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Estudo publicado pelo The Lancet avaliou o papel da redução da pressão arterial1 na prevenção do diabetes2. A redução da pressão arterial sistólica3 em 5 mmHg reduziu o risco de diabetes tipo 24 em todos os ensaios em 11%. Assim, foi demonstrado que a redução da pressão arterial1 é uma estratégia eficaz para a prevenção de novo início do diabetes tipo 24. As intervenções farmacológicas estabelecidas, no entanto, têm efeitos qualitativa e quantitativamente diferentes sobre o diabetes2, provavelmente devido aos seus diferentes efeitos fora do alvo, com inibidores da enzima5 conversora da angiotensina e bloqueadores dos receptores da angiotensina II tendo os resultados mais favoráveis. Essa evidência apoia a indicação de classes selecionadas de medicamentos anti-hipertensivos para a prevenção do diabetes2, o que poderia refinar ainda mais a escolha do medicamento de acordo com o risco clínico de diabetes2 do indivíduo.
1 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
2 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
3 Pressão arterial sistólica: É a pressão mais elevada (pico) verificada nas artérias durante a fase de sístole do ciclo cardíaco, é também chamada de pressão máxima.
4 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
5 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
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Os diabetes tipo 11 e tipo 2 estão associados à disbiose intestinal2. No entanto, a relação entre a microbiota3 intestinal e o diabetes autoimune latente em adultos4 (DALA), compartilhando características clínicas e metabólicas com o diabetes tipo 11 e 2 clássico, permanece obscura. Neste estudo, publicado pela revista Diabetes5 Care, foi demonstrado que os pacientes com DALA tinham estrutura e composição significativamente diferentes da microbiota3 intestinal e seus metabólitos6, bem como uma deficiência severa de bactérias produtoras de ácidos graxos de cadeia curta. A microbiota3 intestinal característica e metabólitos6 relacionados de pacientes com diabetes autoimune latente em adultos4 estão associados a autoanticorpos, metabolismo7 da glicose8, função das ilhotas9 e fatores inflamatórios, que podem contribuir para a patogênese10 do diabetes5 autoimune11.
1 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
2 Disbiose intestinal: Definida como o desequilíbrio da flora intestinal, entre os microrganismos benéficos e patogênicos, que resulta em uma situação desfavorável à saúde do indivíduo.
3 Microbiota: Em ecologia, chama-se microbiota ao conjunto dos microrganismos que habitam um ecossistema, principalmente bactérias, protozoários e outros microrganismos que têm funções importantes na decomposição da matéria orgânica e, portanto, na reciclagem dos nutrientes. Fazem parte da microbiota humana uma quantidade enorme de bactérias que vivem em harmonia no organismo e auxiliam a ação do sistema imunológico e a nutrição, por exemplo.
4 Diabetes autoimune latente em adultos: Condição em que o diabetes tipo 1 ocorre em adultos.
5 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
6 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
7 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
8 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
9 Ilhotas: Grupo de células localizadas no pâncreas responsáveis pela produção de hormônios que ajudam o organismo a quebrar e utilizar os alimentos. Por exemplo, as células-alfa produzem glucagon e as células-beta produzem insulina. Também chamadas de células de Langerhans.
10 Patogênese: Modo de origem ou de evolução de qualquer processo mórbido; nosogenia, patogênese, patogenesia.
11 Autoimune: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
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A terapia com estatinas foi associada ao aumento da resistência à insulina1; no entanto, suas implicações clínicas para o controle do diabetes2 entre pacientes diabéticos são desconhecidas. O objetivo deste estudo, publicado no JAMA Internal Medicine, foi avaliar a progressão do diabetes2 após o início do uso de estatinas em pacientes com diabetes2. Os resultados mostraram que o uso de estatina foi associado à progressão do diabetes2 – os usuários de estatina tinham maior probabilidade de iniciar o tratamento com insulina3, desenvolver hiperglicemia4 significativa, experimentar complicações glicêmicas agudas e receber prescrição de um número maior de classes de medicamentos para redução da glicose5. Dessa forma, a relação risco-benefício do uso de estatinas em pacientes com diabetes2 deve levar em consideração seus efeitos metabólicos.
1 Resistência à insulina: Inabilidade do corpo para responder e usar a insulina produzida. A resistência à insulina pode estar relacionada à obesidade, hipertensão e altos níveis de colesterol no sangue.
