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Saúde amplia distribuição de anticoncepcionais

segunda-feira, 4 de julho de 2005
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Saúde amplia distribuição de anticoncepcionais

O Ministério da Saúde, visando ampliar a nova política de planejamento familiar do país, aumentou a distribuição de métodos contraceptivos não cirúrgicos para 5.232 cidades na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). A nova remessa, que custou R$ 4,84 milhões ao ministério, inclui 7,5 milhões de cartelas de pílulas combinadas de baixa dosagem, 750 mil cartelas de minipílulas, que podem ser usadas por mulheres em fase de amamentação, e 62 milhões de preservativos masculinos.

A meta estabelecida pela Política Nacional de Direitos Sexuais e Reprodutivos, lançada em março deste ano, de suprir progressivamente 100% da demanda por métodos contraceptivos reversíveis na rede pública de saúde está prestes a ser alcançada. Até então, o Ministério da Saúde era responsável apenas por garantir de 30% a 40% do abastecimento de anticoncepcionais no SUS. A estimativa é que o custo da distribuição dos métodos para todo o país fique, em 2005, em torno de R$ 40 milhões e beneficie cerca de 40 milhões de pessoas.

As remessas do Ministério da Saúde são suficientes para um período de três meses e o próximo envio está marcado para o mês de setembro, quando serão entregues medicamentos suficientes para seis meses. O pregão para compra desses novos métodos aconteceu no último dia 16 de junho. Ao todo, foram adquiridos 25 milhões de cartelas de pílula combinada, 1,21 milhão de cartelas de minipílula, 200 mil cartelas de pílula de emergência e 800 mil ampolas de injetável mensal. Esta compra representa um investimento de R$ 14,9 milhões.

Além disso, o Ministério da Saúde adquiriu, através de termo de cooperação com a Organização Panamericana de Saúde (Opas), 176 mil unidades de DIU e 250 mil ampolas de injetável trimestral. Esta compra, efetuada para o período de um ano, totalizou R$ 950,1 mil.

Fonte: Ministério da Saúde

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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