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Ministério da Saúde lança Guia Alimentar para a População Brasileira

sexta-feira, 21 de outubro de 2005
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Ministério da Saúde lança Guia Alimentar para a População Brasileira

Até 260 mil mortes anuais poderiam ser evitadas com uma dieta equilibrada, é o que revela o "Guia Alimentar para a População Brasileira". A publicação do Ministério da Saúde permite visualizar para qual direção segue a dieta da população.

O guia é subdividido em uma apresentação dos problemas causados pela utilização de uma dieta não-balanceada. São tratados temas como doenças crônicas e a questão do aleitamento materno. Em um segundo momento, a publicação traz informações sobre como deve ser a utilização dos alimentos na dieta do brasileiro, com dicas para as famílias, para os produtores de alimentos, para os profissionais de saúde e para as estratégias dos gestores públicos.

Em tópicos específicos, a obra aborda o uso correto dos cereais, tubérculos e raízes, frutas, legumes e verduras, feijões e outros alimentos vegetais ricos em proteínas, leite e derivados, carnes e ovos, gorduras, açúcares, sal e água. Em tópicos especiais, abordará a importância da atividade física para o bom funcionamento do corpo. Chama a atenção para o fato de que, em estimativa, 70% da população brasileira faz muito pouco ou quase nenhum exercício. Ainda traz importantes contribuições para avaliar os rótulos de embalagens, para diferenciar produtos light e diet e para ressaltar cuidados ao comprar os alimentos, entre outras informações.

Finalmente, o "Guia Alimentar para a População Brasileira" traz estudos e avaliações sobre a nutrição brasileira nos quais se verificará que as doenças crônicas no país aumentaram de 34,4% do total da população para 48,3%, entre 1979 e 2003.

Clique aqui para acessar o "Guia Alimentar para a População Brasileira".

Fonte: Ministério da Saúde

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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