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Antidepressivos na gravidez podem aumentar risco de aborto espontâneo, segundo artigo do Canadian Medical Association Journal

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O diagnóstico1 de depressão ou outras doenças psiquiátricas durante a gravidez2 pode levar à prescrição de antidepressivos a despeito de seus efeitos colaterais3. Artigo, publicado no Canadian Medical Association Journal, avaliou os efeitos de alguns destes medicamentos na gestação e concluiu que o uso especialmente de paroxetina, venlafaxina ou uma combinação de diferentes classes de antidepressivos está associado ao risco aumentado de aborto espontâneo.

Avaliando dados de um estudo canadense caso-controle com 5124 mulheres grávidas que apresentaram aborto espontâneo clinicamente detectado e um grupo controle que manteve a gravidez2 até o parto a termo, observou-se que um total de 284 (5,5%) gestantes que tiveram um aborto espontâneo usaram pelo menos um antidepressivo durante a gravidez2, comparadas a 1401 (2,7%) das grávidas do grupo controle.

Concluiu-se que o uso de paroxetina, venlafaxina ou uma combinação de antidepressivos de diferentes classes está asssociado com aumento no risco de aborto espontâneo.

A pesquisa alerta para uma avaliação criteriosa do uso de medicamentos durante a gestação.

Fonte: Canadian Medical Association Journal (CMAJ)

NEWS.MED.BR, 2010. Antidepressivos na gravidez podem aumentar risco de aborto espontâneo, segundo artigo do Canadian Medical Association Journal. Disponível em: <https://www.news.med.br/p/pharma-news/59769/antidepressivos-na-gravidez-podem-aumentar-risco-de-aborto-espontaneo-segundo-artigo-do-canadian-medical-association-journal.htm>. Acesso em: 6 jul. 2020.

Complementos

1 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.

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