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Governo investe 125 milhões de reais na sexta edição da Campanha Nacional de Vacinação do Idoso

quarta-feira, 27 de abril de 2005
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Governo investe 125 milhões de reais na sexta edição da Campanha Nacional de Vacinação do Idoso

As campanhas de vacinação de idosos começaram em 1999. De lá pra cá, milhões de pessoas são vacinadas todos os anos no Brasil. Em 2004, a meta nacional foi superada e a vacinação atingiu 85% da população com mais de 60 anos, conquistando uma das melhores coberturas vacinais em todo o mundo. Mais de 80% dos municípios brasileiros superaram a meta de vacinação estabelecida pelo Ministério da Saúde nos anos de 1999, 2001 e 2003.

A campanha segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de priorizar os idosos na vacinação. Leva-se em consideração que o organismo do idoso é mais vulnerável. Eles podem sofrer complicações, como a pneumonia ou a desestabilização de um quadro de doença cardíaca ou renal.

O investimento do Governo para a Campanha de 2005 foi de 125 milhões de reais, divididos em:

-> 104,6 milhões de reais em 18,3 milhões de doses contra o vírus influenza;
-> 7 milhões de reais em 285,4 mil doses contra pneumococos;
-> 1 milhão de reais em 1,1 milhão de doses contra difteria e tétano;
-> 486 mil reais em um milhão de doses contra Febre Amarela;
-> Os estados e municípios receberão um total de 4,8 milhões de reais, com repasse fundo a fundo, para ações de mobilização;
-> 5 milhões de reais para publicidade da Campanha.

A vacina contra a gripe é produzida com base nas três cepas (subtipo de vírus) de maior circulação no Hemisfério Sul. Essa combinação eleva a capacidade de proteção da vacina. Ela diminui em 90% dos casos o risco de contrair a doença. A vacina não causa a gripe, leva duas semanas para produzir efeito e deve ser tomada todos os anos.



Fonte: Assessoria de Imprensa da Secretaria de Vigilância em Saúde

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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