2 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
3 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
4 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
5 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
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O diabetes mellitus1 pós-transplante afeta até 30% de todos os receptores de transplante renal2. Estudos recentes em ratos descobriram que níveis suficientes de androgênio são necessários para a saúde3 das células4 β e secreção adequada de insulina5. Isso levanta a questão de se uma relação semelhante pode estar presente em receptores de transplante renal2. Neste estudo, publicado na revista Diabetes6 Care, observou-se uma associação clara entre os níveis de andrógenos7 e o desenvolvimento de diabetes6 pós transplante, demonstrando que baixos níveis de andrógenos7 são um novo fator de risco8 potencial modificável para o desenvolvimento de diabetes mellitus1 pós-transplante em homens receptores de transplante renal2.
1 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
2 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
5 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
6 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
7 Andrógenos: Termo genérico para qualquer composto natural ou sintético, geralmente um hormônio esteróide, que estimula ou controla o desenvolvimento e manutenção das características masculinas em vertebrados ao ligar-se a receptores andrógenos. Isso inclui a atividade dos órgãos sexuais masculinos acessórios e o desenvolvimento de características sexuais secundárias masculinas. Também são os esteróides anabólicos originais. São precursores de todos os estrógenos, os hormônios sexuais femininos. São exemplos de andrógenos: testosterona, dehidroepiandrosterona (DHEA), androstenediona (Andro), androstenediol, androsterona e dihidrotestosterona (DHT).
8 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
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Mulheres com a síndrome1 dos ovários2 policísticos (SOP), que as deixa enfrentando um risco maior do que a média de desenvolver diabetes3, podem reduzir esse risco tomando a pílula anticoncepcional, concluiu um grande estudo publicado na revista Diabetes3 Care. Os pesquisadores descobriram que as mulheres com síndrome1 dos ovários2 policísticos que usam a pílula anticoncepcional oral combinada tinham um risco 26% menor de disglicemia. Esses resultados foram observados em todos os subgrupos de IMC4. Com esses achados, o estudo apresenta uma opção potencial de tratamento para a disglicemia – definida como pré-diabetes5 e diabetes tipo 26 – em pacientes com SOP pela primeira vez.
1 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
2 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
3 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
4 IMC: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
5 Pré-diabetes: Condição em que um teste de glicose, feito após 8 a 12 horas de jejum, mostra um nível de glicose mais alto que o normal mas não tão alto para um diagnóstico de diabetes. A medida está entre 100 mg/dL e 125 mg/dL. A maioria das pessoas com pré-diabetes têm um risco aumentado de desenvolver diabetes tipo 2.
6 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
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Um estudo de coorte1 holandês avaliou três medidas substitutas para resistência à insulina2 e mostrou uma ligação significativa delas com o desenvolvimento de um transtorno depressivo maior durante um período de acompanhamento de 9 anos. Conforme mostrado no estudo publicado no American Journal of Psychiatry, uma maior razão triglicerídeos / HDL3 foi associada a um risco 89% maior de desenvolver depressão maior incidente4. Além disso, os indivíduos com pré-diabetes5 tiveram um aumento de 37% no risco de depressão maior. E a adiposidade central foi associada a um risco aumentado de 11% para depressão. O desenvolvimento de pré-diabetes5 entre a inscrição e a consulta de 2 anos do estudo foi associado a um risco mais do que duas vezes maior de depressão maior. Esses achados podem ter utilidade para avaliar o risco de desenvolvimento de depressão maior entre pacientes com resistência à insulina2 ou patologia6 metabólica.
1 Estudo de coorte: Um estudo de coorte é realizado para verificar se indivíduos expostos a um determinado fator apresentam, em relação aos indivíduos não expostos, uma maior propensão a desenvolver uma determinada doença. Um estudo de coorte é constituído, em seu início, de um grupo de indivíduos, denominada coorte, em que todos estão livres da doença sob investigação. Os indivíduos dessa coorte são classificados em expostos e não-expostos ao fator de interesse, obtendo-se assim dois grupos (ou duas coortes de comparação). Essas coortes serão observadas por um período de tempo, verificando-se quais indivíduos desenvolvem a doença em questão. Os indivíduos expostos e não-expostos devem ser comparáveis, ou seja, semelhantes quanto aos demais fatores, que não o de interesse, para que as conclusões obtidas sejam confiáveis.
2 Resistência à insulina: Inabilidade do corpo para responder e usar a insulina produzida. A resistência à insulina pode estar relacionada à obesidade, hipertensão e altos níveis de colesterol no sangue.
3 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
4 Incidente: 1. Que incide, que sobrevém ou que tem caráter secundário; incidental. 2. Acontecimento imprevisível que modifica o desenrolar normal de uma ação. 3. Dificuldade passageira que não modifica o desenrolar de uma operação, de uma linha de conduta.
