Estudos apontam prós e contras para o uso medicinal do vinho
segunda-feira, 18 de abril de 2005
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O uso medicinal do vinho é uma prática que data de mais de 2.000 anos. Entre suas propriedades medicinais estão os efeitos no sistema cardiovascular, a ação anti-aterogênica, a interferência na redução da agregação plaquetária e a grande quantidade de polifenóis, que são antissépticos, antiviróticos, protetores dos vasos sangüíneos e antioxidantes.
O consumo moderado, com pequenas variações, pode ser definido como sendo a ingestão máxima de 59,2g de álcool por dia. Isso equivale a cerca de meia garrafa de um vinho com 15% de álcool, quase 2 garrafas de cerveja com 5% de álcool, ou, ainda, 2 doses de destilado com teor alcoólico de 50%.
Além dos efeitos cardiovasculares, o consumo moderado de vinho pode atuar beneficamente no organismo melhorando a qualidade de vida dos idosos e aliviando o estresse.
Entretanto, mesmo o consumo moderado de álcool aumenta o risco de doenças como o câncer de mama e de intestino grosso. No caso de indivíduos que já possuam o risco de desenvolver essas doenças, não se aconselha o uso.
O uso indiscriminado de bebidas alcoólicas, inclusive de vinho, por razões de saúde, não deve ser incentivado. No entanto, se os riscos forem criteriosamente avaliados, o consumo moderado pode ser benéfico para muitas pessoas.
Fonte: The New England Journal of Medicine
The Journal of the American Medical Association
The Lancet
O consumo moderado, com pequenas variações, pode ser definido como sendo a ingestão máxima de 59,2g de álcool por dia. Isso equivale a cerca de meia garrafa de um vinho com 15% de álcool, quase 2 garrafas de cerveja com 5% de álcool, ou, ainda, 2 doses de destilado com teor alcoólico de 50%.
Além dos efeitos cardiovasculares, o consumo moderado de vinho pode atuar beneficamente no organismo melhorando a qualidade de vida dos idosos e aliviando o estresse.
Entretanto, mesmo o consumo moderado de álcool aumenta o risco de doenças como o câncer de mama e de intestino grosso. No caso de indivíduos que já possuam o risco de desenvolver essas doenças, não se aconselha o uso.
O uso indiscriminado de bebidas alcoólicas, inclusive de vinho, por razões de saúde, não deve ser incentivado. No entanto, se os riscos forem criteriosamente avaliados, o consumo moderado pode ser benéfico para muitas pessoas.
Fonte: The New England Journal of Medicine
The Journal of the American Medical Association
The Lancet
