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Pandemia de Influenza A (H1N1): OMS muda o nível de alerta 5 para o nível 6

terça-feira, 16 de junho de 2009
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Pandemia de Influenza A (H1N1): OMS muda o nível de alerta 5 para o nível 6

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou a alteração do nível de Emergência de saúde pública de importância internacional relativo à Gripe A (H1N1) de nível 5 para nível 6.

Esta mudança significa que na divisão do mundo em seis regiões administrativas, feita pela OMS, o nível 5 caracteriza a propagação do vírus de pessoa a pessoa em, no mínimo, dois países de uma mesma região da OMS. Já o nível 6, acontece quando a propagação do vírus de pessoa a pessoa passa a ocorrer em, no mínimo, um país de uma outra região. Ou seja, pandemia é uma epidemia que se alastrou para pelo menos duas regiões administrativas distintas designadas pela OMS.
Segundo a OMS, até o momento 76 países têm casos oficialmente relatados com um total de 35.928 casos da doença, incluindo 163 mortes. O novo nível de alerta não significa maior gravidade dos casos. A letalidade da doença é considerada baixa pela OMS.


No Brasil temos 54 casos diagnosticados. Destes, 40 são casos importados de outros países e não ocorreram mortes. Segundo informações do Ministério da Saúde, a transmissão permanece limitada e sem sustentabilidade. Por isso, a mudança no nível de alerta não muda em nada os procedimentos que o governo brasileiro adotou para a intensa vigilância, a rapidez no diagnóstico e no tratamento da doença. O sistema de saúde continua monitorando aqueles que tiveram contato direto com pessoas contaminadas pelo vírus.


Todas as pessoas que apresentarem sintomas compatíveis com a doença devem procurar precocemente uma unidade de saúde.

Fontes:
OMS
Ministério da Saúde

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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