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Estudo da Universidade de Michigan comprova a eficácia do retinol no rejuvenescimento da pele

segunda-feira, 4 de junho de 2007
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Estudo da Universidade de Michigan comprova a eficácia do retinol no rejuvenescimento da pele
 

Estudo realizado na Universidade de Michigan e publicado na edição de maio do Archives of Dermatology constatou que o uso de creme de retinol a 0,4% (vitamina A) é eficaz para o rejuvenescimento da pele.

 

Até hoje, os trabalhos científicos existentes indicavam a capacidade do retinol de suavizar os efeitos danosos da exposição ao sol - o fotoenvelhecimento. Já a pesquisa da Universidade de Michigan mostrou que o uso prolongado da substância, além de melhorar a aparência da pele, torna-a menos suscetível a feridas e ulcerações comuns à epiderme de pessoas idosas.

 

Um grupo de 36 americanos com idade média de 87 anos foi acompanhado durante 6 meses. Três vezes por semana, os pacientes cobriam a superfície interna de um braço com uma camada de creme de retinol a 0,4%. No outro braço, para efeito de comparação, os pacientes usaram uma loção isenta de substância ativa. Ao final de 24 semanas, as duas áreas foram submetidas a uma análise bioquímica e uma avaliação clínica feita por médicos. A região tratada com retinol mostrou-se mais hidratada, as rugas foram atenuadas e a produção de colágeno, fibra que dá sustentação à pele, aumentou duas vezes e meia no local. Além da melhora na aparência, a pele estava menos suscetível às feridas que comumente aparecem na epiderme dos idosos.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) limita a 0,3% a concentração da substância em cosméticos vendidos nas farmácias brasileiras. Cremes com maiores concentrações só podem ser adquiridos com receita médica.

 

Fonte: Archives of Dermatology

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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