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Pharma News - 05/08/22
A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aprovou o creme de ruxolitinibe 1,5% (Opzelura) para vitiligo1 não segmentar em adultos e crianças com 12 anos ou mais, tornando-o o único tratamento aprovado pela FDA para repigmentação em vitiligo1 e a única formulação tópica de um inibidor de janus quinase (JAK). A aprovação foi anunciada pela Incyte, fabricante do medicamento. Opzelura é aprovado para uso tópico2 contínuo duas vezes ao dia em áreas afetadas de até 10% da área de superfície corporal. A resposta satisfatória do paciente pode exigir tratamento com Opzelura por mais de 24 semanas. Nos estudos, o tratamento com Opzelura resultou em melhorias significativas nos escores do Índice de Pontuação de Área de Vitiligo1 (VASI), que representam melhorias na repigmentação facial e corporal total.
1 Vitiligo: Doença benigna da pele, caracterizada pela ausência de pigmentação normal nas regiões afetadas, frequentemente face e mãos. Hoje já há tratamento, porém este é demorado e com resultados variáveis de pessoa para pessoa. CÓDIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS (CID): L80- VITILIGO.
2 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
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Medical Journal - 03/08/22
A deposição de ferro no cérebro1 tem sido associada a várias condições neurodegenerativas e relatada na dependência de álcool. Agora, um novo estudo observacional, publicado na revista PLoS Medicine, mostrou que o consumo moderado de álcool foi associado a maior nível de ferro cerebral e pior função cognitiva2. Entre quase 21.000 pessoas na coorte3 U.K. Biobank, a ingestão de álcool acima de 7 unidades semanais (56 g, ou cerca de quatro bebidas padrão por semana nos EUA) foi associada a marcadores de ferro cerebral mais elevado em várias regiões dos gânglios4 basais. Marcadores de ferro cerebral mais elevado, por sua vez, foram associados a pontuações mais baixas em testes de função executiva5, inteligência fluida e velocidade de reação. As análises sugerem que as mudanças no acúmulo de ferro podem contribuir para os efeitos adversos na estrutura cerebral e no desempenho cognitivo6 observados em pessoas que consomem álcool em quantidades moderadas ou maiores.
1 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
2 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
3 Coorte: Grupo de indivíduos que têm algo em comum ao serem reunidos e que são observados por um determinado período de tempo para que se possa avaliar o que ocorre com eles. É importante que todos os indivíduos sejam observados por todo o período de seguimento, já que informações de uma coorte incompleta podem distorcer o verdadeiro estado das coisas. Por outro lado, o período de tempo em que os indivíduos serão observados deve ser significativo na história natural da doença em questão, para que haja tempo suficiente do risco se manifestar.
4 Gânglios: 1. Na anatomia geral, são corpos arredondados de tamanho e estrutura variáveis; nodos, nódulos. 2. Em patologia, são pequenos tumores císticos localizados em uma bainha tendinosa ou em uma cápsula articular, especialmente nas mãos, punhos e pés.
5 Função executiva: Também conhecida como controle cognitivo ou sistema supervisor atencional é um conceito neuropsicológico que se aplica ao processo cognitivo responsável pelo planejamento e execução de atividades, que podem incluir, por exemplo, a iniciação de tarefas, memória de trabalho, atenção sustentada e inibição de impulsos.
6 Desempenho cognitivo: Desempenho dos processos de aprendizagem e de aquisição de conhecimento através da percepção.
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Medical Journal - 03/08/22
Estudo publicado pelo The Lancet buscou estimar a eficácia comparativa dos tratamentos farmacológicos para o tratamento agudo1 e a longo prazo de adultos com transtorno de insônia. No geral, a eszopiclona e o lemborexant tiveram um perfil favorável, mas a eszopiclona pode causar eventos adversos substanciais e os dados de segurança do lemborexant foram inconclusivos. Doxepina, seltorexant e zaleplon foram bem tolerados, mas os dados sobre eficácia e outros resultados importantes eram escassos e não permitem conclusões firmes. Muitos medicamentos licenciados (incluindo benzodiazepínicos, daridorexant, suvorexant e trazodona) podem ser eficazes no tratamento agudo1 da insônia, mas estão associados à baixa tolerabilidade ou não estão disponíveis informações sobre os efeitos a longo prazo. Melatonina, ramelteona e medicamentos não licenciados não mostraram benefícios materiais gerais. Esses resultados devem servir à prática clínica baseada em evidências.
