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Cientistas aproveitaram o poder do olfato hipersensível de uma mulher para desenvolver um teste para determinar se as pessoas têm a doença de Parkinson1. O teste levou anos para ser feito depois que os acadêmicos perceberam que a mulher em questão podia sentir o cheiro da condição. As descobertas, publicadas no Journal of the American Chemical Society, detalham como o sebo pode ser analisado com espectrometria de massa – um método que pesa moléculas – para identificar a doença. Algumas moléculas estão presentes apenas em pessoas com doença de Parkinson1. Se o novo teste, realizado coletando uma amostra de sebo da pele2 com cotonete, for bem-sucedido fora das condições laboratoriais, ele poderá ser implementado para obter um diagnóstico3 mais rápido.
1 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
2 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
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Indivíduos com câncer1 geralmente têm uma contagem elevada de plaquetas2 no momento do diagnóstico3. A extensão em que uma contagem elevada de plaquetas2 é um indicador de câncer1 não é clara. O objetivo deste estudo, publicado pelo JAMA Network Open, foi avaliar a associação de uma contagem elevada de plaquetas2 com um diagnóstico3 de câncer1. Os resultados mostraram que uma contagem muito alta de plaquetas2 foi associada a cânceres de cólon4, pulmão5, ovário6 e estômago7. Assim, o estudo concluiu que uma contagem elevada de plaquetas2 foi associada ao aumento do risco de câncer1 em vários locais. Esses achados sugerem que uma plaquetose poderia servir como um marcador para a presença de alguns tipos de câncer1.
1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
4 Cólon:
5 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
6 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
7 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
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A suplementação1 diária de vitaminas e minerais melhorou a cognição2 em idosos, mostrou o ensaio clínico COSMOS-Mind, com resultados publicados no jornal científico Alzheimer’s & Dementia. O foco principal do estudo foi o efeito do extrato diário de cacau, que é rico em flavonoides que pesquisas anteriores sugeriram que podem ajudar a preservar a função cognitiva3. No teste de 3 anos, o extrato diário de cacau não teve efeito sobre a cognição2. Mas ao longo de 3 anos, um suplemento multivitamínico mineral diário mostrou benefícios globais de cognição2 em comparação com placebo4. A memória episódica e a função executiva5 também melhoraram. O efeito global de multivitaminas diárias parecia mais pronunciado em participantes com doença cardiovascular. É necessário trabalho adicional para confirmar esses achados em uma coorte6 mais diversificada e identificar mecanismos para explicar os efeitos do multivitamínico mineral.
1 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
2 Cognição: É o conjunto dos processos mentais usados no pensamento, percepção, classificação, reconhecimento e compreensão para o julgamento através do raciocínio para o aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas.
3 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
4 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
5 Função executiva: Também conhecida como controle cognitivo ou sistema supervisor atencional é um conceito neuropsicológico que se aplica ao processo cognitivo responsável pelo planejamento e execução de atividades, que podem incluir, por exemplo, a iniciação de tarefas, memória de trabalho, atenção sustentada e inibição de impulsos.
6 Coorte: Grupo de indivíduos que têm algo em comum ao serem reunidos e que são observados por um determinado período de tempo para que se possa avaliar o que ocorre com eles. É importante que todos os indivíduos sejam observados por todo o período de seguimento, já que informações de uma coorte incompleta podem distorcer o verdadeiro estado das coisas. Por outro lado, o período de tempo em que os indivíduos serão observados deve ser significativo na história natural da doença em questão, para que haja tempo suficiente do risco se manifestar.
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Um agente experimental que é o primeiro de sua classe ofereceu alívio dos sintomas1 a pacientes com colite2 ulcerativa moderada a grave ativa, de acordo com um estudo randomizado3 de fase 2b publicado no The Lancet Gastroenterology & Hepatology. Entre mais de 200 pacientes, aqueles que receberam três doses diferentes de ABX464, que recebeu o nome obefazimod, tiveram uma melhora significativamente maior no escore de Mayo modificado - uma medida da atividade da doença. Em todas as doses de obefazimod, mais pacientes alcançaram resposta clínica, remissão clínica e melhora endoscópica em 8 semanas, com resultados semelhantes em 16 semanas. Obefazimod é uma pequena molécula que induz a regulação positiva seletiva do microRNA-124 em células4 imunes, um modulador da inflamação5 e imunidade6 inata que tem o potencial de fornecer restituição terapêutica7 de vias fisiológicas8 prejudicadas por doenças inflamatórias.
1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
3 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
4 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
5 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
6 Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
7 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
8 Fisiológicas: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
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Estudo publicado na revista Mayo Clinic Proceedings buscou avaliar o impacto do sexo do paciente nos resultados e no manejo de pacientes com infarto1 agudo2 do miocárdio3 com parada cardíaca fora do hospital. Os resultados apontam que as mulheres tiveram chances significativamente maiores de morte intra-hospitalar em comparação com os homens e menores chances de receber angiografia4 coronária e cirurgia de ponte de safena. Dessa forma, o estudo concluiu que as mulheres foram menos propensas a sobreviver após parada cardíaca fora do hospital secundária ao infarto1 agudo2 do miocárdio3. Protocolos hospitalares que minimizem o viés médico e melhorem a comunicação do médico com a mulher são necessários para fechar essa lacuna.
1 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
2 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
3 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
4 Angiografia: Método diagnóstico que, através do uso de uma substância de contraste, permite observar a morfologia dos vasos sangüíneos. O contraste é injetado dentro do vaso sangüíneo e o trajeto deste é acompanhado através de radiografias seriadas da área a ser estudada.
