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Hipotireoidismo subclínico: tratar esta condição pode ajudar a aliviar alguns sintomas psiquiátricos como ansiedade, estresse e depressão

sexta-feira, 25 de novembro de 2011
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Hipotireoidismo subclínico: tratar esta condição pode ajudar a aliviar alguns sintomas psiquiátricos como ansiedade, estresse e depressão

Após revisar a literatura sobre o hipotireoidismo subclínico e algumas alterações de humor, o Dr. Russell Joffe, psiquiatra do <i>North Shore-Long Island Jewish Health System</i> e colegas concluíram recentemente que tratar esta condição poderia aliviar alguns sintomas psiquiátricos e até mesmo prevenir o declínio cognitivo futuro.

Em muitos pacientes com depressão, ansiedade e outros problemas psiquiátricos, os médicos também encontram níveis sanguíneos bastante alterados dos hormônios da tireoide. Sabe-se que tratar o problema pode levar a melhorias na memória, no humor e na cognição. Agora os cientistas estão avaliando se tratar o hipotireoidismo subclínico também traz benefícios para pacientes com problemas psiquiátricos.

Após revisar a literatura sobre o hipotireoidismo subclínico e algumas alterações de humor, o Dr. Russell Joffe, psiquiatra do North Shore-Long Island Jewish Health System e colegas concluíram recentemente que tratar esta condição poderia aliviar alguns sintomas psiquiátricos e até mesmo prevenir o declínio cognitivo futuro.

No hipotireoidismo subclínico, os pacientes não exibem sintomas de hipotireoidismo e têm níveis normais de hormônios tireoideos circulando no organismo. A única anormalidade é um aumento de TSH no sangue.

Os médicos ainda se questionam se é um problema na tireoide que causa sintomas psiquiátricos ou se na verdade acontece o contrário. A ideia de tratar o hipotireoidismo subclínico também é controversa entre os endocrinologistas. O tratamento hormonal da tireoide pode sobrecarregar o coração e agravar a osteoporose em mulheres. Por outro lado, alguns estudos sugerem que deixar de tratar esta condição pode aumentar o risco da doença de Alzheimer e de outras demências.

Novas pesquisas são necessárias para avaliar tal hipótese.

Fonte: New York Times

 

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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