1 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
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Medical Journal - 08/08/22
Uma forma de terapia genética mostrou sucesso inicial no tratamento de uma forma rara de hemofilia1, mas não se sabe se o tratamento será eficaz a longo prazo. Em um pequeno estudo com 10 pessoas com hemofilia1 B, nove ainda estavam sem necessidade de realizar o tratamento padrão da doença cerca de dois anos após receberem uma única injeção2 de terapia genética. Os resultados foram publicados no The New England Journal of Medicine. Para testar o potencial da terapia genética para corrigir essa falha genética, pesquisadores infundiram 10 homens adultos com hemofilia1 B com uma dose única de um tratamento chamado FLT180a, administrado via um vírus3 associado ao adenovírus. Vinte e seis semanas após a administração da terapia gênica, todos os participantes apresentaram níveis aumentados de fator IX, que variaram de acordo com a dose de terapia gênica que o indivíduo recebeu. Cerca de dois anos depois, essa resposta foi sustentada em nove dos 10 participantes.
1 Hemofilia: Doença transmitida de forma hereditária na qual existe uma menor produção de fatores de coagulação. Como conseqüência são produzidos sangramentos por traumatismos mínimos, sobretudo em articulações (hemartrose). Sua gravidade depende da concentração de fatores de coagulação no sangue.
2 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
3 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
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Saúde - 04/08/22
Em maio de 2021 foi uma sancionada uma nova lei ampliando o teste do pezinho no Sistema Único de Saúde1 (SUS). O exame gratuito que até então detectava apenas 6 doenças passou a incluir 14 grupos de doenças, possibilitando identificar um total de 50 doenças nos recém-nascidos. A ampliação do teste deveria ocorrer em um prazo de 1 ano, de modo a estar disponível à população em 26 de maio de 2022, com implementação em 5 etapas. Entretanto, o novo modelo está disponível apenas para uma pequena parcela da população, como na capital de São Paulo e em Brasília, uma vez que nem todos os estados possuem estrutura e recursos para incorporar o teste ampliado. A iniciativa significa um avanço para a população e para o Programa Nacional de Triagem Neonatal, pois o teste detecta precocemente algumas doenças metabólicas sérias, raras e assintomáticas que, se não tratadas a tempo, podem afetar o desenvolvimento do bebê e causar sequelas2 irreversíveis ou até mesmo morte.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Sequelas: 1. Na medicina, é a anomalia consequente a uma moléstia, da qual deriva direta ou indiretamente. 2. Ato ou efeito de seguir. 3. Grupo de pessoas que seguem o interesse de alguém; bando. 4. Efeito de uma causa; consequência, resultado. 5. Ato ou efeito de dar seguimento a algo que foi iniciado; sequência, continuação. 6. Sequência ou cadeia de fatos, coisas, objetos; série, sucessão. 7. Possibilidade de acompanhar a coisa onerada nas mãos de qualquer detentor e exercer sobre ela as prerrogativas de seu direito.
