As semanas 20 e 21 de 2026 (11 a 24 de maio) reuniram aprovações regulatórias importantes e publicações de impacto em oncologia, hematologia, infectologia, nefrologia, reumatologia, dermatologia, pneumologia e endocrinologia. Entre os destaques estão a aprovação do Enhertu no câncer1 de mama2 inicial e do atezolizumabe guiado por ctDNA para o câncer1 de bexiga3; e os resultados do ensitrelvir na prevenção da COVID-19 e do telitacicepte na nefropatia4 por IgA.
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Nova campanha da SBIm esclarece como vacina1 materna contra o vírus2 sincicial respiratório (VSR) e nirsevimabe podem proteger bebês3 nos primeiros meses de vida. Entenda quando cada estratégia é indicada, o que está disponível no SUS e como interpretar as diferenças entre bula, PNI e recomendações das sociedades científicas.
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A semana 19 de 2026 (4 a 10 de maio) trouxe resultados relevantes em cardiologia, oncologia, gastroenterologia, neurologia, endocrinologia e psiquiatria. Entre os destaques estão publicações em revistas científicas como Nature Medicine, JAMA, The Lancet e New England Journal of Medicine, que reacenderam a discussão sobre o papel da digoxina na insuficiência cardíaca1, atualizaram o seguimento do estudo NordICC sobre colonoscopia2 para rastreamento de câncer3 colorretal e apresentaram novos dados do daraxonrasib em câncer3 pancreático RAS-mutado, além de outras novidades.
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A semana 18 de 2026 (27 de abril a 3 de maio) trouxe aprovações regulatórias relevantes da FDA, incluindo o primeiro tratamento não antipsicótico para agitação na demência1 por Alzheimer2 e um novo agente para câncer3 de mama4 com mutação5 ESR1, bem como da Anvisa, com novidades em esclerose múltipla6, miastenia7 gravis e diabetes8. No campo da pesquisa, NEJM, JAMA e Nature Medicine publicaram resultados em hemofilia9 A, transplante uterino, sepse10 materna e mieloma11 múltiplo indolente, entre outros assuntos.
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Estudos de neuroimagem, ensaios clínicos1 e revisões sistemáticas indicam que o exercício físico pode se associar a mudanças estruturais e funcionais no sistema nervoso central2, incluindo maior volume de algumas regiões cerebrais, melhora da integridade da substância branca, fortalecimento de redes neurais envolvidas na memória e no controle executivo, modulação de fatores neurotróficos e redução de sintomas3 de depressão, ansiedade e estresse. Confira alguns efeitos do exercício sobre o cérebro4 apontados por estudo científicos.
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ABESO publicou a Diretriz Brasileira de Tratamento Farmacológico da Obesidade1 2026, documento que atualiza as recomendações para o uso de medicamentos no manejo da obesidade1 no Brasil. O documento reúne 32 recomendações e a proposta é orientar a prática clínica diante de um cenário em que os medicamentos para obesidade1 se tornaram mais eficazes, mas também exigem decisões mais individualizadas.
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A diretriz, publicada no jornal científico JACC, substitui o documento de 2018, reintroduz metas absolutas de LDL1, eleva a Lp(a) a exame universal e incorpora as equações PREVENT para avaliação de risco cardiovascular.
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Relatório da World Obesity Federation projeta 507 milhões de crianças e adolescentes com excesso de peso até 2040. Brasil figura entre os dez países com maior número absoluto de casos; 84% dos adolescentes brasileiros não atingem as recomendações mínimas de atividade física.
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Estudo publicado na Revista Brasileira de Cancerologia projeta incidência1 para o triênio 2026-2028 e revela desigualdades regionais importantes. Cânceres colorretal e de pulmão2 apresentam tendências preocupantes.
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Para muitos pacientes com câncer1, a queda de cabelo2 pode ser um dos efeitos colaterais3 mais angustiantes do tratamento. Cada vez mais, pacientes têm tomado suplementos orais de biotina, comercializados como potenciais aliados na retomada do crescimento capilar4 e no fortalecimento de unhas5 quebradiças. No entanto, há poucas evidências científicas de que os suplementos orais de biotina promovam o crescimento de cabelo2 e unhas5 em pessoas com câncer1 ou em recuperação da doença, e eles podem, inclusive, interferir nos resultados de exames laboratoriais, de acordo com um alerta publicado no JCO Oncology Practice.
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