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Qlaria, lançamento da Bayer. Um anticoncepcional com hormônio mais natural em sua composição, o estradiol

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O novo anticoncepcional oral Qlaria foi lançado na Europa em maio de 2010 e sua chegada ao Brasil está prevista para 2011, pela Bayer HealthCare. A medicação acaba de receber autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercialização no país. O Qlaria imita o hormônio1 feminino estradiol e é a primeira pílula que combina dienogeste e valerato de estradiol em sua formulação.

Contraceptivos que têm em sua composição o estradiol seriam mais naturais que os demais, acarretando menos efeitos colaterais2, reduzindo o risco de trombose3 e sobrecarregando menos o fígado4.

A pílula também beneficia mulheres com fluxo menstrual intenso e prolongado. Pesquisas são necessárias para verificar se o medicamento age sobre os sintomas5 da tensão pré-menstrual (TPM).

Outros métodos contraceptivos estão sendo estudados pela empresa farmacêutica: um adesivo de baixa dose hormonal para ser usado uma vez por semana e uma nova versão de anticoncepcional para ser usado por via sublingual, que dissolve na boca6.

Fonte: Sincofarma

NEWS.MED.BR, 2011. Qlaria, lançamento da Bayer. Um anticoncepcional com hormônio mais natural em sua composição, o estradiol. Disponível em: <https://www.news.med.br/p/pharma-news/173277/qlaria-lancamento-da-bayer-um-anticoncepcional-com-hormonio-mais-natural-em-sua-composicao-o-estradiol.htm>. Acesso em: 20 out. 2019.

Complementos

1 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
2 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
3 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
4 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
6 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
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