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Medical Journal - 09/08/22
Meninos com hipospádia1 eram várias vezes mais propensos a também ter doença cardíaca congênita2 em comparação com aqueles sem defeito uretral3 de nascença, mostrou um estudo de coorte4 publicado no JAMA Network Open. Programas de vigilância ativa no Texas e Arkansas revelaram que 5,5% a 7,0% dos meninos nascidos com hipospádia1 tinham um defeito cardíaco congênito5 (DCC) concomitante. Meninos com hipospádia1 foram 5,8 vezes mais propensos a ter um DCC concomitante em comparação com meninos sem hipospádia1. Essas associações ocorreram fora das anomalias cromossômicas. A hipospádia1 é um defeito congênito5 do trato urinário6 masculino que resulta no deslocamento da abertura uretral3 em vários graus. Os achados sugerem que exames para defeitos congênitos7 adicionais entre meninos nascidos com hipospádia1 podem ser justificados. Além disso, estudos moleculares são necessários para descobrir a etiologia8 compartilhada de defeitos concomitantes em diferentes campos do desenvolvimento.
1 Hipospádia: Deformação congênita das vias urinárias, na qual a abertura da uretra se encontra na face inferior ou ventral do pênis ou, na mulher, dentro da vagina.
2 Congênita: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
3 Uretral: Relativo ou pertencente à uretra.
4 Estudo de coorte: Um estudo de coorte é realizado para verificar se indivíduos expostos a um determinado fator apresentam, em relação aos indivíduos não expostos, uma maior propensão a desenvolver uma determinada doença. Um estudo de coorte é constituído, em seu início, de um grupo de indivíduos, denominada coorte, em que todos estão livres da doença sob investigação. Os indivíduos dessa coorte são classificados em expostos e não-expostos ao fator de interesse, obtendo-se assim dois grupos (ou duas coortes de comparação). Essas coortes serão observadas por um período de tempo, verificando-se quais indivíduos desenvolvem a doença em questão. Os indivíduos expostos e não-expostos devem ser comparáveis, ou seja, semelhantes quanto aos demais fatores, que não o de interesse, para que as conclusões obtidas sejam confiáveis.
5 Congênito: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
6 Trato Urinário:
7 Defeitos congênitos: Problemas ou condições que estão presentes ao nascimento.
8 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
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Medical Journal - 09/08/22
A sepse1 neonatal de início precoce é uma doença grave, principalmente em prematuros. O diagnóstico2 oportuno pode ser desafiador devido à apresentação inespecífica e desempenho questionável dos marcadores comuns de infecção3. Nesta revisão sistemática e metanálise de 12 estudos e 828 recém-nascidos, publicada no JAMA Pediatrics, a presepsina mostrou alta sensibilidade e especificidade combinadas para diagnóstico2 da sepse1 neonatal de início precoce. A especificidade da presepsina foi influenciada pela inclusão de apenas sepse1 de início precoce ou de todas as sepses neonatais. A precisão não foi afetada pela idade gestacional, tipo de teste, país do estudo ou risco de viés dos estudos incluídos. Os achados demonstram que a presepsina parece ser um biomarcador preciso de sepse1 neonatal precoce e deve ser estudada em ensaios clínicos4 para reduzir a exposição precoce aos antibióticos.
1 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
2 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
3 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
4 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
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Medical Journal - 08/08/22
O controle rápido e precoce da sepse1 por infecções2 adquiridas na comunidade levou a um menor risco de morte em 90 dias, segundo um estudo de coorte3 retrospectivo4 publicado pelo JAMA Surgery. Entre mais de 4.900 pacientes hospitalizados com sepse1, a análise de regressão logística multivariada ajustada mostrou que o controle precoce da fonte – dentro de 6 horas – foi associado a uma chance 29% menor de mortalidade5 em 90 dias em comparação com o controle tardio da fonte, definido como 6 a 36 horas. A relação foi ainda mais forte para aqueles que foram submetidos a intervenções gastrointestinais ou intervenções de tecidos moles, em comparação com ortopédicas e cranianas. Curiosamente, cada hora de atraso no controle da fonte foi associada a um maior risco de mortalidade5 em 90 dias. Esses resultados demonstram que priorizar a identificação rápida de focos sépticos e o início de intervenções de controle das fontes pode reduzir o número de mortes evitáveis entre pacientes com sepse1.
