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American Cancer Society publica estatísticas do câncer para 2019 e mostra que a taxa de mortalidade por câncer (2007-2016) diminuiu

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A cada ano, a American Cancer1 Society estima o número de novos casos de câncer1 e mortes que ocorrerão nos Estados Unidos e compila os dados mais recentes sobre incidência2, mortalidade3 e sobrevivência4 de câncer1. Os dados de incidência2, disponíveis até 2015, foram coletados pelo Surveillance, Epidemiology, and End Results Program, pelo National Program of Cancer1 Registries e pela North American Association of Central Cancer1 Registries. Os dados sobre mortalidade3, disponíveis até 2016, foram coletados pelo National Center for Health Statistics.

Saiba mais sobre "Prevenção do câncer1".

Em 2019, 1.762.450 novos casos de câncer1 e 606.880 mortes por câncer1 são projetados para ocorrer nos Estados Unidos. Na última década de dados, a taxa de incidência2 de câncer1 (2006‐2015) foi estável em mulheres e diminuiu em aproximadamente 2% ao ano em homens, enquanto a taxa de mortalidade3 por câncer1 (2007‐2016) diminuiu anualmente em 1,4% e 1,8%, respectivamente. A taxa geral de mortalidade3 por câncer1 caiu continuamente de 1991 a 2016 em um total de 27%, traduzindo-se em aproximadamente 2.629.200 mortes por câncer1 a menos do que seria esperado se as taxas de mortalidade3 tivessem permanecido em seu pico.

Embora a diferença racial na mortalidade3 por câncer1 esteja diminuindo lentamente, as desigualdades socioeconômicas estão aumentando, com as lacunas mais notáveis para os cânceres mais evitáveis. Por exemplo, em comparação com os municípios mais ricos, as taxas de mortalidade3 nos municípios mais pobres foram duas vezes maiores para o câncer1 do colo do útero5 e 40% maiores para os cânceres de pulmão6 e fígado7 em 2012-2016.

Alguns estados norte-americanos abrigam tanto os municípios mais ricos quanto os mais pobres, sugerindo a oportunidade de uma disseminação mais equitativa de estratégias efetivas de prevenção, detecção e tratamento do câncer1. Uma aplicação mais ampla do conhecimento existente sobre o controle do câncer1, com ênfase em grupos desfavorecidos, indubitavelmente aceleraria o progresso do controle do câncer1.

O documento completo em inglês pode ser visto em Cancer1 Facts & Figures 2019.

 

Fonte: CA: A Cancer1 Journal for Clinicians, em 8 de janeiro de 2019.

 

NEWS.MED.BR, 2019. American Cancer Society publica estatísticas do câncer para 2019 e mostra que a taxa de mortalidade por câncer (2007-2016) diminuiu. Disponível em: <https://www.news.med.br/p/saude/1333158/american-cancer-society-publica-estatisticas-do-cancer-para-2019-e-mostra-que-a-taxa-de-mortalidade-por-cancer-2007-2016-diminuiu.htm>. Acesso em: 13 dez. 2019.

Complementos

1 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
2 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
3 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
4 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
5 Colo do útero: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
6 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
7 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
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