticos. No campo terapêutico, destacam-se as aprovações da Anvisa para rimegepanto na enxaqueca2 e para a primeira caneta de semaglutida sintética análoga ao Ozempic no Brasil.
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Pessoas idosas com diabetes tipo 11 apresentaram um risco quase três vezes maior de desenvolver demência2 em comparação com aquelas sem diabetes3. O diabetes tipo 11 pode apresentar um conjunto único de fatores de risco para demência2, em parte devido à destruição autoimune4 das células5 beta. Como as pessoas com diabetes tipo 11 estão vivendo mais, os pesquisadores enfatizaram a necessidade de uma melhor prevenção da demência2.
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Um novo estudo da American Heart Association, publicado na revista Circulation, estima que 6 em cada 10 mulheres desenvolverão pelo menos um tipo de doença cardiovascular nos próximos 25 anos. Além disso, a doença se manifestará em idades mais jovens. Até 2050, quase um terço das meninas de 2 a 19 anos terá obesidade1, um dos três principais fatores de risco para doenças cardiovasculares2.
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Uma metanálise, publicada no JAMA Internal Medicine, descobriu que as mulheres perderam mais peso do que os homens ao tomarem um agonista1 do receptor de GLP-1. Diferenças biológicas, como os níveis de estrogênio e a composição corporal, podem explicar por que as mulheres respondem melhor a esses medicamentos. A perda de peso foi consistente em muitos outros subgrupos de pacientes estratificados por idade, raça e etnia, índice de massa corporal2 e HbA1c3.
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Crianças nascidas de mães com qualquer tipo de diabetes1 em Ontário, Canadá, apresentaram maior risco de desenvolver epilepsia2, de acordo com um estudo publicado na revista Pediatrics. Para filhos de mães com diabetes tipo 13 ou tipo 2, o risco de epilepsia2 tendeu a aumentar com a duração da doença. Crianças expostas ao diabetes1 materno durante a gestação podem necessitar de monitoramento mais rigoroso para detecção precoce de sinais4 de epilepsia2.
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Uma análise recente do estudo SURPASS-3, publicada no The Lancet Diabetes1 & Endocrinology, revela o impacto do tratamento com o medicamento tirzepatida no volume muscular e na infiltração de gordura2 nos músculos3 em indivíduos com diabetes tipo 24. A nova análise ressalta que, apesar da redução no volume muscular, a tirzepatida também leva a uma melhora na qualidade muscular, caracterizada por reduções significativas na infiltração de gordura2 muscular, o que se associa à melhora da função física e dos fatores de risco cardiometabólicos.
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Pessoas que consomem mais conservantes alimentares podem ter um risco maior de desenvolver diabetes tipo 21, de acordo com um estudo publicado na revista Nature Communications. Dos 17 conservantes utilizados por pelo menos 10% da população estudada, 12 foram associados a uma maior incidência2 de diabetes tipo 21. Isso incluiu tanto aditivos não antioxidantes, como o sorbato de potássio, quanto aditivos antioxidantes, como o ácido cítrico.
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Um medicamento oral experimental testado em humanos mostrou que pode aumentar a queima de gordura1 mesmo em repouso, sem comprometer a massa muscular, além de aumentar a absorção de glicose2 e a sensibilidade à insulina3. O bom desempenho demonstrado em ensaios pré-clínicos e clínicos pode abrir um novo caminho para o tratamento da obesidade4 e do diabetes tipo 25. O composto, chamado ATR-258, foi descrito em um estudo publicado na revista Cell.
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