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Quando levar o bebê para tratamento de urgência? Revista The Lancet publica sete sintomas que, reconhecidos pelos pais, podem salvar vidas

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
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Quando levar o bebê para tratamento de urgência? Revista The Lancet publica sete sintomas que, reconhecidos pelos pais, podem salvar vidas

Especialistas em pediatria publicaram, na revista médica The Lancet, um checklist para identificar sete sintomas e sinais de doenças graves que acometem bebês antes dos dois meses de idade, que requerem tratamento de urgência em hospital e que podem ser reconhecidos por mães, babás ou profissionais da área de saúde.


Cerca de quatro milhões de bebês morrem no mundo antes de completarem um mês. Três quartos deles morrem antes da primeira semana de vida - principalmente por doenças infecciosas, complicações do parto e prematuridade.


Em artigo publicado na revista médica The Lancet, os especialistas criaram uma lista de sete sinais e sintomas que auxiliam na identificação de doenças graves que podem acometer bebês antes dos dois meses de idade.


Os sete sinais e sintomas são:


  1. Dificuldade para se alimentar

  2. História de convulsão

  3. Movimentação presente apenas quando o bebê é estimulado

  4. Freqüência respiratória igual ou acima de 60 movimentos respiratórios por minuto

  5. Respiração realizada com esforço, caracterizada por movimentos torácicos severos

  6. Temperatura axilar acima de 37,5° Celsius

  7. Temperatura axilar abaixo de 35,5° Celsius

 

Martin Weber, da Organização Mundial de Saúde de Jakarta, afirma que a mortalidade infantil pode ser reduzida apenas quando cuidados médicos estão disponíveis para o atendimento de crianças. Para isso é essencial que as famílias saibam reconhecer estes sinais de gravidade e encaminhem ao hospital os bebês que precisam de assistência médica imediata.


Fonte: The Lancet

 

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Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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