Uso de paroxetina durante a gravidez apresenta maior risco de malformações congênitas do que outros antidepressivos
segunda-feira, 3 de outubro de 2005
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O Food and Drug Administration (FDA) e a Glaxo Smithkline (GSK
A GSK recentemente conduziu um estudo epidemiológico retrospectivo sobre malformações congênitas em filhos de mulheres que utilizaram antidepressivos durante o 1º semestre de gravidez. Resultados preliminares sugerem possível aumento no risco de anomalias congênitas associadas com o uso de paroxetina, ainda que discreto. O tipo de anomalia observada foi compatível com as anomalias observadas na população em geral (principalmente em nível cardiovascular).Os resultados preliminares deste estudo diferem de estudos epidemiológicos prévios, dificultando uma conclusão sobre uma possível relação casual. Por exemplo, dados do Swedish Medical Birth Registry, um dos maiores registros de nascimento disponíveis, não evidenciaram maior risco de malformações em 708 mulheres expostas à paroxetina no início da gravidez (Hallberg, 2005; Ericson, 1999).
Profissionais de saúde são aconselhados a avaliar cuidadosamente os riscos e benefícios potenciais da terapia com paroxetina em grávidas. Recomenda-se que esses dados, assim como tratamentos alternativos, sejam discutidos com as pacientes. De maneira geral, é recomendável evitar o uso de antidepressivos ISRS durante a gravidez - inclusive a paroxetina. Esta somente deve ser usada durante a gravidez se os benefícios potenciais justificarem os riscos ao feto. A GSK disponibiliza os resultados desse estudo sobre a paroxetina em seu Clinical Trial Register (no endereço http://ctr.gsk.co.uk/welcome.asp). Esta informação consta da nova bula em processo de implementação e que já foi encaminhada à ANVISA.
A GSK recentemente conduziu um estudo epidemiológico retrospectivo sobre malformações congênitas em filhos de mulheres que utilizaram antidepressivos durante o 1º semestre de gravidez. Resultados preliminares sugerem possível aumento no risco de anomalias congênitas associadas com o uso de paroxetina, ainda que discreto. O tipo de anomalia observada foi compatível com as anomalias observadas na população em geral (principalmente em nível cardiovascular).Os resultados preliminares deste estudo diferem de estudos epidemiológicos prévios, dificultando uma conclusão sobre uma possível relação casual. Por exemplo, dados do Swedish Medical Birth Registry, um dos maiores registros de nascimento disponíveis, não evidenciaram maior risco de malformações em 708 mulheres expostas à paroxetina no início da gravidez (Hallberg, 2005; Ericson, 1999).
Profissionais de saúde são aconselhados a avaliar cuidadosamente os riscos e benefícios potenciais da terapia com paroxetina em grávidas. Recomenda-se que esses dados, assim como tratamentos alternativos, sejam discutidos com as pacientes. De maneira geral, é recomendável evitar o uso de antidepressivos ISRS durante a gravidez - inclusive a paroxetina. Esta somente deve ser usada durante a gravidez se os benefícios potenciais justificarem os riscos ao feto. A GSK disponibiliza os resultados desse estudo sobre a paroxetina em seu Clinical Trial Register (no endereço http://ctr.gsk.co.uk/welcome.asp). Esta informação consta da nova bula em processo de implementação e que já foi encaminhada à ANVISA.
