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Lançamento de medicamentos: Actemra deve chegar ao Brasil em 2010 como nova possibilidade para o tratamento da artrite reumatóide

quarta-feira, 15 de agosto de 2007
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Lançamento de medicamentos: Actemra deve chegar ao Brasil em 2010 como nova possibilidade para o tratamento da artrite reumatóide

A empresa Chugai (uma das acionistas do Grupo Roché) solicitou, no Japão, a aprovação formal da Actemra (tocilizumab), uma nova terapia biológica indicada para o tratamento da artrite reumatóide em adultos e da artrite reumatóide juvenil em crianças.

Triagens clínicas, na fase III, conduzidas com pacientes japoneses, mostraram melhoras significativas dos sinais e sintomas da artrite reumatóide, além de redução da progressão da doença com o uso do novo medicamento.


A Actemra (tocilizumab) tem como alvo a inibição da interleucina-6 (IL-6). A produção anormal desta substância provoca inflamação, edema, dano articular, fadiga e anemia.


Enquanto a regulação da aprovação está sendo esperada no Japão, pesquisas na fase III envolvendo mais de 4000 pacientes estão sendo feitas nos Estados Unidos e Europa, com a aprovação do medicamento sendo aguardada para o final de 2007.


A Chugai já comercializa a Actemra, no Japão, para o tratamento da doença de Castleman, um distúrbio linfoproliferativo raro.


A previsão é de que o medicamento chegue ao Brasil até 2010.


A artrite reumatóide é uma doença auto-imune comum que afeta cerca de 1% da população mundial. É caracterizada pela inflamação e edema das articulações causada por mecanismos auto-imunes aberrantes, levando à destruição progressiva das articulações. O tratamento tradicional inclui o uso de medicamentos anti-inflamatórios não esteróides, inibidores da COX-2 e medicamentos como o metotrexate. Nenhum desses tratamentos é o ideal, especialmente a longo prazo.

Fonte: American College of Rheumatology

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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