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Consumo de dois ou mais refrigerantes adocicados por semana pode aumentar o risco de desenvolvimento de câncer no pâncreas, segundo dados do Singapore Chinese Health Study

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
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Consumo de dois ou mais refrigerantes adocicados por semana pode aumentar o risco de desenvolvimento de câncer no pâncreas, segundo dados do Singapore Chinese Health Study

O estudo Singapore Chinese Health Study avalia há 14 anos os hábitos dietéticos, as atividades físicas e a exposição ambiental de mais de 60 mil habitantes de Cingapura. As conclusões publicadas no periódico Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, mostram que o consumo regular de refrigerantes adocicados pode aumentar o risco de desenvolver câncer de pâncreas.


Uma análise prospectiva foi realizada para examinar a associação entre o consumo de refrigerantes adocicados e sucos de frutas e sua relação com o aumento do risco de câncer pancreático em 60.524 participantes do estudo Singapore Chinese Health Study.


Os resultados mostraram que as pessoas que consomem mais de 2 refrigerantes por semana apresentam estatisticamente um risco significativamente mais elevado de desenvolver câncer de pâncreas, comparadas àquelas que não consomem refrigerantes. Não houve associação observada entre o consumo de sucos de frutas e riscos para este tumor.


Fonte: Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, volume 19, de fevereiro de 2010

 

Alguns estudos mostram uma associação entre dietas com alto teor de gorduras e o câncer pancreático, outros indicam que uma alimentação rica em frutas e vegetais reduz o risco de câncer de pâncreas.

Alguns trabalhos sugerem que o consumo de café aumenta o risco deste tipo de tumor, mas estudos mais recentes não confirmaram tal afirmação.

O álcool em excesso aumenta o risco de diabetes mellitus e pancreatite crônica, ambos são fatores de risco para o câncer pancreático.


Fonte: American Cancer Society

Nota ao leitor:

As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

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