1 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
2 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Estudo de coorte: Um estudo de coorte é realizado para verificar se indivíduos expostos a um determinado fator apresentam, em relação aos indivíduos não expostos, uma maior propensão a desenvolver uma determinada doença. Um estudo de coorte é constituído, em seu início, de um grupo de indivíduos, denominada coorte, em que todos estão livres da doença sob investigação. Os indivíduos dessa coorte são classificados em expostos e não-expostos ao fator de interesse, obtendo-se assim dois grupos (ou duas coortes de comparação). Essas coortes serão observadas por um período de tempo, verificando-se quais indivíduos desenvolvem a doença em questão. Os indivíduos expostos e não-expostos devem ser comparáveis, ou seja, semelhantes quanto aos demais fatores, que não o de interesse, para que as conclusões obtidas sejam confiáveis.
4 Retrospectivo: Relativo a fatos passados, que se volta para o passado.
5 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
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Medical Journal - 02/08/22
Um grande estudo, publicado na revista Stroke, apoia o manejo intensivo do risco cardiovascular em mulheres que foram submetidas à histerectomia1, com ou sem ooforectomia2, antes da menopausa3 natural por outros motivos que não a malignidade. Os achados mostram um risco 9% maior de doença cardiovascular incidente4 em mulheres que tiveram uma histerectomia1 isolada e risco 19% maior naquelas que tiveram uma histerectomia1 com ooforectomia2 bilateral, em comparação com mulheres que não foram submetidas a esses procedimentos. Além disso, as estimativas pontuais de risco de doença cardiovascular, estimadas ao longo de um acompanhamento médio de aproximadamente 10 anos, foram ligeiramente maiores em mulheres que foram submetidas à cirurgia antes dos 48 anos. Ambos os tipos de histerectomia1 foram associados a maiores riscos de acidente vascular cerebral5 isquêmico6 e isquemia7 cardíaca, mas não a acidente vascular cerebral5 hemorrágico8.
1 Histerectomia: Cirurgia através da qual se extrai o útero. Pode ser realizada mediante a presença de tumores ou hemorragias incontroláveis por outras formas. Quando se acrescenta à retirada dos ovários e trompas de Falópio (tubas uterinas) a esta cirurgia, denomina-se anexo-histerectomia.
2 Ooforectomia: Ablação ou retirada de um ou dos dois ovários.
3 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
4 Incidente: 1. Que incide, que sobrevém ou que tem caráter secundário; incidental. 2. Acontecimento imprevisível que modifica o desenrolar normal de uma ação. 3. Dificuldade passageira que não modifica o desenrolar de uma operação, de uma linha de conduta.
5 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
6 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
7 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
8 Hemorrágico: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
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Medical Journal - 10/08/22
Estudos anteriores entre pessoas com diabetes tipo 11 encontraram uma maior incidência2 de certos tipos de câncer3 nessa população em comparação com a população geral. No entanto, nenhum estudo avaliou os fatores de risco de incidência2 de câncer3 no diabetes tipo 11. No presente estudo, publicado no JAMA Oncology, os resultados demonstram que pessoas com diabetes tipo 11 tomando doses diárias mais altas de insulina4 enfrentaram um risco maior de câncer3. A incidência2 de cânceres recém-diagnosticados foi de 2,8 por 1.000 pessoas-ano no geral, com 7% dos participantes recebendo um diagnóstico5. Essa incidência2 aumentou com a dose média diária de insulina4 que esses indivíduos estavam tomando. Embora não tão fortemente associados ao risco de câncer3 quanto a dose diária de insulina4, outros fatores que também foram significativamente associados incluíram idade e sexo feminino, enquanto praticar exercícios moderados ou extenuantes versus um estilo de vida sedentário parecia proteger contra o câncer3. O câncer3 de pele6 foi o novo diagnóstico5 de câncer3 mais comum entre essa população de pacientes.
1 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
2 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
3 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
4 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
5 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
6 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
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