5 Pré-diabetes: Condição em que um teste de glicose, feito após 8 a 12 horas de jejum, mostra um nível de glicose mais alto que o normal mas não tão alto para um diagnóstico de diabetes. A medida está entre 100 mg/dL e 125 mg/dL. A maioria das pessoas com pré-diabetes têm um risco aumentado de desenvolver diabetes tipo 2.
6 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
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Desfechos que fornecem uma identificação precoce dos efeitos do tratamento são necessários para implementar estudos de prevenção do diabetes tipo 11 com mais eficiência. Para este fim, em estudo publicado na revista Diabetes2, pesquisadores avaliaram se os desfechos metabólicos podem ser usados para detectar um efeito do teplizumabe no rápido declínio das células3 β dentro de 3 meses após o tratamento em indivíduos de alto risco. Uma abordagem analítica que combina evidências visuais com novos desfechos demonstrou que o Teplizumabe retarda o declínio metabólico rápido e melhora o estado metabólico dentro de 3 meses após o tratamento; este efeito se estende por pelo menos 6 meses.
1 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
2 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
3 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
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A intervenção no estilo de vida pode prevenir o diabetes tipo 21, mas a resposta à intervenção varia dependendo dos subfenótipos de risco. Neste estudo, publicado pela revista Diabetes2, pesquisadores testaram se indivíduos pré-diabéticos com baixo risco se beneficiam de intervenção no estilo de vida convencional e se indivíduos com alto risco se beneficiam de uma intensificação da intervenção no estilo de vida. Foi demonstrado que é possível em indivíduos de alto risco com pré-diabetes3 melhorar os resultados glicêmicos e cardiometabólicos pela intensificação da intervenção no estilo de vida. Assim, a intervenção no estilo de vida individualizada, baseada em fenótipo4 de risco, pode ser benéfica para a prevenção do diabetes2.
1 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
2 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
3 Pré-diabetes: Condição em que um teste de glicose, feito após 8 a 12 horas de jejum, mostra um nível de glicose mais alto que o normal mas não tão alto para um diagnóstico de diabetes. A medida está entre 100 mg/dL e 125 mg/dL. A maioria das pessoas com pré-diabetes têm um risco aumentado de desenvolver diabetes tipo 2.
4 Fenótipo: Características apresentadas por um indivíduo sejam elas morfológicas, fisiológicas ou comportamentais. Também fazem parte do fenótipo as características microscópicas e de natureza bioquímica, que necessitam de testes especiais para a sua identificação, como, por exemplo, o tipo sanguíneo do indivíduo.
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A melhora dos níveis de glicose1 para a faixa normal pode ocorrer em algumas pessoas que vivem com diabetes2, espontaneamente ou após intervenções médicas e, em alguns casos, pode persistir após a suspensão da farmacoterapia para redução da glicose1. Essa melhora sustentada pode agora estar ocorrendo com mais frequência devido a novas formas de tratamento. Para atualizar as discussões anteriores sobre este assunto, um grupo internacional de especialistas foi convocado pela American Diabetes2 Association para propor nomenclatura e princípios para coleta e análise de dados, com o objetivo de estabelecer uma base de informações para apoiar futuras orientações clínicas. Este grupo propôs “remissão” como o termo descritivo mais apropriado e HbA1c3 menor que 6,5% (48 mmol/mol) medida pelo menos 3 meses após a interrupção da farmacoterapia para redução da glicose1 como o critério diagnóstico4 usual.
1 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
2 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
3 HbA1C: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
4 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
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Existem poucos estudos testando a quantidade de perda de peso necessária para atingir a remissão inicial do diabetes mellitus1 tipo 2 (DM2) após a cirurgia bariátrica2 e nenhum estudo publicado com o uso da perda de peso para prever a remissão inicial do DM2 em pacientes que passaram por gastrectomia vertical, ou sleeve gástrico. Neste estudo, publicado na revista Diabetes3 Care, foi demonstrado que a perda de peso após a cirurgia bariátrica2 está fortemente associada à remissão inicial do diabetes tipo 24; no entanto, acima de um limiar de 20% de perda de peso total, as taxas de remissão inicial do diabetes3 não aumentaram substancialmente. Atingir esse limiar também está associado à remissão inicial, mesmo em pacientes que tradicionalmente apresentam taxas mais baixas de remissão, como pacientes que tomam insulina5.
1 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
2 Cirurgia Bariátrica:
3 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
4 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
5 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
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