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Neste estudo de pessoas com provável doença renal1 crônica (DRC) acessando cuidados de saúde2, publicado no Journal of the American Society of Nephrology, observou-se diferenças profundas entre os sexos na detecção, reconhecimento e monitoramento que persistiram ao longo do tempo: as mulheres eram menos propensas a receber um diagnóstico3 de DRC, visitar um nefrologista4, ter sua creatinina5 e albumina6 medidas ou receber terapias recomendadas pelas diretrizes. As diferenças na comorbidade7 não explicaram essas discrepâncias e foram semelhantes entre os grupos de alto risco, entre os pacientes com indicações baseadas em evidências para medicamentos e entre os pacientes com DRC confirmada no reteste. Os pesquisadores destacam que esforços para melhorar e garantir cuidados de saúde2 equitativos entre os sexos podem ter implicações importantes para a justiça e podem reduzir o ônus da DRC.
1 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
4 Nefrologista: Médico especialista em tratar pessoas com doenças ou problemas renais.
5 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
6 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
7 Comorbidade: Coexistência de transtornos ou doenças.
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Mais do que o dobro de pacientes com melanoma1 avançado previamente tratados permaneceram livres de progressão em 6 meses quando receberam seus próprios linfócitos infiltrantes de tumor2 (TILs) em vez de imunoterapia, mostrou um estudo randomizado3 apresentado no congresso anual da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO). Os dados primários mostraram uma taxa de sobrevida4 livre de progressão de 6 meses de 52,7% com TILs versus 21,4% com ipilimumabe (Yervoy). Uma análise de subgrupo mostrou que os pacientes em quase todas as categorias clínicas e demográficas se beneficiaram dos TILs. Uma análise preliminar de sobrevida4 mostrou uma taxa de sobrevida4 global em 2 anos de 54,3% no grupo de TIL versus 44,1% no braço controle. Apesar dos possíveis problemas de produção e financiamento, os TILs podem ajudar a atender à substancial necessidade não atendida de tratamento eficaz após a progressão na imunoterapia de primeira linha.
1 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
2 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
3 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
4 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
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Pesquisadores criaram um pequeno dispositivo vestível capaz de medir mudanças de tamanho em tumores cancerosos sob a pele1. Um estudo testando este novo dispositivo através de um modelo de camundongos foi publicado na revista Science Advances. Conhecido como FAST, “Sensor Autônomo Flexível Medindo Tumores”, o dispositivo vestível consiste em uma membrana elástica de polímero semelhante à pele1 incorporada com uma camada de circuitos de ouro. O sensor adere à pele1 acima de onde um tumor2 cancerígeno está localizado atualmente. O sensor também possui uma pequena “mochila” eletrônica segurando sua bateria. À medida que o tumor2 cresce ou encolhe, o sensor se estica ou se contrai junto com ele. O dispositivo mede quanta tensão o sensor experimenta e os dados são transmitidos por meio de um aplicativo de telefone celular, através do qual os médicos podem obter dados de medição ao vivo e históricos.
1 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
2 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
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Para entender melhor como os micróbios afetam nossa saúde1, os cientistas criaram pela primeira vez um microbioma2 humano sintético, combinando 119 espécies de bactérias encontradas naturalmente no corpo humano3. Quando os pesquisadores deram a mistura a camundongos que não tinham um microbioma2 próprio, as cepas4 bacterianas se estabeleceram e permaneceram estáveis – mesmo quando os cientistas introduziram outros micróbios. O novo microbioma2 sintético pode até resistir a patógenos agressivos e fazer com que os camundongos desenvolvam um sistema imunológico5 saudável, como faz um microbioma2 completo. As descobertas foram publicadas na revista Cell. Uma melhor compreensão do microbioma2 poderia levar a uma maneira poderosa de tratar uma série de doenças.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Microbioma: Comunidade ecológica de microrganismos comensais, simbióticos e patogênicos que compartilham nosso espaço corporal. Microbioma humano é o conjunto de microrganismos que reside no corpo do Homo sapiens, mantendo uma relação simbiótica com o hospedeiro. O conceito vai além do termo microbiota, incluindo também a relação entre as células microbianas e as células e sistemas humanos, por meio de seus genomas, transcriptomas, proteomas e metabolomas.
3 Corpo humano: O corpo humano é a substância física ou estrutura total e material de cada homem. Ele divide-se em cabeça, pescoço, tronco e membros. A anatomia humana estuda as grandes estruturas e sistemas do corpo humano.
4 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
5 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
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O rituximabe é uma opção de terceira linha para miastenia1 gravis generalizada refratária com base em evidências empíricas, mas seu efeito na doença de início recente é desconhecido. O objetivo deste estudo, publicado no JAMA Neurology, foi investigar a eficácia e segurança do rituximabe em comparação com placebo2 como um complemento ao tratamento padrão para miastenia1 gravis. Neste ensaio clínico randomizado3 de 47 indivíduos, a proporção de indivíduos com manifestações mínimas da doença com apenas baixas doses de corticosteroides e sem necessidade de tratamento de resgate em 4 meses foi de 71% com rituximabe e 29% com placebo2, indicando uma diferença significativa. Dessa forma, o tratamento com rituximabe pode ser considerado precocemente após o início da miastenia1 gravis generalizada para reduzir o risco de agravamento da doença e/ou necessidade de terapias adicionais.
1 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
2 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
3 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
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