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Vacina para doença de Alzheimer mostra resultados em cobaias

segunda-feira, 12 de novembro de 2007
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Vacina para doença de Alzheimer mostra resultados em cobaias

Estudo da Oklahoma Medical Research Foundation (OMRF) mostra que a imunização pode ser um novo caminho para prevenir a doença de Alzheimer. Ratos imunizados com memapsin 2 desenvolveram 35% menos placas senis (hoje identificadas como agregados de proteína beta-amilóide) do que os não imunizados e apresentaram melhor desempenho cognitivo em testes.

Os cientistas da OMRF imunizaram ratos com a enzima memapsin 2. Os ratos imunizados mostraram redução na construção de placas de proteína beta-amilóide, que quando presentes no cérebro, por longos períodos de tempo, causam morte celular, perda de memória e disfunções neurológicas características da doença de Alzheimer. Também mostraram melhor performance cognitiva que os ratos do grupo controle, ou seja, aqueles que não receberam a imunização.

Jordan Tang, Ph.D., coordenador do estudo, publicado no The Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology, diz que esses achados podem colaborar muito para as investigações sobre terapias para a doença de Alzheimer. Tang e colaboradores identificaram previamente a enzima memapsin 2, que acredita-se ser a causa que está por trás da doença de Alzheimer. No presente estudo, os pesquisadores usaram ratos geneticamente modificados para desenvolver sintomas de Alzheimer e depois os imunizaram com memapsin 2.

 Os resultados mostraram que os ratos imunizados desenvolveram 35% menos placas que os não imunizados e melhor desempenho cognitivo em testes.

O trabalho de Tang com esta enzima também lidera a criação de um medicamento experimental para o tratamento da doença, o qual começou a ser testado em humanos este ano.

 

Fonte: Oklahoma Medical Research Foundation

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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