Saúde - quinta-feira, 16 de agosto de 2007
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Liderados pela FIESP, SINDHOSP e outras entidades trabalham para acabar com a CPMF e mobilizam a sociedade em http://www.contraacpmf.com.br

A renovação da CPMF, para vigorar até 2011, passou hoje no crivo da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania), o que abre caminho para tramitação na comissão especial, Câmara e em seguida no Senado.

O tributo originalmente instituído em 1996 a 0,20% das movimentações financeiras subiu, em 1999, para a alíquota atual de 0,38%.

De uma arrecadação de 14,5 bilhões no ano 2000, atingiu, em 2006, a arrecadação recorde de 32 bilhões de reais.

As críticas ao tributo são várias e partem de muitos setores da sociedade. O dinheiro arrecadado, que seria destinado à aplicação em saúde, nunca chegou a surtir o efeito esperado, além de ter sido desviado para outras áreas.

No mesmo momento em que médicos no nordeste pedem demissão coletiva por falta de condições de trabalho, o governo se impõe a difícil tarefa de manter a arrecadação do imposto que deveria ter viabilizado a melhoria destas condições.

Para ser mantido, o “imposto do cheque” (CPMF) precisa ser aprovado até final de setembro para que possa ser aplicado em 2008.

A FIESP lidera um movimento endossado por diversas outras organizações da sociedade civil, incluindo um MANIFESTO que pode ser assinado, no endereço http://www.contraacpmf.com.br/cpmf.asp, por todo contribuinte que se oponha à cobrança do imposto.

Além disso, o site incentiva os contribuintes a exigirem de seus deputados e senadores uma postura contra a renovação do imposto sugerindo que, os eleitores vinculem os votos futuros à conduta dos deputados quanto à CPMF. O site pede também que os eleitores incentivem amigos e conhecidos a participarem do movimento.

Após a votação da matéria, a FIESP publicará, em seu site, os nomes dos deputados e senadores que foram contra e a favor da matéria.